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		<title>21 de fevereiro &#8211; Alpharrabio 20 anos</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Feb 2012 18:23:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dalila</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[No dia 21 de fevereiro de 1992, a Livraria Alpharrabio abria suas portas, batizada com as águas torrenciais de verão que caíram durante toda aquela tarde. Desde então, as comemorações de aniversário foram marcadas pelas borrascas certas da época, mas &#8230; <a class="more-link" href="http://alpharrabio.com.br/blog/2012/02/21/21-de-fevereiro-alpharrabio-20-anos/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://alpharrabio.com.br/blog/?pagename=album&amp;?pp_album=main&amp;pp_cat=lambe-lambe-digital&amp;pp_image=Alpharrabio1992_1.jpg" title="Alpharrabio1992 1"><img src="http://alpharrabio.com.br/blog/wp-content/photos/Alpharrabio1992_1.jpg" class="centered" alt="Alpharrabio1992 1" width="394" height="244" /></a></p>
<p>No dia 21 de fevereiro de 1992, a Livraria Alpharrabio abria suas portas, batizada com as águas torrenciais de verão que caíram durante toda aquela tarde. Desde então, as comemorações de aniversário foram marcadas pelas borrascas certas da época, mas jamais deixaram de acontecer e de contar com os amigos que vierem ao encontro.  </p>
<p>Não será diferente este ano. Celebraremos, mas, como o aniversário deste ano recai em meio a uma comemoração nacional, ou seja, hoje, plena terça-feira gorda de Carnaval, a festa foi transferida para o próximo dia 03 de março, um sábado, às 10h30. (consulte a programação especial de aniversário <a href="http://www.alpharrabio.com.br/MarcoAbril2012.htm">AQUI</a>.)</p>
<p>Aproveitamos a data do aniversário, para deixar aqui patenteada a nossa gratidão aos escritores, músicos, pintores, fotógrafos, artistas de teatro, intelectuais, cúmplices na utopia, que nestas quase duas décadas por aqui desfilaram sua arte e suas idéias, bem como aos simples leitores, gente que nem chegamos a saber o nome, mas nem por isso menos importantes, que  passaram pelo Alpharrabio e que, por seu amor ao livro, simbolizam a resistência à própria sobrevivência do livro. Sintam-se, sem distinção, reconhecidos e contemplados com nosso melhor abraço. </p>
<p>Aguardamos a presença de todos que puderem vir no próximo dia 03. Como sempre, a festa será a do encontro e das trocas criativas. Celebração do humano e do que há de mais humano em nós. Até lá. (dtv &#8211; fotos: Luzia Maninha, Acervo do Núcleo Alpharrabio de Referência e Memória)</p>
<p><a href="http://alpharrabio.com.br/blog/?pagename=album&amp;?pp_album=main&amp;pp_cat=lambe-lambe-digital&amp;pp_image=Alpharrabio2002.jpg" title="Alpharrabio2002"><img src="http://alpharrabio.com.br/blog/wp-content/photos/Alpharrabio2002.jpg" class="centered" alt="Alpharrabio2002" width="394" height="265" /></a></p>
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		<title>Alpharrabio 20 anos – O Alpha pelos alphas X</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Feb 2012 21:20:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dalila</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[10 anos a saborear o Alpha-Templo Isabel Ferreira Porque eu (já) sou do tempo em que as belas histórias começavam todas por “Era uma vez….” e terminavam com “e foram felizes para sempre”, por uma questão de tradição e não &#8230; <a class="more-link" href="http://alpharrabio.com.br/blog/2012/02/20/alpharrabio-20-anos-o-alpha-pelos-alphas-x/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>10 anos a saborear o Alpha-Templo</strong><br />
Isabel Ferreira </p>
