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Wagner |
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Wagner Calmon - Professor, poeta, escritor e compositor. Graduado em Letras e Pedagogia pela UNESP SJRPreto e pela FFCL CCBranco - SP, respectivamente. Roteirista musical da peça PONTO DE PARTIDA de José Eduardo Vendramini - vencedor do V Festival de Teatro Amador do Estado de São Paulo - 1967. Vencedor do I Festival de Música Popular de Tupã - 1969. Participante de Antologias de Poesia e Prosa. Autor de crônicas e poemas para Tribuna de Nova Granada - SP. Expositor de Oficinas Literárias: Prefeitura de São Paulo e Estado de São Paulo. Trabalhou como: coordenador pedagógico da EMPG Prof. Domingos Rubino - São Paulo-SP, coordenador da área de Comunicação e Expressão e do Centro de Informação e Criação da EEPSG Prof José Calvitti Filho - Santo André-SP. Compositor musical de poemas consagrados - autor e intérprete da Revista Musical Poética (1992-1993). Regente de um grupo musical pela EMPG Prof. Domingos Rubino. Autor da peça O DOIDINHO E SEUS DESVARIOS (Mário de Andrade) - diretor e compositor musical (1993). OBRAS PUBLICADAS: Histórias Infantis - Folhinha de São Paulo - 1979 a 1982. Histórias de bichos para pequenos leitores - edições esgotadas. Vamos Fazer Poemas - relatório de práticas de sala de aula. Pela Alpharrabio Edições, publicou : Pensando Poesia, 1995, Porta Sem Trinco, Baú sem Tranca, na coleção Prosas, 1996); Pipoco, Pipoca, Pipocadinhas – Com desenhos de Constança Lucas (2002); Pomarizando (2006) e Olhares por Santo André (2006).
Pipoco
Pipocadinhas Constança Lucas (desenhos) Coleção Idéias de Criança Alpharrabio Edições, 2002
A
Janela dos Dias Diário
do Grande ABC Toda
Hora Tem História |
PENSANDO POESIA
Alpharrabio
Edições
"Este relato de experiências pretende sugerir trilhas a esse caminho do sensível (...) como fazem os pintores com as tintas e os escultores com a matéria manipulável".
Coleção Prosas 1. EU MESMO? WAGNER
CALMON Ai
que drama! Eu, capricorniano, nascido no dia 7, número cheio de enigmas,
saber quem eu sou? Ora, licença. Eu sou um enigma. Péssimo em contas (a
tabuada sei de cor, sei lá como!), só tinha que partir para o curso de
Letras, minha última chance depois das experimentações em geografia, história,
ciências, vá lá etc. Belisquei algumas Artes com prazer surpreendente.
Como professor de Língua Portuguesa, tive, mais que menos vezes, a compensação
de que cumpri com competência a missão do ensino. Tarefa gratificante
porque amo o meu idioma, corcel irrequieto, que me leva até onde nunca
sonhei. Felicíssimo com ele, com sua expressão e dificuldades, jamais
concordarei com os pessimistas da língua. Comecei com leituras exaustivas,
redações com ou sem parabéns, poemas (em antologias de faculdade). Afeito
às linguagens, consegui representar cantando para as áreas de inglês,
francês e italiano e espanhol, este último cursado por paixão. Meti-me em
teatro, como roteirista musical e atrevi-me fazendo peças. Foi aí que
endoidei-me. Descobriram-me poeta, cronista e contista (a princípio
infantil) experimental. Sei lá.
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