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setembro

Fina Estampa

 

 

Cristina Suzuki ocupa o Alpharrabio com obras resultantes de sua pesquisa sobre a chita. Transforma o tecido em escultura, produz suas próprias padronagens na série “Coleção de Verão para Panos de Chão” e evolui para as “Rendas Digitais” que se propagam pelo espaço.

Livraria Alpharrabio – R. Eduardo Monteiro ,151 – Santo André – SP -  4438-4358. 

Visitação até 19/09/2009 - Segunda a Sexta - 13 às 19 h - Sábado - 9:30 às 13:00 h.

criz.suzuki@terra.com.br/ www.crizsuzuki.blogspot.com

09 de setembro (quarta) 15h

cineclube

João Moreira Salles


Peões

DIRETOR: Eduardo Coutinho

Produção executiva: João Moreira Salles

Mauricio Andrade Ramos

DURAÇÃO: 85 minutos

Brasil, 2004
 

 

“Em seu oitavo longa-metragem, o mais influente documentarista brasileiro da atualidade narra a história pessoal de metelúrgicos do ABC paulista que tomaram parte no movimentos grevista de 1979 e 1980, mas permaneceram em relativo anonimato. Eles falam de suas origens, de sua participação no movimento e dos caminhos que suas vidas trilharam desde então. Exibem souvenirs das greves, recordam os sofrimentos e recompensas do trabalho nas fábricas, comentam o efeito da militância política no âmbito familiar, dão sua visão pessoal de Luís Inácio Lula da Silva e dos rumos do país.

Peões foi lançado nos cinemas junto com Entreatos, documentário de João Moreira Salles que, através de material exclusivo, revela os bastidores da campanha de Lula à presidência da República. Os dois filmes se enriquecem mutuamente e formam um desenho inédito da história brasileira contemporânea.”


Atenção: O cineclube Alpharrabio coordenado pelo prof. Edmundo Epífanio Dias não é uma sala de cinema, trata-se de reuniões de apreciadores da 7ª arte nas quais nossos convidados são estimulados a ver, debater e refletir sobre o cinema. 

entrada franca


11 e 12 de setembro (sexta e sábado) 20h 

É quente quando a luz te traz 

 


É quente quando a luz te traz

Apresentação

Não é apenas a solidão que salta dos olhos de pessoas abandonadas, deixadas apenas com o seu amor. Há também a tristeza. E na busca por respostas que não existem, na procura por razão no incompreensível, os caminhos se escurecem. É o lento afastar do possível, para tornar-se próximo da busca infindável da negação.

A tristeza não é ponto final. Ela não é limitadora. Ao entender mais sobre si mesmo, qualquer pessoa é capaz de aceitar seus risos com tanta paz quanto seus soluços. É um caminho tortuoso, o de reconhecer que somos compostos de alegria e tristeza, solidão e companhia, sempre em mesmo tamanho, embora nem sempre ao mesmo tempo.

A busca por alguém não é uma resposta, é uma desculpa. Encontrar a si mesmo é fundamental. O primeiro passo. Só então, a partir deste ponto, é possível olhar ao redor sem restrições visuais. Superar o escuro. Deixar que a luz entre e aqueça. Com lágrimas nos olhos e sorriso na boca.


Sinopse

Em seu apartamento, o recémabandonado Daniel começa a receber a visita de uma solitária vizinha, Regina. Os dois desenvolvem uma relação peculiar quando ele encontra um CD de músicas misteriosas que pertencia a sua ex-noiva, e começa a se perder ao investigar os

mistérios que ela deixou para trás. 

Cenografia

O espetáculo acontece na sala do apartamento de Daniel. Ele é composto por um sofá, um tapete, alguns abajures e um rádio. A disposição de cena é em palco italiano.

Conceito

O espetáculo “É quente quando a luz te traz” propõe o alcance do emocional através do realismo. Sua história é desdobrada em eventos cotidianos, capazes de criar relações com a platéia pela proximidade de suas causas e efeitos.

Objetos que normalmente estão distanciados do espaço cênico, como a trilha sonora e a iluminação, são parte determinante no espetáculo, sendo manipulados pelos atores em cena, de maneira realista e orgânica. O jeito real como os personagens vivem as situações permitem que elas se tornem mais honestas, aos olhos da platéia.

