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PROGRAMAÇÃO


J U L H O DE 2018


11 de maio até 14 de julho
exposição


07 de julho
sábados perversos


13 de julho
lançamento



Projeto : estágio dos alunos da UFABC

Coordenação Profª. Marilia Mello Pisani


17 de julho (3ª feira)  14 às 18h
oficina de bordado e poesia


19 e 27 de julho - 18h30 às 21h30
resistência poética no abc


21 de julho
filosofia para criança, com lançamento de livro


24 de julho
café filosófico feminista


25 de julho
sindicalismo




J U L H O




até 14 de julho 

 

 

 

APAGÃO

GISELE OGERA

Curadoria Cristina Suzuki

 

 

Gisele Ogera, artista visual paulistana que vive e trabalha na cidade de Juiz de Fora (MG) é persistente quando o assunto é LÂMPADA. O processo de dissecamento do objeto passou por colecionar desde modelos recentes até muito antigos (em seu acervo constam lâmpadas usadas em rádio e em iluminação pública), depois desenhou seus filamentos, reproduziu a imagem em gravuras, desmontou, projetou, empilhou, etc. Para sua primeira exposição individual intitulada Apagão, a artista apresenta uma seleção de trabalhos que reconfiguram nosso olhar para observar suas esculturas que além de belas também são inquietantes.

 

 

Gisele Ogera

Artista Plástica, graduada pelo IAD Instituto de Artes e Design da Universidade Federal de Juiz de Fora (MG) em 2009. Realiza trabalho autoral e ministra aulas de desenho.  Realizou curso livre na Escola de Artes Visuais do Parque Laje, Rio de Janeiro, com Efraim Almeida e Marcelo Campos em 2015. Fez acompanhamento de processo artístico no Laboratório de Artes Visuais da Galeria OMA em São Bernardo do Campo, São Paulo, sob orientação de Cristina Suzuki em 2016 e participou do Núcleo de Estudos em Arte Contemporânea da Adelina Galeria, São Paulo com orientação de Julia Lima.

 

Exposições: Primeiro Circuito de Arte Atual Pró-Reitoria de cultura da UFJF Juiz de Fora – 2015.  Participação no projeto “ Duolhodágua com-vida na praça”, como artista convidada, Funalfa, Juiz de Fora – 2016.  Participação no projeto ‘’Anatomia do Contato’’, como artista plástica e cenógrafa. LICRD, Laboratório de Imagem, Criação e Dança. UFRJ, Rio de Janeiro- 2016. Exposição coletiva de processos no Laboratório OMA de Artes Visuais, Galeria OMA, São Bernardo do Campo, São Paulo – 2016. Gabinete Contemporâneo de Curiosidades, Galeria Hiato, Juiz de Fora, 2017. Obra selecionada no 45º Salão de Arte Contemporânea Luiz Sacilotto, Prêmio Aquisição, Santo André, SP – 2017.

 

 

 

SERVIÇO

 

ALPHARRABIO LIVRARIA E EDITORA

Rua Eduardo Monteiro, 151

Santo André – SP

4438-4358

 

Abertura: 11.5.18 às 19h

Visitação: 12.5 a 14.7.18

seg a sex – 13h às 18h30 | sáb – 9h30 às 13h

 




07 de julho (sábado) 11h 

 

07 de julho, das 11 às 13h

A coordenação deste encontro estará a cargo da poeta Deise Assumpção.

Leitura crítica do poema APROXIMAÇÃO DO TERROR de Murilo Mendes a partir da análise do mesmo por Murilo Marcondes de Moura, intitulada OS JASMINS DA PALAVRA JAMAIS. Fonte: Bosi, Alfredo (org.), Leitura de poesia, São Paulo, Ática, 1996.

.

 

"Sábados PerVersos - A Poesia em Questão", projeto de leitura crítica de poesia entra no seu quarto ano. Os encontros mensais ocorrem interumptamente desde novembro de 2014, contando sempre com um grupo interessado e interessante de pessoas que leram, discutiram, promoveram, escreveram e publicaram poesia.  É, sem dúvida, nosso projeto mais exitoso dos últimos anos.

