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Programação cultural

 

Programação de Aniversário

 

Fevereiro 2009

17 de fevereiro (terça-feira) 18h30

 

Em comemoração aos seus 17 anos a Livraria Alpharrabio começa a festa no dia 17 de fevereiro (terça-feira) de 2009 às 18h30 com o lançamento do livro Retrato Falhados de Dalila Teles Veras.

 

 

Título: Retratos falhados

Autora: Dalila Teles Veras

Coleção: Ponte Velha

Organização da Coleção: Floriano Martins

Artista convidada (desenhos): Constança Lucas

 

Gênero: Poesia/Literatura Portuguesa Contemporânea

ISBN: 978-85-7531-307-7

Formato: brochura, 14 X 21 cm

Nº de páginas: 120

Preço: R$ 25,00

A Coleção Ponte Velha foi criada por Carlos Nejar (Brasil), poeta, ficcionista e crítico, membro da Academia Brasileira de

Letras e pelo poeta António Osório (Portugal).

RETRATOS FALHADOS de

DALILA TELES VERAS

A Escrituras Editora, dentro da Coleção Ponte Velha, organizada por Floriano Martins, publica Retratos Falhados, de Dalila Teles Veras, com desenhos de Constança Lucas.

Todos os textos deste volume são posteriores À janela dos dias, livro publicado em 2002 que reúne os títulos anteriores da autora, na área de poesia.

Retratos falhados reúne três plaquetes (Vestígios, 2003; Solilóquios, 2005; e Pecados, 2006) publicadas pela Alpharrabio Edições (Santo André, SP). A elas junta-se um conjunto inédito de poemas em prosa, que dá título ao livro, e uma seleção de poemas, publicados esparsamente em jornais e revistas, denominada Espelhos.

Na escolha dos poemas, a autora teve a preocupação de estabelecer um conjunto de textos que, mesmo escritos em momentos diferentes, com eventuais dissonâncias, pudessem travar um diálogo entre si, formando uma peça que represente boa parte da sua produção poética nos últimos seis anos. Retratos falhados traz desenhos da artista portuguesa Constança Lucas (Coimbra, 1960), há várias décadas residente em São Paulo, onde desenvolve seu trabalho como artista visual.

Como diz Dalila Teles Veras, em entrevista a Floriano Martins: "No Brasil, aportada ainda menina e tendo aqui completado minha escolaridade, talvez a primeira percepção tenha sido a de que, em tese, a língua era (quase) a mesma, mas a práxis cultural não. Cresci ouvindo minha bisavó materna recitando Bocage e Camões, e minha mãe valendo-se das trovas populares para celebrar todas as ocasiões.

Bebi de todas as tradições, portuguesas e brasileiras, desde o lírico Augusto Gil e sua balada da neve, que aos 9, 10 anos, declamava com paixão nas festas escolares no Funchal e, já no Brasil, os românticos brasileiros, como Álvares de Azevedo, Casimiro de Abreu, Fagundes Varela e Castro Alves, que li com devoção na adolescência."

 


 

19 de fevereiro

(quinta-feira) - 19h30

 

pau da missa

(DOCUMENTÁRIO)

Lançamento do Documentário Pau da Missa

 

Trata-se de um documentário de 34 minutos de duração captado formato digital, sobre uma árvore centenária de eucalipto localizada na Vila Histórica de Paranapiacaba aqui no ABC Paulista. Essa árvore era utilizada como mural de avisos para os moradores numa época em que não havia outros meios de comunicação. Ela foi podada por falta de tratamento o que causou grande comoção na vila ferroviária.

 

A idéia do documentário surgiu de uma matéria de Jornal onde anunciava o corte da árvore "Pau da Missa” e a mobilização dos moradores para preservar tanto a árvore como sua história.

 

 

Sinopse:

 

 

Pau da Missa é uma árvore centenária que, por muitos anos, foi utilizada como um "mural de avisos". A lembrança dos recados referentes a missas de sétimo dia, batizados, casamentos... fazia da Vila de Paranapiacaba um único lar. Hoje, sem essa função, a árvore foi cortada, o que fez com que os moradores da pequena Vila, localizada na Região do ABC Paulista, relatassem sobre a importância da história e da preservação da memória, fazendo uma reflexão sobre o imaginário popular no mundo moderno.