Em sua concepção, “É quente quando a luz te traz” nasce de um texto que busca transferir a busca quase autodestrutiva de seu protagonista para o público. Desta maneira, o espetáculo assume – em sua progressão de cenas e atos – a estrutura de um CD sendo escutado por Daniel, o personagem que tenta descobrir porque sua falecida noiva recebeu um disco repleto de misteriosas músicas gravadas. As interferências de Regina, sua vizinha, funcionam como pontos de esclarecimento em sua experiência, que permitem um crescimento emocional para o personagem, assim como o vislumbre de uma vida mais feliz.

A construção de cena busca, ao mesmo tempo, aproximar e afastar o público. Apesar da aparente contradição na proposta, fica mais clara a intenção frente o esclarecimento: a aproximação é permitida pelos sentimentos expostos pelos personagens, assim como pelas situações vividas por eles de forma realista. Já o afastamento é decorrente da sensação de solidão e tristeza que a platéia experimenta ao viver um pouco com os protagonistas.

Trata-se de um projeto de atores, onde o desempenho dos mesmos é fundamental para a conexão com a platéia e, além, permitir que os sentimentos vividos nos 60 minutos de duração do espetáculo possam perdurar dentro de cada espectador, de maneiras distintas, mas duradouras.

Processo

O texto de “É quente quando a luz te traz” foi escrito no segundo semestre de 2008 por Alberto Cataldi.

Foi apenas por volta de novembro do mesmo ano que a busca pela equipe que formaria a companhia responsável pelo projeto começou a ser feita. Kéroly Gritti foi convidada para o projeto logo cedo, assumindo com Alberto o processo inicial de concepção e objetivação do produto final.

Os ensaios de cena tiveram início em março de 2009, já com a inclusão de Marcos Lemes no cargo de diretor do espetáculo. Entre estes três elementos, concentraram-se as funções de dramaturgia, atuação, direção e produção, o que tornou o trabalho ainda mais sólido, uma vez que toda as funções puderam ser estudadas e aprofundadas durante todo o processo de criação. Deste grupo, formou-se a Desimpossível Cia. de Teatro. Também auxiliam no projeto Valmir Junior, preparador de atores, e Fernanda Tsuji na produção.

 

Ficha Técnica

Elenco: Kéroly Gritti (Regina) e Alberto Cataldi (Daniel)

Texto: Alberto Cataldi

Direção: Marcos Lemes

Preparação de atores: Valmir Junior

Cenografia: Desimpossível Cia. de Teatro

Figurino e visagismo: Desimpossível Cia. de Teatro

Iluminação: Marcos Lemes

Sonoplastia: Alberto Cataldi

Projeto gráfico: Próximo Pacheco

Assessoria de comunicação: Fernanda Tsuji

Produção: Alberto Cataldi

 

 

A Companhia

A Desimpossível Cia. de Teatro é formada por Alberto Cataldi, Kéroly Gritti e Marcos Lemes. O trio já trabalhou junto por longa data no Teatro Insano, grupo de São Bernardo do Campo do qual fizeram parte entre 2002 e 2008 (ano de sua dissolução). Eles se reuniram para a encenação do segundo texto de Alberto, “É quente quando a luz te traz”, em março de 2009, em Santo André. Este é o primeiro projeto da companhia.

 

 

Alberto Cataldi

25 anos, natural de São Caetano do Sul

- Fez parte do grupo Teatro Insano, de São Bernardo do Campo, entre os anos de 2003 e 2008. Nele, fez a arte gráfica do espetáculo “O Beijo no Asfalto”, de Nelson Rodrigues, e atuou no espetáculo “Amores Dissecados”, de autoria do grupo.

- Participou de cursos de atuação na Universidade Metodista de São Paulo e no Colégio Castro Alves, de São Paulo.

- Realizou trabalhos fotográficos e de criação visual para diversos espetáculos e projetos artísticos.

- “É quente quando a luz te traz” é o segundo texto de sua autoria, sendo o primeiro “O Tempo que Ficou (Incompleto)”, encenado atualmente pelo Coletivo do Tempo.

 

Kéroly Gritti

20 anos, natural da cidade de Santo André

- Cursou teatro para adolescentes pela Fundação das Artes de São Caetano do Sul em 2002 e 2003, Teatro Laboratório em 2007 pela Escola Livre de Teatro.

- Participou de oficinas intensivas e worshops pela prefeitura de São Bernardo do Campo, realizados nos anos de 2008: estudo sobre a Commedia Dell'Art com Ivanildo Piccolli, Clarice Lispector em Cena com a orientação de Paula Carrara, Canto - Corpo - Voz na Canção com Julius Gonçalves.

