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Tarso de Melo |
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Tarso
de Melo nasceu em Santo André (SP) em 1976, e reside em São Bernardo
do Campo. Lançou anteriormente os livros de poesia A lapso
(Alpharrabio, 1999), Carbono (Alpharrabio/Nankin, 2002) e Planos
de fuga (Cosac Naify, 2005), além de diversos trabalhos publicados em
revistas e antologias no Brasil e no exterior. Editou as revistas Monturo
e Cacto, esta com Eduardo Sterzi. Atualmente, integra o comitê
editorial do jornal de crítica K . Coordenou por três anos o
“Observatório do poema”, grupo de leitura de poesia contemporânea que
se reunia na Livraria Alpharrabio, em Santo André. Recentemente, coordenou
e lecionou no ciclo “Tantas Letras!”, com cursos de poesia, prosa e crítica
literária, promovido pela Prefeitura Municipal de São Bernardo do Campo.
É advogado, formado pela Faculdade de Direito de São Bernardo do Campo, e
mestre em Filosofia do Direito pela Universidade de São Paulo.
A LAPSO "(...) um livro de um poeta de 23 anos que já se apresenta com alguma boa força, de linguagem e de poesia (...) Tarso nos traz em seu A Lapso pequenos 26 poemas, de tamanho muito maior quando pensamos sobre a qualidade do que escreve. (...) Há nele uma força poética que tem sido cada vez mais rara." (Manoel Ricardo de Lima - O Povo, CE, 20.09.99)
POESIA PÃO E CIRCO & Alpharrabio Edições Inspirado em afirmações do
poeta Paulo Leminski, Tarso apresenta no ensaio de abertura do livro, uma
tentativa de entendimento da função da poesia, defendendo a idéia da
poesia como inutensílio, lançada pelo próprio Leminski. O livro inclui
ainda uma não-biografia de Paulo Leminski, que registra uma criação
literária a partir de dados biográficos do não-biografado.
Mimos
Mínimos
Talentos Emergentes Moacyr Costa
Silva, Wilma Lima, Coletânea reunindo trabalhos dos 9 poetas participantes do projeto Talentos Emergentes, realizado na Livraria Alpharrabo (Sto. André - SP) de 30/9/95 a 31/8/96.
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LUGAR ALGUM: com
uma teoria da poesia Tarso
de Melo (Alpharrabio Edições, 120
p., 2007)
(
R$ 15,00) Quando
o poeta Tarso de Melo apresentou o projeto do livro de poemas Lugar
algum à Bolsa Vitae de
Artes, em 2004, comprometia-se, em suas palavras, ao seguinte: “O
livro deve ser longo, atingindo cerca de 80 poemas, pois está idealizado
para que todos os poemas dialoguem entre si e perfaçam um único quadro, ou
mapa,
detalhado o bastante para constituir uma
espécie de expedição fotográfica em cujo resultado o leitor possa
encontrar traços das cidades e de seus habitantes na urbanização avançada
e degradada. O
procedimento comum é o de eleger pontos das cidades – uma rua, uma praça,
um parque – e escrever sobre
e a
partir
deles, buscando trazer para o espaço do poema os diversos conflitos da
realidade: entre local e universal, entre público e privado, entre o que há
de mais enraizado e o que há de mais fugaz na sua constante transformação”. É
exatamente este livro que a Alpharrabio Edições apresenta agora aos
leitores: um livro em que as cidades da Grande São Paulo são apresentadas
por meio de uma visão que o crítico Manuel da Costa Pinto chamou de
“topografia negativa”, ao interpretar outras obras do autor. São
justamente os 80 poemas escritos durante o ano de 2005, enquanto o autor
recebeu a citada Bolsa, e que permaneciam inéditos em livro. Além de Lugar
algum,
o volume traz ainda uma “teoria da poesia”: é
pouco o que as poças dizem sobre
a chuva, é mínima a memória que
os mapas guardam do mundo o
suor na camisa, na calça, nas meias, tudo
trai a violenta passagem do sol
CARBONO Alpharrabio
Edições / Nankin "Um dia igual aos outros", diz o primeiro verso de Carbono, já apontando para uma das nuances do título: os dias iguais, em cópia, em série, papel carbono. A idéia de gás carbônico também comparece, e não só na "paisagem desidratada" do longo poema "Deserto", que se abre, entre sol e poeira, com o poeta escrevendo cartões "ao acaso, a ninguém", e se fecha pelo gesto simbólico do abandono do caderno (mas não da escrita, pois para Tarso interessa, e muito, a representação posterior abandonado o caderno das representações ainda resta a "caderneta das apropriações", título de uma seção do livro)." Carlito Azevedo
UM MUNDO SÓ Fabiano Calixto Coletânea que
reúne, segundo os próprios autores, poemas que se voltam para a temática
amorosa sob a ótica da modernidade, da "fuligem" e da crise.
Coleção Micro
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