   

Ficha técnica:  

 

Roteiro: Sérgio Pires

Direção: Alex Moletta

Produção: Simone Alessandra

Fotografia: Alex Moletta e Celso Luz

Trilha Sonora: Fernando Sardo

Realização: Fatídicos Vídeo Filmes

Ano – 2008 - NTSC – Cor - Formato: DVD - Duração: 34 minutos


 

25 de fevereiro (quarta-feira) - 14h30

Cineclube - Fritz Lang

 

METROPOLIS

Título Original: Metropolis

Gênero: Ficção Científica

Tempo de Duração: 100 minutos

Ano de Lançamento (Alemanha): 1927

Direção: Fritz Lang

Metrópolis, ano 2026. Os poderosos ficam na superfície e lá há o Jardim dos Prazeres, para os filhos dos mestres, enquanto os operários, em regime de escravidão, trabalham bem abaixo da superfície, na Cidade dos Operários. Esta poderosa cidade é governada por Joh Fredersen (Alfred Abel), um insensível capitalista cujo único filho, Freder (Gustav Fröhlich), leva uma vida idílica, desfrutando dos maravilhosos jardins. Mas um dia Freder conhece Maria (Brigitte Helm), a líder espiritual dos operários, que cuida dos filhos dos escravos. Ele conversa com seu pai, que diz que é assim que as coisas devem ser quando Josaphat (Theodor Loos) é demitido por Joh, por não ter mostrado plantas que estavam em poder dos operários. Freder pede a ajuda dele e vê as condições que existem no subsolo. Paralelamente Rotwang (Rudolf Klein-Rogge), um inventor louco que está a serviço de Joh, diz ao seu patrão que seu trabalho está concluído, pois criou um robô à imagem do homem, que nunca se cansa ou comete erro, e diz que agora não haverá necessidade de trabalhadores humanos, sendo que em breve terá um robô que ninguém conseguirá diferenciar de um ser vivo. Além disto decifra as plantas, que são de antigas catacumbas que ficam na parte mais profunda da cidade. Curioso em saber o que interessa tanto aos operários, Joh e Rotwang decidem espioná-los usando uma passagem secreta. Ao assistir a uma reunião, onde Maria prega aos operários lhes implorando que rejeitem o uso de violência para melhorar o destino e pensar em termos de amor, dizendo ainda que o Salvador algum dia virá na forma de um mediador. Mas mesmo este menor ato de desafio é muito para Joh, que ouviu a fala na companhia de Rotwang. Assim, Joh ordena que o robô tenha a aparência de Maria e diz para Rotwang escondê-la na sua casa, para que o robô se infiltre entre os operários para semear a discórdia entre eles e destruir a confiança que sentem por Maria. Mas Joh não podia imaginar uma coisa: Freder está apaixonado por Maria.

 

Atenção: O cineclube Alpharrabio coordenado pelo prof. Edmundo Epífanio Dias não é uma sala de cinema, trata-se de reuniões de apreciadores da 7ª arte nas quais nossos convidados são estimulados a ver, debater e refletir sobre o cinema. 

entrada franca


 

28 de fevereiro (sábado) 10h30

 

Lançamento do livro Sônia Guedes – Chá das Cinco, de Adélia Nicolete, Coleção Aplauso/Perfil, Imprensa Oficial, 2008)

 

Grandes atrizes são antes de tudo reconhecidas por seus colegas, com freqüência, pelos críticos especializados e finalmente, pelo público. Mas poucas conseguem a unanimidade de Sônia Guedes

O público a conhece como a mãe de Regina Duarte, do clássico seriado Malu Mulher (Rede Globo) ou de participações nas novelas: As Pupilas do Senhor Reitor (SBT); O Fantasma da Ópera (Manchete); Vidas Cruzadas (Record); Barriga de Aluguel; e Mulheres Apaixonadas (Globo). Mas é o espectador de teatro que há mais tempo tem o privilégio de acompanhar de perto a trajetória desta paulista, de Paranapiacaba, cidadezinha ferroviária da Serra do Mar.

