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Gilberto Tadeu
 de
Lima

  
 Gilberto Tadeu de Lima 

Gilberto Tadeu de Lima
 (por ele mesmo)

Não por acaso, nasci num 14 de julho. Se tivesse chegado 200 anos antes, na França, com certeza teria sido um "san-cullotte", teria ajudado a derrubar a Bastilha e mandado muita gente ruim para a guilhotina, naquele lendário 1789. Afinal, quem não tem pão não pode comer brioches, como queria Maria Antonieta.

Vem daí, provavelmente, minha revolta contra as injustiças sociais e meu inconformismo com todo tipo de preconceito.

Minha mãe conta que demorei muito a andar. Em compensação, cedo aprendi a escrever. Quando entrei na escola já rabiscava muitas palavras. A escola, por sinal, chamava-se "Grupo Escolar Silvio Romero" e ficava na rua Castro Alves...

No ginásio nunca gostei de Matemática, Física, Química – ciências absolutamente inúteis. Gostava mesmo era das aulas de Português, principalmente quando os professores pediam redações. Certa vez o professor solicitou que os alunos sugerissem um tema. Propus "A volta dos que não foram". Sugestão aceita, quase fui linchado pelos colegas, mas pude dar asas à minha (fértil) imaginação.

E fui seguindo pela vida, fazendo da pena minha espada, até chegar a esta segunda fornada de contos, que tenho o prazer de apresentar-lhes.

Leiam no banheiro, no ônibus, no metrô, nos bares (enquanto aguardam a companhia, tomando um chopp), na cama (nas noites de insônia ou na ausência de inspiração para o amor), mas não deixem de ler.
Se gostarem, digam a mim; se não gostarem, reclamem com a Dalila. Foi ela quem me incentivou a publicar estes causos; portanto, é a culpada.
Divirtam-se, critiquem, emocio-nem-se, censurem, esculham-bem, afinal – já dizia o poeta – tudo vale a pena quando a alma não é pequena.


ROUPA NOVA

Alpharrabio Edições
14 x 21 cm, 64 pp. (contos)

"A roupa nova deste novo escritor está na sua dicção particular de narrar as cenas das quais todos nós somos partícipes, mas com detalhes que só ele percebe. (...) A forma de olhar e de dizer de Gilberto Tadeu de Lima é nova". (Dalila Teles Veras - Tribuna Popular,11.99).

 

 

"O Menino do outro mundo (contos) retrata um mundo pequeno-burguês facilmente identificável: uma cidade suburbana com pose de primeiromundista, habitada por criaturas marcadas pelo desencanto , por desencontros e sem perspectiva "

O Menino do outro mundo

Gilberto Tadeu de Lima

Alpharrabio Edições, 2008

 

 

 

 


 

 

 

TERAPIAS ALTERNATIVAS

Alpharrabio Edições
14 x 21 cm, 128 pp. (contos)

"Gilberto vai buscar seus relatos no mundo concreto e real. Eles nascem da observação desarmada e natural da realidade, plena de calor humano. São instantâneos sem retoques. São flagrantes do cotidiano em sua crueza total. (...) Sem lição de moral, sem digressões filosóficas nem aspirações transcendentais, seu estilo é direto, objetivo e vazado num humorismo irônico ou ironia satírica, predominantemente." (Filadelfo P. de Souza, no prefácio do livro)

 

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