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Celso Freire |
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Nasceu
Aos
10 anos, foi para a cidade e freqüentou o curso primário no Grupo Escolar
Coronel Mariano Murta, onde recebeu os primeiros ensinamentos das inesquecíveis
Professoras Herculana, Zulma, Irani e Irlene. Ali, encontrou outros amigos,
que promoviam inúmeras "peladas" no fundo da escola, jogos de
bola de gude... Foi ali também que se apresentava nos
"teatrinhos" das datas comemorativas... Aos
18 anos, iniciou a carreira de Professor de 1º Grau em Fronteiras dos
Vales, de onde guarda gostosas lembranças de amizade e de amor. Começou
a escrever em 1973, durante os seis meses que morou em Itaobim. Chegou
Participou
de diversos Festivais de Música Formou-se mestre em Administração pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo e pela Universidade IMES (Universidade Municipal de São Caetano do Sul). Atua
como professor na área de administração na Universidade IMES e no Centro
Universitário da Fundação Santo André. Atualmente ocupa o cargo de Pró-Reitor
Comunitário e de Extensão da Universidade IMES. É vice-presidente de relações
institucionais da ANGRAD – Associação Nacional dos Cursos de Graduação
em Administração e Consultor ad doc junto à Comissão de especialistas de
Ensino Superior de Administração SESu-MEC. Tem três livros publicados pela Alpharrabio Edições: Fazendo Poeira (1997); Versos Avessos, em co-autoria com Debora de Simas (2004) e Políticas Públicas no Vale do Jequitinhonha: A difícil construção da nova cultura política regional (2006), além do poema “Manifesto” publicado na obra As cidades cantam o Tamanduateí que passa, organizada pela Prefeitura de Mauá.
Versos
Avessos Alpharrabio
Edições 14
x (poesia)
2004 - R$ 25,00 O
livro Versos Avessos teve, desde sua criação, um processo de construção
bastante original. Celso Freire apresentou um texto a Débora de Simas para
que esboçasse algum comentário ou crítica, pois pretendia escrever seu
segundo livro de poemas. Débora, em vez de comentá-lo, respondeu o poema
com outra poesia, e de maneira totalmente casual e despretensiosa, essa
conversa seguiu, por alguns outros poemas. Daí se deram conta de que aquela
“conversa” poderia seguir adiante, mas com a expressa intenção de se
tornar livro, apesar de ambos ainda não saberem qual o destino da história.
E assim se fez, um poeta sendo o “avesso” do outro, imprimindo seu próprio
estilo, e determinando o destino do outro “personagem”. No decorrer da obra, que também conta com ilustrações do artista plástico Fabrízio Dell’Arno, o leitor ainda encontra páginas em branco, um incentivo para que componha seus próprios versos.
Fazendo Poeira
Alpharrabio Edições
"Celso Freire escreve sobre o Vale do Jequitinhonha mas só aparentemente. Na verdade é sobre um Vale e um sentimento que está encravado dentro de nós. Desconheço quem tenha mais de quarenta anos e não tenha, na infância, nadado nu em rio de água limpa, bebido água de bica ou espreitado, com atiradeira pronta, o pouso do sabiá, do sanhaço, do pintassilgo e de outras pequenas vítimas daquela insensata idade de ouro." (Luís Alberto de Abreu)
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UM SILVA DE A a Z
Alpharrabio Edições
Um Silva por um Silva Dalila Teles Veras Um Silva é sempre um Silva bacharel na labuta pela vida que deseja e faz escolhas diferente desses meninos cheios de tanta informação e conhecimento sem significado Um Silva que veio da roça passou pela fábrica cortou um dedo (talqual o outro e outros) que aprendeu a ler Kierkegaard e Sartre e Dostoiévski e Max Weber Um José que ama, protesta e sonha com todas as mulheres Um Silva contraditório incultoletrado velhomoço que ora concorda com Riobaldo (quando tem noventa anos) para logo depois negá-lo (saudade é juventude!) e, assim, à maneira de Caeiro tem pra si que o pensamento é mais fraco do que o sentir Um Silva que se vale da memória do diário e dos versos populares para estruturar a narrativa de si mesmo e já sendo outro e outro Um Silva que discursa como se no palco estivesse personagem em busca de um ator Um Silva urbano-macunaímico um brasileiro, ele mesmo como você, como seu autor o Celso Freire
Políticas Públicas no Vale do Jequitinhonha: A
difícil construção da nova cultura política regional Alpharrabio
Edições 14
x (Gestão
Pública) 2006
Entender
os mecanismos de formulação das políticas públicas na Região do Vale do
Jequitinhonha, bem como sua relação com o desenvolvimento regional é o
objetivo de “Políticas Públicas no Vale do Jequitinhonha: a difícil
construção da nova cultura política regional”, livro escrito pelo
professor Joaquim Celso Freire Silva. Desenvolvido
a partir de sua dissertação, apresentada no Programa de Mestrado em
Administração da Universidade IMES, o trabalho de Celso Freire proporciona
uma reflexão sobre a região do Vale do Jequitinhonha, traz informações
sobre suas características socioeconômicas, culturais, de desempenho
institucional e de associatividade e abre caminhos para a articulação de
propostas e idéias no sentido de instrumentalizar decisões políticas que
tratam do desenvolvimento local/regional. O
estudo discute até que ponto o conceito de região pode ser aplicado ao
Vale do Jequitinhonha, bem como questões sobre o “novo regionalismo”, a
partir da ótica das vertentes globalistas, que defende uma política de
inserção no mundo globalizado, e regionalista, que prega uma política de
desenvolvimento baseada nas forças do próprio território. O autor faz análises também à luz das idéias de Robert Putnam, apresentadas no livro “Comunidade e Democracia: a experiência da Itália moderna”, em que são estudadas as regiões da Itália nas décadas de 70 e 80, como referência para o entendimento do desempenho institucional dos governos locais.
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