<p>Porque eu (já) sou do tempo em que as belas histórias começavam todas por “Era uma vez….” e terminavam com “e foram felizes para sempre”, por uma questão de tradição e não de superstição, comecemos esta também assim:<br />
- Era uma vez uma menina que por mera brincadeira ou por apreciar café, começou a coleccionar chávenas (xicaras). </p>
<p>Recorrendo à espantosa ferramenta que é a internet, de repente a brincadeira galgou os muros do seu “quintal” (leia-se país), atravessou fronteiras e oceanos e chegou a um porto seguro denominado Alpharrabio. </p>
<p>Por curiosidade fuçou um pouco mais no site. Achou o espaço interessante: Fisicamente é uma livraria, editora, centro cultural, cinema, teatro, espaço para exposições e café. Espero não ter esquecido de nada, será?! Ops… mas o Alpharrabio não é só isto, é também local de tertúlias, de encontros e debates, livres pensamentos, de movimento cultural, com as portas abertas a qualquer olhar.</p>
<p>Desconhecia no seu “quintal” espaço idêntico e ficou fascinada. Mandou o 1º e-mail sem qualquer esperança de resposta, confessa-se.<br />
Ah! como se enganou redondamente. No mesmo dia tem como resposta: <em>“Seja bem vinda ao Brasil (somos patrícias, nasci na Madeira e também adoro chávenas).”</em></p>
<p>Epá, quem é esta “patricia”, que se diz minha “xará” (ops.. vá vou eu atrás do significado; esta palavra não tem qualquer expressividade por aqui) e me pede para não usarmos de formalismos?</p>
<p><a href="http://alpharrabio.com.br/blog/?pagename=album&amp;?pp_album=main&amp;pp_cat=fotos&amp;pp_image=xicara1fundoescuro_1.jpg" title="xicara1fundoescuro 1"><img src="http://alpharrabio.com.br/blog/wp-content/photos/xicara1fundoescuro_1.jpg" class="centered" alt="xicara1fundoescuro 1" width="256" height="236" /></a><br />
<em>desenhos de Constança Lucas</em></p>
<p>Ainda antes de o tentar, recebo via correio, uma linda xicara do Alpharrabio. Apresso-me a solicitar os custos da encomenda e recebo como resposta:<br />
<em>“Não me deve nada, é um presente de uma patrícia. Como lido com um produto que não faz parte de nenhuma mais-valia, as letras e a cultura, sou movida a paixão, estou acostumada &#8220;a ficar no prejuízo&#8221;, mas é que esse suposto &#8220;prejuízo&#8221; é sempre muito enriquecedor e o lucro não pode ser medido em nenhuma moeda.”</em></p>
<p>Caramba! Aguçou ainda mais a minha curiosidade: Afinal quem é esta mulher, que espaço é este? Estarei no planeta Terra?<br />
Sim. Tudo isto existe, tudo isto é real e a prova disso foi que durante 5 anos, a troca de correspondência (inicialmente sobre viagens, livros, poesia, musica) levou e trouxe alegrias, mimos, preocupações, inquietações, doenças, lutos mas também nascimentos. Sincronismos e afinidades eletivas foram acontecendo, base essencial para a família de afectos crescer.<br />
Quando em 2007, passámos do virtual ao real &#8211; Dalila e Valdecirio revisitam o seu país &#8211;  foi como se nos conhecemos desde sempre. </p>
<p>Nesta altura, soube da existência do blog do Alpharrabio, no qual passei a  saciar-me diariamente.<br />
Através dos artigos postados e das respectivas fotos, eu vivi(o) cada evento como se no Alpha estivesse; virtualmente passeei pelos seus vários 4&#215;4 cantos, conheci gente mui interessante.  Aprendi a ver sobre outros ângulos; escutar outras palavras, a intervir, a procurar, a consultar, a fazer novas (re)leituras,  palavreei sobre assuntos que nunca me passariam pela cabeça e o gozo foi sempre uma constante.  </p>