Nascida Sônia Oliveira Guedes de Souza, filha única, durante muitos anos, de um pintor de casas. Ao se mudar para Santo André com 21 anos, anunciou para a família que ia se tornar atriz e morar numa pensão. Começou na Sociedade de Cultura Artística de São Paulo, acumulando uma série de prêmios: três Apetesp, de Melhor Atriz (Caixa de Sombras; Cerimônia do Adeus; Pérola, Estrela do Lar); Governador do Estado, de Atriz de Teatro Amador (Caixa de Sombras); de Cantora – sua atividade menos conhecida; Mambembe (Pérola, Estrela do Lar – no Rio), e ainda da APCA (Caixa de Sombras).

 É uma bela e inspiradora história, contada com muita sensibilidade pela escritora e jornalista Adélia Nicolete (autora de Luís Alberto de Abreu – Até a Última Sílaba). Mais um grande lançamento da Coleção Aplauso, da Imprensa Oficial do Estado, em seu trabalho de resgate e preservação da memória cultural brasileira.


 

Março 2008

 2 de março (segunda) 19h

 

Reunião do Fórum Permanente de Debates Culturais do Grande ABC, O Fórum é composto por um grupo de pessoas interessadas em criar um processo participativo e crítico das políticas públicas da cultura e da ação cultural na região do Grande ABC, bem como integrar ações regionais. Esse grupo vem se reunindo nas dependências da Livraria Alpharrabio, desde novembro de 2007.

 

 

07 de Março (sábado ) - 10h30

 

 

Apresentação dos livros:

José de Souza Martins - Coleção "Artistas da USP",

Editora da Universidade de São Paulo, São Paulo, 2008;

José de Souza Martins

 

Sociologia da Fotografia e da Imagem (Editora Contexto, 2008)

José de Souza Martins

 

 

 

José de Souza Martins, José de Souza Martins,

na Coleção "Artistas da USP", 

Edusp, formato 21x20 cm., 184 pp.

 

Concebido a partir das evidências visuais do que nega amplamente a consciência otimista de uma sociedade que se crê condenada ao progresso sem fim, este é um livro do contra. Como convém a um livro de fotografias, linguagem dos opostos. Do contra porque se apóia na visibilidade do destrutivo, nas expressões das contradições que minam cotidianamente o progresso, no desfazer que se dá no próprio movimento da feitura, no desproduzir que resulta inevitavelmente da produção, na pobreza visual das ruínas da opulência. Este é um livro sobre a imagem fotográfica das expressões silenciosas da menos-valia.

 

Sociologia da Fotografia e da Imagem (Contexto, 2008), brochura, formato 16x23cm, 208 pp.

Neste livro, o autor mostra como a Sociologia e, também, a Antropologia podem encontrar em fotografias e imagens indícios de relações sociais, de mentalidades, de formas de consciência social, de maneiras de ver o mundo, de nele viver e de compreendê-lo.

Trecho do livro

Das formas de expressão visual da realidade social, a fotografia é aquela que ainda procura o seu lugar na sociabilidade contemporânea. Talvez porque tenha sido, por muito tempo, a mais popular de todas, ao alcance de um leque amplo de usuários e instrumentalizada por uma variedade significativa de imaginários.

Na ocasião, abertura da exposição fotográfica Carandiru – A presença do ausente – José de Souza Martins


9 de março (segunda-feira) 18h30 às 21h

Lançamento do livro

ALTERNATIVA POLÍTICA NO CONTEXTO FEDERATIVO

Integração Regional no Grande ABC Paulista

de 

Regina Célia dos Reis

 

 

 

A partir da década de 80, as transformações ocorridas no cenário político e econômico internacional, associadas às mudanças do processo produtivo, exerceram um impacto negativo principalmente para a economia das regiões mais industrializadas do país. Além disso, o processo de descentralização política acentuou ainda mais os problemas de organização dos estados e municípios brasileiros.

Neste contexto, vislumbrou-se uma tendência à formação de novos arranjos institucionais de integração horizontal envolvendo a participação do poder público e demais setores da sociedade civil, com objetivo de promover a recuperação do tecido econômico e social destas regiões. A articulação política regional desenvolvida no Grande ABC Paulista indica a constituição de uma nova dimensão da política no plano da integração regional. Os resultados que se apresentam

confirmam a hipótese de que esta experiência pode ser considerada referência, uma alternativa política com vistas à formação de um novo pacto federativo no Brasil.

