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Reunião do Fórum
Permanente de Debates Culturais do Grande ABC,
O Fórum
é composto por um grupo de pessoas interessadas em criar um
processo participativo e crítico das políticas
públicas da cultura e da ação cultural
na
região do Grande ABC, bem como integrar
ações
regionais. Esse grupo vem se reunindo nas dependências da
Livraria Alpharrabio, desde novembro de 2007. |
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Lançamento do livro
Conceição Bastos |
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Sobre
o livro:
Um diário (ainda que toda
poesia tenha um pouco de diário) tem ainda mais razões para se ouriçar
diante de quem pretende invadi-lo, como a proteger segredos cuja guarda
é tão insuportável quanto sua revelação. É
assim que os textos ocupam essa área nebulosa entre guardar e revelar
(que, no limite, é também entre confiar e desconfiar do leitor), e
talvez por isso tenhamos um livro repleto de trânsitos entre dentro e
fora, cidade e corpo, sonho e realidade, ou, como diz a poeta, entre
limbo e Olimpo. Conceição
Bastos, quando traz seu Diário à praça, preserva consigo ”a
palavra/ Submersa/ Palavra-âncora/ chave para a porta do calabouço”.
Mas, leitor, não se apresse em dizer se a chave aí é a que abre ou a
que fecha; a que permite a entrada ou a que bloqueia. Como boa ouriça,
aquilo que nela é defesa também é ataque. Proteja-se. Tarso
de Melo Diário
de uma mulher em rota de chuva
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Conceição
Bastos – nasceu em R. do Pombal – BA, em 1961 – veio para SP em
1987, desde então volta periodicamente aos caminhos da roça. Aportou
em SBC em 2001, desde então transita por SP, SBC, Mauá e Sto André.
Tem textos publicados em Estas histórias, antologia das oficinas de
criação literária do MLSegall, 2005; na Revista Tantas Letras 2010, e
alguns textos esparsos publicados em zines e blogs. Premiada em concurso
literário – 1º lugar na categoria poesia/2010, em SBC. Atualmente
participa do projeto Tantas Letras. Tem um projeto literário inconcluso
no blog umlivrodecapavermelha.blogspot.com |
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Conversa de livraria para
Na
oportunidade, o artista Carlos Sereno fará a leitura encenada do livro,
seguida de uma conversa com os autores que ficarão à disposição para
autógrafos. |
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Não é por acaso que o autor do texto,
Júlio Gonçalves Dias, tem formação em Filosofia (além de ser sociólogo).
Muitas das perguntas que as crianças se fazem, especialmente nesta idade
que A menina e o Sol representa, têm a possibilidade de um aprofundamento
tão bem lapidado e sensível, dentro de um curto diálogo na essência
que o fio da pergunta lança. É um diálogo bem dosado que instiga o
"desembrulhar" da menina para outras e mais outras
perguntas...sendo fiel às inquietações
das crianças ao se debruçarem, curiosas, para conhecer o mundo.” Editora Saraiva |
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Constança Lucas:
artista visual e ilustradora. Trabalha e vive em São Paulo. Atualmente
é doutoranda em Artes Visuais, área Poéticas Visuais, pela Universidade
de São Paulo (ECA/USP). Júlio
Gonçalves Dias: nasceu
em Novo Horizonte, interior de São Paulo. Estudou Sociologia e Filosofia,
deu aulas, trabalhou com jovens em projetos sociais e com crianças na
rua. |
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Reunião do Fórum
Permanente de Debates Culturais do Grande ABC,
O Fórum
é composto por um grupo de pessoas interessadas em criar um
processo participativo e crítico das políticas
públicas da cultura e da ação cultural
na
região do Grande ABC, bem como integrar
ações
regionais. Esse grupo vem se reunindo nas dependências da
Livraria Alpharrabio, desde novembro de 2007. |
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. Primeiro livro do autor. Segundo ele "um muro sendo pichado por anjos. Uma tentativa poética de rompimento, de insurgência à moralidade, aos claustros da linguagem, à necessidade de ser "digestiva" para o leitor, de ser bonita. Não aspira nem teme o fracasso. Fere ao acaso, e não lambe se lhe pedem. Não cutuca, nem fica de braços cruzados. Não faz o que se espera dela. Enfim uma poética amoral, que, em qualquer círculo que entre, nunca faz aquilo que se entende por poesia."
AMoral Poética Henrique Pontes Editora Multifoco - Selo Vale em Poesia |
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Conversa de Livraria com Fátima
Roque,
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Sobre
a artista: Fátima
Roque Fotógrafa e investigadora da fotografia na área dos processos fotográficos, para além da técnica. Fotografa com frequentes incursões pelos rios da Amazônia e ali ministra cursos e oficinas. Participa em grupos de discussão e atuação nas artes visuais e, especialmente, surrealismo, integrando o Grupo Surrealista de São Paulo . Expôs individualmente no Mezanino de Fotografia, Instituto Cultural Itaú SP (2005) curadoria Helouise Costa e integrou várias exposições coletivas dentre elas Surrealism in 2012 – GoogleWorks Center of Arts, Pennsylvania/USA; Iluminações Descontínuas, Convento de São José, Lagoa/Portugal; Exposição Internacional do Surrealismo Atual – O Reverso do Olhar/ Museu do Chiado, Coimbra/ Portugal; 2008; Atelier da Imagem/RJ 2008; Centro Cultural da CPFL/Campinas (2006); Prêmio Porto Seguro de Fotografia (2005 e 2006); Olhares Paulistanos/Paço das Artes (2005) e Outdoors, nas ruas (2004); Luzenças (2003), atual Estação Pinacoteca; Habitat II, em Instambul. É autora de livros-objeto de fotografia: Gaveta Fotográfica; Caixas de Quase Nada; Frederich Van Velthem e o Mar de Chacororé; Para sempre não existe; O Espírito do Tempo; O que está não é; “Outras Paragens”; Caderno de Descontroles (2006) e Aldeia (2007). Publicações: Sá, Lúcia - Life in the Megalopolis: México City and São Paulo – Editora Routledge, Londres; Rev. Brasileira de Educação – Anped – Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação - Rio de Janeiro; “O que está não é” - Revista Fotofagia; Eder Chiodetto - Revista SENAC e Retrato dos Índios no Brasil – Séc. XIX . Recebeu alguns prêmios e dá aulas. Nasceu em São Paulo, vive em Santo André, SP, Brasil. |
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M A I O |
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Reunião do Fórum
Permanente de Debates Culturais do Grande ABC,
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Apoio:
www.bartiragraf.com.br
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horário de funcionamento de segunda/sexta, das 13 às 19h sábado, das 9h30 às 13h
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Visite a Livraria e o Café Alpharrabio |
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