- Atualmente, participa da oficina de teatro avançado "A Poética do Corpo em Cena" com Paula Carrara, faz parte do Núcleo de pesquisa Ausência em Cena.

- Foi integrante do grupo Teatro Insano desde 2002, atuando nos espetáculos "O Beijo no Asfalto" de Nelson Rodrigues e "Amores Dissecados", de autoria do próprio grupo. Hoje, desenvolve o espetáculo "É Quente Quando a Luz Te Traz", dirigido por Marcos Lemes com texto de Alberto Cataldi.

 

 

Diretor

Marcos Lemes, DRT 18004/SP

-  Pós-graduado em Artes Cênicas pela Universidade São Judas Tadeu (São Paulo);

- Pós-graduado em Jornalismo Cultural pela Universidade Metodista de São Paulo;

- Formado como ator pela Escola Livre de Teatro (Santo André);

- Formado como diretor pela Escola Livre de Teatro (Santo André);

- Graduado em Artes Plásticas pela FATEA (Santo André);

- Formado em Iluminação Cênica pelo Centro de Pesquisa Teatral (São Paulo);

- Estudou Acrobacia Aérea com Rodrigo Matheus, Comédia Dell'Arte com Tiche Vianna, Iluminação com Guilherme Bonfanti e Direção Teatral com Antônio Araújo;

- Teve também como professores Cacá Carvalho, Maria Lúcia Pereira, Marco Antônio Guerra,

Márcio Tadeu, Hamilton Saraiva, Luis Fernando Ramos, entre outros;

- Trabalha como diretor, ator, light designer, professor e artista plástico;

- Recentemente coordenou as atividades do projeto teatral Teatro Insano, em São Bernardo do

Campo, na Universidade Metodista, com os projetos "O Beijo no Asfalto", "Amores Dissecados" e "Lonjura";

- Atualmente participa dos grupos Companhia Expressa de Theatro, Companhia do Erro, do

coletivo do espetáculo "O tempo que ficou (incompleto)" e da Desimpossível Cia. De Teatro. Dirige o espetáculo “Romeu & Julieta” na Universidade Metodista de São Paulo.


16 de setembro (quarta-feira) 14h 

 

18 de setembro (sexta) 17h 


23 de setembro (quarta) 15h

cineclube

João Moreira Salles


 

SANTIAGO


DIRETOR: João Moreira Salles

DURAÇÃO: 79 MINUTOS

Brasil, 2007

 


“Santiago começa como um filme sobre o malogro de um filme que não foi montado. As imagens de Santiago foram rodadas em 1992, mas por incapacidade do diretor em editá-las, permaneceram intocadas por mais de 13 anos. Em 2005, o diretor voltou a elas. Queria compreender a razão de seu insucesso. Santiago havia sido o mordomo da casa em que crescera, um homem de vasta cultura e prodigiosa memória, cujas idiossincrasias deixaram uma marca profunda nas lembranças da família. Ao refletir sobre o tempo que separa a filmagem de 92 da edição de 2005/2006, o narrador, aos poucos, se aproxima do segredo do filme. Santiago é este lento processo de desvelamento, um filme sobre identidade, a memória e a própria natureza do documentário.”

Atenção: O cineclube Alpharrabio coordenado pelo prof. Edmundo Epífanio Dias não é uma sala de cinema, trata-se de reuniões de apreciadores da 7ª arte nas quais nossos convidados são estimulados a ver, debater e refletir sobre o cinema. 

entrada franca

28 de setembro (segunda-feira) 19h 

Reunião do Fórum Permanente de Debates Culturais do Grande ABC, O Fórum é composto por um grupo de pessoas interessadas em criar um processo participativo e crítico das políticas públicas da cultura e da ação cultural na região do Grande ABC, bem como integrar ações regionais. Esse grupo vem se reunindo nas dependências da Livraria Alpharrabio, desde novembro de 2007.

 



 horário de funcionamento

de segunda/sexta, das 13 às 19h

sábado, das 9h30 às 13h

 

ATENÇÃO

Nosso endereço:
 Rua Eduardo Monteiro, 151 - Jd. Bela Vista
Santo André - SP - Brasil

Fone: (11) 4438.4358 - e-mail: alpharrabio@alpharrabio.com.br

www.alpharrabio.com.br

 

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