 

REGINA CÉLIA DOS REIS - Doutora em Ciência Política pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC/SP). Possui mestrado e graduação em Ciências Sociais pela PUC/SP. Tem experiência na área de ciência política, com ênfase em teoria política contemporânea, pesquisando e atuando em assuntos relacionados aos temas: política regional, planejamento governamentais, relações intergovernamentais, políticas públicas e análise institucional.

Atualmente é Coordenadora de Planejamento e Gestão do Consórcio Intermunicipal Grande ABC.

 

Conteúdo:

· O Consórcio Intermunicipal Grande ABC no contexto

do federalismo brasileiro

· A Câmara Regional: novos atores em cena

· O desenvolvimento econômico regional

· Os limites e potencialidades da experiência regional do Grande ABC

Área: Ciência política

Editora: Blucher

ISBN 978-85-61209-49-0

Ano de publicação: 2008

Formato médio: 17x24 cm

192 páginas

 R$ 48,00

 

13 de março (sexta-feira) 18h e

14 de março (sábado) 10h30

 

 

Diversas atividades (lançamentos, leituras, palestras), em comemoração ao Dia Nacional da Poesia, coordenadas pelos poetas Zhô Bertholini e Jurema Barreto de Souza.

 

Dia Nacional da Poesia: multiplicidade poética

“queremos a poesia para afastar este ócio duro de roer que a dita cuja modernidade nos impõe. para remexer os quadris nesta estagnação onde somos meros espectadores de um sistema altamente passivo. queremos a poesia para circular idéias e descurtir  o tédio que assola as discussões sobre o que vale a pena ou não. muito, muito mais que literatura, queremos a poesia como elemento  essencial, não somente para sermos encadernados e distribuídos no varejo, mas sim para absorver a liberdade que ela nos proporciona. sim, simplesmente por estarmos soltos nesta órbita de criatividade é que acreditamos no que queremos. no mais, a vida continua entre passos e espaços...” Jurema Barreto de Souza e Zhô Bertholini, editores da Revista literária a Cigarra

 

Dia 13 de março: 18 às 21horas

Lançamento do” Zine Zero – 3, os cigarristas, multiplicidade poética.(a cigarra edições)

Leituras poéticas dos  editores: Zhô Betholini, Jurema Barreto de Souza, dos editados: Danilo Bueno, Ana Elisa Ribeiro, Hélio Neri, Angélica Freitas, Amarildo Anzolin, Vanessa  de L’ange e Fabiano Calixto.

E dos presentes que quiserem correr o risco de libertar dos livros a palavra.

Projeção de trechos da entrevista do poeta Ferreira Gullar no programa Umas Palavras de Bia Corrêa do Lago

participação especial:

Projeto In Cantaria de São Caetano do Sul

Dia 14 de março: 10h30 às 13 horas

12 às 12h30

Apresentação do Trio Conversa Mole

Choros e Valsas

Edu Moreno – flauta

Carlinhos 7 cordas – violão

Lúcio Costa – Bandolim


 

18 de março (quarta-feira) - 14h30

Cineclube - Fritz Lang

 

O Tigre de Bengala

O arquiteto Harald Berger é chamado para ir à Índia por Chandra, Marajá de Eschnapur e se apaixona pela bela dançarina Seetha. No entanto, ela já está prometida ao Marajá. Essa traição aumenta a ira do vingativo Chandra, que está lutando sozinho contra seu irmão maquinador, em busca de poder. Os amantes são, então, forçados a fugir para o deserto. Depois de mais de duas décadas de exílio em Hollywood, o mestre Fritz Lang retorna de maneira triunfal para a Alemanha, realizando este exuberante filme, escrito quarenta anos antes. Filmado em Eastmancolor e seguindo a tradição dos seriados aventureiros, "O Tigre de Bengala" está entre as mais belas e exóticas aventuras germânicas de todos os tempos. Nas suas inúmeras viagens pela Índia, Lang sempre pensava em filmar a vida do famoso Taj Mahal. O projeto não foi à diante, mas depois de um convite do produtor Artur Brauner ele decide, enfim, realizar um sonho antigo.