Informamos que a partir de agora, por problemas de acerto de agenda da livraria, os encontros passam a ocorrer no primeiro sábado de cada mês. No resto, o formato e o horário são os mesmo. Um coordenador diferente para cada encontro e entrada franqueada a qualquer interessado, sem nenhum pre-requisito.



13 de julho 


 

13 de julho (sexta-feira) 18h30 horas

 

Performance Poesia Viva Poesia,

 

seguida do Lançamento do livro

 

JURAS SECRETAS

 

de Artur Gomes 

 

 

 

Poesia Viva Poesia

Artur Gomes

É uma Performance Poética onde  o poeta e ator Artur Gomes, passeia com sua poesia viva, extraída dos livros: Suor & Cio (1985), Couro Cru & Carne Viva ( 1987), CarNAvalha Gumes (1995), BraziLírica Pereira: A Traição das Metáforas (Alpharrabio - 2000), SagaraNAgens Fulinaímicas (2015) e Juras Secretas que está sendo lançado  pela Editora Penalux.

 

 

poeta.ator.vídeo.maker produtor cultural

 

Exímio intérprete de poesia, Artur Gomes já realizou uma centena de performances por inúmeras cidades brasileiras, em apresentações solos, ou dividindo o palco com seus músicos parceiros no show Fulinaíma Sax Blues Poesia. Em Poesia Viva Poesia Artur Gomes mergulha também no universo poético de poetas tais como Torquato Neto, Paulo Leminski e Ferreira Gullar.

 

Como poeta tem ainda publicado os livros:

 

Um Instante No Meu Cérebro – 1973

Mutações em Pré-Juízo – 1975

Além da Mesa Posta – 1977

Jesus Cristo Cortado de Cana – 1979

Boi-Pintadinho – 1980

20 Pomas com Gosto de JardiNÓpolis & Uma Canção com Sabor de Campos (ed. Makondo 1990)

Concretude Versus ConkrEreções – 1994

 

Tem poemas publicados nas seguintes Antologias:

Carne Viva – (Ed. Anima 1985) Org. Olga Savary 

Eco Arte – (Ed. UFMT – 2012) Org. Michelle Sato

Do Requinte do Lírico ao Delicado do Erótico (Ed. UFMG – 1997 ) Org. Sebastião Nunes

Mostra Internacional de Poesia Visual (1990) Org. Fernando Aguiar

Dimensão – (1996) Org. Guido Bilharinho

 

Em 1983 criou o projeto Mostra Visual de Poesia Brasileira com o objetivo de reunir em um mesmo espaço físico todas as linguagens poéticas contemporâneas. Em 1993 em sua décima edição em  parceria com o Grupo Livre Espaço de Poesia a MVPB foi realizada pelo SESC-SP em homenagem ao centenário de Mário de Andrade.

 

De 1985 a 2002 Artur Gomes dirigiu a Oficina de Artes Cênicas do Cefet Campos, hoje IFF Fluminense. De 2011 a 2012 Dirigiu  Oficinas de Produção Cine-Vídeo no IFF Campus Campos Centro. De 2014 a 2016 dirigiu Oficinas de Teatro no Sesc Campos. Em 2017 dirigiu o Curso Teatro  MultiLinguagens  no Sinasefe ( Sindicato nacional dos Servidores Federais da Educação Tecnológica) núcleo do IFF Fluminense.

Em 1988 – Apresentou  performance A Cor da Pele, com a poesia do livro homônimo do poeta Mineiro Adão Ventura, no IBILCE-UNESP em são José do Rio Preto-SP

Em 1995 criou o Projeto Retalhos Imortais do SerAfim – Oswald de Andrade Nada Sabia de Mim – realizado pela UFMG no Festival de Inverno de Ouro Preto-MG e pelo SESC-SP.

Em 1996 dirigiu a Oficina Literária – Criação de Artifícios no SESC Campinas-SP

Em 1996 Dirigiu a Escolinha de Teatro Alpharrabio em Santo André-SP onde fez a montagem da peça O Cavalinho Azul de Maria Clara Machado – apresentada no SESC São Caetano-SP e SESC Carmo-SP

De 1996 a 2016 foi um dos poetas convidados do Congresso Brasileiro de Poesia – Bento Gonçalves-RS

De 1999 a 2004 Artur Gomes foi Diretor de Projetos Especiais da Fundação Cultural Jornalista Oswaldo Lima, onde criou o FestCampos de Poesia Falada, aberto a participação de poetas de todo território nacional.