<p>Mas o Alpha é tão “fantabulástico”, ele fomenta e aguça a vontade de se querer mais. Então, em 2010 atravesso o Atlântico numa nave espacial que poisa no Alpha; abre-se a porta do virtual e passo ao real. A ponte (dos afecto) está construída. Sentia-me como aquela personagem que salta da tela de 19’ para o lado de cá. Comprovo agora também pelo tacto, pelo cheiro, pelo sabor que o Alpharrabio é muito mais que um espaço físico; é toda uma equipa de gente que arregaça as mangas, idealiza, projecta, luta com objectivos e trabalha em prol da comunidade. Alpharrabio é sociedade civil em acção.</p>
<p><a href="http://alpharrabio.com.br/blog/?pagename=album&amp;?pp_album=main&amp;pp_cat=lambe-lambe-digital&amp;pp_image=AlphaIsabel_2.jpg" title="AlphaIsabel 2"><img src="http://alpharrabio.com.br/blog/wp-content/photos/AlphaIsabel_2.jpg" class="centered" alt="AlphaIsabel 2" width="250" height="394" /></a><br />
<em>(Isabel Ferreira no dia 30 de outubro de 2010 &#8211; Construindo Leitores</em> Foto: Luzia Maninha, acervo Núcleo Alpharrabio de Referência e Memória)</p>
<p>Todas as minhas xicaras são, de uma forma ou outra, especiais, todas contam algo. Mas há uma que veio do lado de lá do Atlântico é “fantabulasticamente” especial: a xícara do Alpharrabio.  </p>
<p>Dos 20 anos do Alpharrabio, 10 estou com ele e sua equipa “alpharrabiana” e outros tantos quero estar, ser, crescer e  permanecer.  </p>
<p>Obrigado Alpharrabio por tanto compartilhar.</p>
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		<title>Alpharrabio 20 anos &#8211; O Alpha pelos alphas IX</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Feb 2012 00:34:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dalila</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Adélia Nicolete Bem, acho que sou uma alpha antes do Alpha existir. Ou desde quando ele existia apenas na ideia. Falo dos tempos do Livrespaço, quando participei de um concurso de poesias, ainda na adolescência. Eu não sabia que seria &#8230; <a class="more-link" href="http://alpharrabio.com.br/blog/2012/02/15/alpharrabio-20-anos-o-alpha-pelos-alphas-ix/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Adélia Nicolete</p>
<p>Bem, acho que sou uma alpha antes do Alpha existir. Ou desde quando ele existia apenas na ideia. Falo dos tempos do Livrespaço, quando participei de um concurso de poesias, ainda na adolescência. Eu não sabia que seria escrevinhadora – mas intuía. Os poetas do Livrespaço não sabiam que uma livraria haveria de nascer e virar um ponto de cultura na região – mas também intuíam.</p>
<p>Desde antes de virmos-a-ser, então, o Alpha tem sido para mim um espaço de inaugurações, inícios. É aqui que lanço meus livros e que tenho acompanhado prazerosamente lançamentos de amigos, leituras e encenações teatrais, filmes, exposições e música. </p>
<p>E, para completar a lista de intuições certeiras, foi por causa do Alpha que comecei a namorar com meu marido, em 1998. Bem, a história foi mais ou menos assim:</p>
<p>Ao longo do ciclo de leituras dramáticas que aconteciam na Escola Livre de Teatro, no Colégio Singular e na Livraria, fiquei encarregada de passar os informes ao nosso professor, Luís Alberto de Abreu, impossibilitado, na época, de acompanhar os trabalhos. Foram muitos e-mails trocados, dúvidas esclarecidas, coordenadas e orientações. Depois de um bom tempo de correspondência uma frase: </p>
<p>_ Vai ter reunião sábado no Alpharrabio. Se você for eu vou.</p>
<p>Como assim? O que esse moço está querendo dizer com isso? Será que está falando com a pessoa certa?<br />
Não respondi o e-mail. Fingi não ter recebido. Me chamou de mal educada.</p>
<p>_ Vai ter reunião sábado no Alpharrabio. Se você for eu vou.</p>
<p>Não fui, era feriado comprido. Fui pra Indaiatuba, à chácara de uma amiga. Mas as duas frases martelaram por quatro dias a minha cabeça.<br />