O Tigre de Bengala

Fritz Lang - Direção / Roteiro
Richard Angst - Fotografia
Michel Michelet - Música
Claudia Herberg, Günther Brosda - Figurino
Helmut Nentwig, Willy Schatz - Direção de Arte

País de produção: Alemanha, França e Itália

101min, 1959

 

Atenção: O cineclube Alpharrabio coordenado pelo prof. Edmundo Epífanio Dias não é uma sala de cinema, trata-se de reuniões de apreciadores da 7ª arte nas quais nossos convidados são estimulados a ver, debater e refletir sobre o cinema. 

entrada franca


 

19 de março (quinta-feira) - 18h30 às 21h

 

Encontro com o escritor Pernambucano Juareiz Correya

Lançamento: Arraes e Ascenso

Um livro sobre Miguel Arraes, ex-governador de Pernambuco, e um livro póstumo do poeta pernambucano Ascenso Ferreira, são lançados pelo editor e poeta pernambucano Juareiz Correya, que também manterá uma conversa com o público presente à livraria.

Publicado no ano do segundo aniversário da morte do ex-governador pela Fundação João Mangabeira / PSB (Brasília, 2007), o livro ARRAES NA BOCA DO POVO (Cordéis & Repentes), organizado por Juareiz Correya, reúne trabalhos de sete poetas de cordel e de oito poetas-repentistas que contam em versos a trajetória política, numa quase-biografia poética, de Miguel Arraes de Alencar, considerado "o eterno governador de Pernambuco". O livro reproduz integralmente cordéis de autoria de José Soares, Severino Carlos, Leonardo Rodrigues dos Santos, João José da Silva, F.J. da Silva (Andorinha), José Bento da Silva e José Francisco Borges (J. Borges); e os versos de repentes de Lourival Batista, Jó Patriota, Ivanildo Vila Nova, João Furiba, Diniz Vitorino, Sebastião Dias, Rogério Menezes Sobrinho, Antonio Marinho do Nascimento.

O livro OUTROS POEMAS & INÉDITOS, de Ascenso Ferreira, também organizado por Juareiz Correya (Panamerica Nordestal Editora, Recife, 2006), lançado em homenagem ao 110º aniversário de nascimento do poeta, é uma publicação póstuma do autor de Catimbó, Cana Caiana e Xenhenhém, clássicos do Modernismo Brasileiro. Reúne 21 poemas apenas publicados e dispersos em jornais e revistas da época em que o poeta produzia a sua originalíssima poesia. Os poemas são ilustrados por 11 artistas plásticos pernambucanos contemporâneos e até por Pablo Neruda. Historietas, vários escritos (prefácios, cartas, depoimento) e opiniões sobre Ascenso Ferreira de autoria de Manuel Bandeira, Sérgio Milliet, Mário de Andrade, Luís da Câmara Cascudo, Roger Bastide, Paulo Cavalcanti, José Castello, Maria de Lourdes Medeiros (a companheira) e Maria Luiza Medeiros Gonçalves Ferreira (a filha), entre outros, completam a segunda parte do livro – "A Prosa do Poeta".

 

 


 

21 de março

(sábado - 10h30)

(lançamento)

 

Lançamento do livro Cultura e Literatura - diálogos

de Valmir de Souza

"Esta coletânea de textos, com tempos e pesos diferentes, é animadora numa perspectiva de práxis político-cultural: parte das teorias para as práticas e dessas mesmas práticas avança para metalinguagens críticas e reflexivas, jamais tautológicas" Nilson Moulin, na orelha do livro

Valmir de Souza, Doutor em Letras e Professor de Literatura Brasileira, Teoria Literaria, História da Cultura e Arte Brasileira. Defendeu a tese Murilo Mendes: da história satírica à memória contemplativa (2006, USP). Pesquisador nas áreas de cultura, Literatura e História, temas sobre os quais publicou inúmeros artigos. Atuou como pesquisador e coordenador na Área de Políticas Culturais do Instituto Pólis. Ex-Diretor de Cultura de Santo André, SP (1999-2000). Realiza pesquisa nas áreas de Cultura, Literatura e História.