Em 2002 lançou o CD Fulinaíma Sax Blues Poesia, com os seus parceiros musicais Dalton Freire, Luiz Ribeiro, Naiman e Reubes Pess.

Em 2005 foi um dos novos bárbaros  escalados para o projeto Poesia na Idade Mídia,  criado pelo poeta/jornalista Ademir Assunção e realizad0 pelo Itau Cultural São Paulo, onde se apresentou com a performance Fulinaíma Outras Vozes Outras Falas.

Em 2007 fez performance e dirigiu Oficina na Feira do Livro de Imperatriz-MA

Em 2008 fez performance e Dirigiu Oficina na 7ª Feira do Livro de São Luís – Maranhão-MA

Em 2014 participou da Caravana do IV Encontro de Cultura e Arte Entre Povos, circulando por cidades do Estado do Rio de Janeiro, Espírito Santo e Minas Gerais.

Em 2014 – fez performance no SESC Piracicaba-SP

Em 2015 Dirigiu a Oficina O Amor e Outras Poéticas, com performances abordando a poesia de Torquato Neto e Paulo Leminski no SESC Glória em Vitória-ES.

Em 2015 – fez performance no SESC São Carlos-SP na programação da Virada Cultural Paulista

Em 2017 fez performance no Artefatos Poéticos em São Paulo – Sarau Organizado por Cesar Augusto Carvalho.

Em fevereiro de 2018 fez apresentação com seus parceiros Dalton Freire e Álvaro Manhães da performance poética musical Sax Blues Poesia, na Tenda Cultural do Farol de São Thomé – Campos dos Goytacazes-RJ – na programação de verão da Fundação Cultural Jornalista Oswaldo Lima

Em abril de 2018 fez apresentação com seus parceiros Dalton Freire, Álvaro Manhães, Ivih Cabral e Carolina Petrucci da performance poética musical Sax Blues Poesia, dentro da programação dos 50 anos do  Teatro de Bolso – Procópio Ferreira – em Campos dos Goytacazes-RJ.

Atualmente é professor de interpretação do Curso Livre de Teatro da Fundação Cultural Jornalista Oswaldo Lima, em Campos dos Goytacazes-RJ  e produz o Sarau Baião de Dois, que acontece todas as últimas sextas-feiras de cada mês no SINASEFE  IF Fluminense – Rua Álvaro Tâmega, 132  em Campos dos Goytacazes-RJ

 

Zé Pedro Antunes

Fulinaíma MultiProjetos

portalfulinaima@gmail.com

(22)99815-1266 - whatsapp 

 

 

SERVIÇO

 

13 de julho (sexta-feira) 18h30

Lançamento do livro Juras Secretas de Artur Gomes

 

Local:

ALPHARRABIO LIVRARIA E EDITORA

Rua Eduardo Monteiro, 151

Santo André – SP

4438-4358 




17 de julho - 3ª feira) 14 às 18h 

 

OFICINA DE BORDADO E POESIA

com os poemas de Dalila Teles Veras

 

Você tem alguma memória  sobre o Grande ABC? Sabe bordar ou quer muito aprender? Gosta de poesia? Então, você está convidado para uma tarde de bordado, poesia e partilha de memória sobre o ABC. Traga seus tecidos, agulhas e fios e vamos, junt@s, bordar nossas memórias.

 

Oficina: O bordado como dimensão poética

 

Programação da Oficina

Com a inspiração poética de Dalila Teles Veras e por meio de memórias da região do ABC, o público será convidado a elaborar coletivamente uma poesia do ABC com as imagens e palavras que acreditam representar a região. Em seguida, serão ensinados aspectos básicos do bordado para que possam materializar a poesia pensada com as próprias mãos.

Gleyce Borges

Graduanda no Bacharelado em Ciências e Humanidades e da licenciatura em Filosofia na Universidade Federal do ABC (UFABC) desde 2015, vislumbrou no projeto interdisciplinar uma maneira de manter-se próxima às multi perspectivas do mundo. Seu apreço pelas artes manuais levou-a conhecer o bordado em janeiro deste ano, através de um grupo chamado “O fio que nos une” com encontros mensais no Centro Cultural Alfredo Volpi em Itaquera, que retiram da literatura inspirações para bordar. Desde então, dedica-se a essa forma de arte e seu potencial de criação coletiva.