Por que alguém me convidaria pra uma reunião no Alpha? Logo eu? Só gente importante, sabida, cheia de coisa pra falar! Deve ter alguma coisa por trás disso, intuí. E acertei.<br />
Desde então, sempre que ele me convida, eu vou!</p>
<p>A gente só leva pro Alpha quem a gente gosta. A gente convida, convoca, traz pela mão. E ali dentro coisas acontecem.<br />
Deve ser o aconchego do espaço, o carisma da anfitriã e os braços abertos de sua família.<br />
E eu intuo que isso vai durar, pelo menos, mais uns vinte anos!</p>
<p><a href="http://alpharrabio.com.br/blog/?pagename=album&amp;?pp_album=main&amp;pp_cat=fotos&amp;pp_image=Alpha20anosAdelia.jpg" title="Alpha20anosAdelia"><img src="http://alpharrabio.com.br/blog/wp-content/photos/Alpha20anosAdelia.jpg" class="centered" alt="Alpha20anosAdelia" width="394" height="265" /></a><br />
(ela aceitou e foi&#8230; Adélia e Luís Alberto, abril 1999) Foto: Acervo ABCs Núcleo Alpharrabio de Referência e Memória  </p>
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		<title>Alpharrabio 20 anos – O Alpha pelos alphas VIII</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Feb 2012 10:05:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dalila</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Penélope Martins Teci um poema sobre uns filtros amarelados de café, preguei botão de sementes para florescer ternura. Uma medalhinha de santo em fio vermelho que espanta quebranto eleva a alma do meu Relicário. Mãos estendidas e vozes ecoando. Na &#8230; <a class="more-link" href="http://alpharrabio.com.br/blog/2012/02/13/alpharrabio-20-anos-o-alpha-pelos-alphas-viii/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Penélope Martins</p>
<p>Teci um poema sobre uns filtros amarelados de café, preguei botão de sementes para florescer ternura. Uma medalhinha de santo em fio vermelho que espanta quebranto eleva a alma do meu Relicário. Mãos estendidas e vozes ecoando. Na parede do centro da minha sala de estar, bons encontros se recordam.</p>
<p>Obrigada Alpharrabio, lugar singular cuja estampa é gente e que por isso pode estar em qualquer lugar onde a gente se encontrar. </p>
<p><a href="http://alpharrabio.com.br/blog/?pagename=album&amp;?pp_album=main&amp;pp_cat=fotos&amp;pp_image=Penelope_Alpha.jpg" title="Penelope Alpha"><img src="http://alpharrabio.com.br/blog/wp-content/photos/Penelope_Alpha.jpg" class="centered" alt="Penelope Alpha" width="450" height="299" /></a></p>
<p>Lugar para guardar relíquias,<br />
coisas raras (quiçá sagradas),<br />
coleções de mimos e grandes afetos. </p>
<p>Lugar de um lugar nenhum<br />
e que para tal não existe um só dono. </p>
<p>Lugar imenso. </p>
<p>Lugar para boas palavras<br />
 &#8211; e não há verbete que seja dispensável. </p>
<p>Lugar de alçar vôo.<br />
Lugar para alcançar um altíssimo alvoroço. </p>
<p>Lugar da alma.</p>
<p><a href="http://alpharrabio.com.br/blog/?pagename=album&amp;?pp_album=main&amp;pp_cat=lambe-lambe-digital&amp;pp_image=Pe20anos.jpg" title="Pe20anos"><img src="http://alpharrabio.com.br/blog/wp-content/photos/Pe20anos.jpg" class="centered" alt="Pe20anos" width="313" height="450" /></a></p>
<p><em>(Penélope Martins, em 25.09.2010, construindo leitores)</em> Foto Luzia Maninha: acervo ABCs Núcleo Alpharrabio de Referência e Memória</p>
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		</item>
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		<title>Alpharrabio 20 anos &#8211; O Alpha pelos alphas VII</title>
		<link>http://alpharrabio.com.br/blog/2012/02/10/alpharrabio-20-anos-o-alpha-pelos-alphas-vii/</link>