 

 

25 de março (quarta-feira) - 14h30

Cineclube - Fritz Lang

 

Sepulcro Indiano

Na grande tradição da série de histórias de suspense, este filme retoma o ponto final de "O Tigre de Bengala". Depois de descoberto o romance, o arquiteto alemão Harald Berger e a bela dançarina Seetha fogem pelo deserto indiano. Nesta segunda parte, o caos toma conta de Eschnapur. Além da caça ao casal, há um plano entre os sacerdotes em depor o marajá. A fotografia exuberante reina neste filme, realizada pelo veterano fotógrafo Richard Angst, responsável pelos filmes de montanha de Arnold Franck e Leni Riefenstahl. A geração dos Cahiers du Cinema consideram este filme um dos pontos alto da carreira de Lang.

 

Sepulcro Indiano

Fritz Lang - Direção / Roteiro
Louis de Masure, Eberhard Meischner - Produção
Werner Jorg Luddecke, Thea von Harbou - Roteiro
Richard Angst - Fotografia
Gerhard Becker, Michel Michelet - Trilha Sonora
Walter Wischniewsky - Edição 
Helmut Nentwig, Willy Schatz - Direção de Arte
Gunter Brosda, Claudia Herberg - Figurino
Billy DanielRobby Gay - Coreografia

País de produção: Alemanha, França, Itália e Estados Unidos

120min, 1959

 

Atenção: O cineclube Alpharrabio coordenado pelo prof. Edmundo Epífanio Dias não é uma sala de cinema, trata-se de reuniões de apreciadores da 7ª arte nas quais nossos convidados são estimulados a ver, debater e refletir sobre o cinema. 

entrada franca


 

28 de março (sábado) 10h30 

IDÉIAS DE ENCONTRO

Idéias de Encontro é um ciclo de discussões filosóficas que existe desde agosto de 2003 

(Coordenadora de 2009 - Profa. Juliana Rodrigues)

DIREITO E SOCIEDADE CONTEMPORÂNEA

 

Um bate-papo entre três jovens estudiosos de Filosofia do Direito, autores de obras que militam na corrente crítica da teoria jurídica, sobre questões atuais da relação entre Direito e sociedade.

 

Celso Naoto Kashiura Jr.

Professor do curso de Direito das Faculdades Integradas Padre Albino

Mestre e doutorando pela Faculdade de Direito da USP

Autor de Crítica da igualdade jurídica: contribuição ao pensamento jurídico marxista (SP: Quartier Latin, 2009)


Silvio Luiz de Almeida

Professor da Universidade São Judas Tadeu

Mestre pelo Mackenzie e doutorando pela Faculdade de Direito da USP

Autor de O direito no jovem Lukács: a filosofia do direito em História e consciência de classe (SP: Alfa-Ômega, 2006)

 

Tarso de Melo

Professor da Faculdade de Direito de São Bernardo do Campo

Mestre e doutorando pela Faculdade de Direito da USP

Autor de Direito e ideologia: um estudo a partir da função social da propriedade rural (SP: Expressão Popular, 2009)

 Lançamento do livro
Direito e Ideologia: um estudo a partir da função social da propriedade rural

de Tarso de Melo


Editora Expressão Popular, SP, 2009

Entrada Franca

 

 30 de março (segunda) 19h

 

Reunião do Fórum Permanente de Debates Culturais do Grande ABC, O Fórum é composto por um grupo de pessoas interessadas em criar um processo participativo e crítico das políticas públicas da cultura e da ação cultural na região do Grande ABC, bem como integrar ações regionais. Esse grupo vem se reunindo nas dependências da Livraria Alpharrabio, desde novembro de 2007.

 

Atenção: Todas as atividades têm entrada franca

 horário de funcionamento

de segunda/sexta, das 13 às 19h

sábado, das 9h30 às 13h

 

ATENÇÃO

Nosso endereço:
 Rua Eduardo Monteiro, 151 - Jd. Bela Vista
Santo André - SP - Brasil

Fone: (11) 4438.4358 - e-mail: alpharrabio@alpharrabio.com.br

www.alpharrabio.com.br

 

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