 

Proposta:

Partindo do princípio que o bordado é um objeto concreto que pode ter uma dimensão poética, temos em vista uma oficina que por meio do bordado investigue as imagens do ABC existentes no imaginários daqueles que ali vivem ou transitam. Tendo um enfoque na memória e no esquecimento, trabalharemos em conjunto para discutir e elaborar um poema-bordado sobre o ABC, que pode ser composto de palavras ou de imagens.

 Os poemas de Dalila Teles Veras serão o ponto de partida da oficina, a fim de prestar-lhe  reconhecimento sobre o seu papel na preservação e construção da identidade do ABC por meio do seu trabalho de grande valor arqueológico e também reconhecê-la enquanto poetisa cujos versos são interpelados por sua vivência.

A leitura de alguns poemas escolhidos serão feitos pelos próprios participantes da oficina para que eles entrem em contato com a poesia em si e entre si, visto que, após a leitura faremos um breve discussão das imagens evocadas pelos poemas.

Em posse de uma base conceitual do que seja poesia, faremos o processo inverso ao interior, isto é, pensaremos sobre as imagens que os participantes têm do ABC e como isso poderia ser expresso na forma de poesia. Logo, em um primeiro momento, cada um fará uma breve apresentação de si e de sua relação com o ABC, seja este morador ou não da região. Ao fim das falas, faremos uma discussão sobre o que há de comum entre as imagens apresentadas sobre o ABC, enfatizando o papel da memória enquanto formador de uma identidade coletiva: aquela dos moradores do ABC. Desse modo, aquilo que a maioria lembra ou que esquece será objeto de discussão, inspirando-se em certa medida nas obras de

Nietzsche e Jeanne Marie Gagnebin que tratam da questão da memória.

 Após a discussão, será pedido que cada um borde livremente a sua poesia sobre uma memória latente do ABC, podendo ser em forma de desenho ou texto. A etapa de desenho do bordado em um papel pode ser ou não feita dependendo do grau de afinidade do participante com o bordado. 

Objetivo

O objetivo ao longo da oficina é explicitar que a noção de não-esquecimento e de esquecimento é essencial à cultura e um povo, isto é, aquilo que se lembra e que se esquece forma a identidade coletiva. Além disso, a poesia e o bordado serão um mote para que o indivíduo construa algo de concreto, isto é, que ele torne ação aquilo que se encontra de maneira abstrata. Dessa forma, pretendemos que os indivíduos se reconheçam como seres históricos que produzem história por meio de suas ações e, em específico, suas ações voltadas para a criação de uma imagem da região do ABC.

Justificativa

O fazer poético tem um papel na história que é diferente da sua mera transmissão por colocar a subjetividade do indivíduo em cena. Aquele que fala sobre um objeto ou momento histórico faz uma escolha pessoal das palavras ou imagens na medida em que também está implicado no processo histórico, por isso, a poesia será utilizada para explorar a dimensão da história para além de sua transmissão.

Por outro lado, a consolidação da memória não é feita isoladamente, ou seja, depende da relação com o outro, do mesmo modo que o ato de bordar é transmitido, por isso, a escolha desse ato coletivo e colaborativo como finalizador da oficina. Desse modo, a poesia materializada no bordado adquire um caráter orgânico assim como a história, pois pode ser dado sempre um novo ponto, do mesmo modo que o indivíduo pode agir na história simplesmente agindo.

 

 Etapas/ metodologia:

● Apresentação da oficina e do espaço (15 minutos)

● Leitura de poemas da Dalila Teles Veras pelos participantes (15 - 20 min)

● Discussão sobre as imagens evocadas pelos poemas (1h)

● Questionamento: Como seria um poema do ABC?

● Vivências individuais e imagem coletiva da região

● A poesia bordada. (1h)

 Materiais

● Linha ● Agulha ● Tecido ● Lápis ● Papel ● Tesoura

Será requerido que os participantes tragam os tecidos, agulhas e linhas. Sendo os demais materiais disponibilizados por quem organizar a oficina.

Duração: 3 ou 4 horas
Data:
17/07
Público-alvo:
Adultos que tenham, preferencialmente, afinidade com o bordado.

 

Bibliografia :

GAGNEBIN, Jean Marie. Lembrar Escrever Esquecer . São Paulo: Editora 34,

2006. 224 p.

FRIEDRICH, Nietzsche. Segunda Consideração Intempestiva: Da utilidade e

desvantagem da história para a vida . Rio de Janeiro: Relume Dumará, 2003

(Conexões 20)

 

 



19 e 27 de julho

 

 

19 de julho (5ª feira) e 27 de julho (6ª feira)

 

18h30 às 21h30

 


 

 

Resistência Poética no ABC

 

 

Descrição:

A trajetória da região do ABC é bastante conhecida pela movimentação de luta e resistência que aqui habitavam e ainda habitam. Ao longo de sua história, as sete cidades foram palco de distintos movimentos que buscavam ser agentes de transformação e força, entre eles o movimento operário Sindical e o movimento Anarquista e Punk.

 

Tal passado ecoa no presente e mesmo com certa negação dessa memória por parte da população, hoje a região conta com o surgimento - e continuidade - de espaços e grupos de luta política.

 

Em uma tentativa de recuperar, relembrar e possibilitar  espaços e movimentos de  luta no ABC paulista, a Livraria e Centro Cultural Alpharrabio, recebe a exposição fotográfica Resistência Poética no ABC” na qual os fotógrafos Vinícius Pimenta e Marcos Fantini realizam a exposição de dois ensaios que transmitem qual a relação do presente hoje existente com a memória de tal trajetória da região. Enquanto Vinícius trata a partir de retratos a persistência do movimento operário do ABC e suas conquistas, Marcos expõe as memórias existentes daqueles que vivenciaram e vivenciam o Punk nas sete cidades.

 

Somam-se a isso eventos inaugurais que acontecerão nos dias 19 e 27 de Julho referente a cada um dos ensaios, contando com artistas do próprio ABC e a seguinte programação:

 

 

19 de julho (5ª feira) 18h30 às 21h30

Sarau da Resistência Poética ABC

 

A Luta Operária

Sarau da Resistência

Pocket-show do grupo Rap´sicologia

Pocket-show do projeto Rap Salva Vidas

 


 

 

27 de julho (6ª feira) 18h30 às 21h30

Resistência Poética

 

O Movimento Punk

 

Exposição de artes plásticas: Laís dos Santos Silva

Roda de Conversa com

Casa da Lagartixa Preta
Lucas Dourado [88 Não!]

Antônio Carlos (membro do Centro de Cultura Social de SP)

 

Pocket-Show: 88Não! e Punk Canibal

 

Entrada Gratuita .




21 de julho (sábado) 10h 

 

 

21 de julho – 10h às 12h30

 

 

Filosofia para crianças, com lançamento de livro Fábula sobre o começo do Mundo, de Maria Cecilia Gomes dos Reis (Histórias da Mata Virgem) e contação de história

 

O lançamento será acompanhado por uma contação de história conduzida pela própria autora do livro, seguido de uma roda de conversa a respeito das técnicas utilizadas no processo de leitura e contação de histórias a fim de favorecer a interação entre adultos e crianças.

 

Aberto a todos os intressados, mas fazemos um convite especial às crianças da faixa etária de 6 a 10 anos.



24 de julho

 

24 de julho - 14h.

 

 

Café filosófico feminista

 

 

Feminismo interseccional - Angela Davis - Masculinidades - Roda de Conversa

 

Piquenique - Audição coletiva do EP 129129 da Artista Lay

 

 


 

Data: 24/07 - horário de início: 14h.

→ inscrições pelo e-mail: analu.ufabc@gmail.com

 





25 de julho

25 de julho - 15h -

Filosofia política contemporânea para sindicalistas

 




 horário de funcionamento

de segunda/sexta, das 13 às 18h30

sábado, das 9h30 às 12h30

 

ATENÇÃO

Nosso endereço:
 Rua Eduardo Monteiro, 151 - Jd. Bela Vista
Santo André - SP - Brasil

Fone: (11) 4438.4358 - e-mail: alpharrabio@alpharrabio.com.br

www.alpharrabio.com.br

 

Visite a Livraria e o Café Alpharrabio

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