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		<pubDate>Fri, 10 Feb 2012 13:49:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dalila</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Também sou um alpha e um ômega&#8230; Por que não? Rubervam Du Nascimento Andarilho contumaz, cavalgo há muito tempo um cavalo de asas chamado Dom Ruffato que dois anjos rebeldes, Luiz e Cecília, me ensinaram a montar. Nessas caminhadas, um &#8230; <a class="more-link" href="http://alpharrabio.com.br/blog/2012/02/10/alpharrabio-20-anos-o-alpha-pelos-alphas-vii/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Também sou um alpha e um ômega&#8230; Por que não? </strong></p>
<p>                                      Rubervam Du Nascimento</p>
<p>Andarilho contumaz, cavalgo há muito tempo um cavalo de asas chamado Dom Ruffato  que dois anjos rebeldes, Luiz e Cecília, me ensinaram a montar. Nessas caminhadas, um dos pontos de apoio onde o meu cavalo não cansa de parar para beber água (escreve-se café com beiju de tapioca como dizemos aqui no Piauí) é a Alpharrabio, livraria e espaço de idéias, com endereço em Santo André, São Paulo.<br />
Começavam os anos 90 do século passado (já faz um bocado de tempo, não?) quando pela primeira vez estive na Alpharrabio, participando da Mostra de Poesia Visual organizada pelo Artur Gomes, dos Campos dos Goyatacases, Rio de Janeiro. </p>
<p><a href="http://alpharrabio.com.br/blog/?pagename=album&amp;?pp_album=main&amp;pp_cat=fotos&amp;pp_image=alpha20rubervam.jpg" title="alpha20rubervam"><img src="http://alpharrabio.com.br/blog/wp-content/photos/alpha20rubervam.jpg" class="centered" alt="alpha20rubervam" width="394" height="275" /></a><br />
o alpha/piauiense Rubervam, em sua performance &#8220;Corpo a corpo &#8211; A profissão dos peixes&#8221;, no Alpha, em 18.7.1993 </p>
<p>Desde então a Alpharrabio tem sido roteiro obrigatório nessas minhas viagens sem fim pelo país e pelo mundo (em agosto do ano passado passei um tempão em Moçambique e foi legal demais).<br />
Às vezes e muitas, entro no Alpha sem ninguém me ver. Muitas dessas vezes de madrugada e, por longas horas, até o sol me encontrar de cócoras à procura de um poema  escondido em alguma prateleira, fico metido em uma página, faço amor com algumas letras, entro, como disse, sem pedir licença a ninguém, sem a permissão de sua proprietária, entro pela brecha de alguma porta ou janela, permaneço lá em conversa demorada com alguma “coisa” que me assusta, que mexe comigo.<br />
Lembro-me da mais recente visita a Alpharrabio, feita pelo ser invisível de criança que sou (isto é maravilhoso para não se perder de vez a inocência) quando levei um susto gostoso ao encontrar intacta, entre caroços de pedras miúdas, em cima de uma mesa, uma castanha de caju, das tantas que levei comigo na bagagem de andarilho, em anterior visita, oportunidade em que aproveitei para deixar por lá o meu Espólio. Como tenho mania de repartir o pão, principalmente o pão que faz bem ao espírito, não apenas à barriga, convidei as almas vivas da Mariana Ianelli, do Luiz Ruffato, do Tarso de Melo e da Dalila, para comerem comigo a semente do fruto proibido deste Éden seco com estranho nome: Peixe Piau.<br />
Brigadão Alpharrabio por fazer parte dos meus fins e começos. Abraço enorme a todos que fazem parte da família Alpharrabio. (foto: Luzia Maninha, Acervo ABCs Núcleo Alpharrabio de Referência e Memória)</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Alpharrabio 20 anos &#8211; O Alpha pelos alphas VI</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Feb 2012 23:11:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dalila</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Quase um aleph Perkins Moreira Em 1989 eu conheci um cara, que se tornou um grande amigo, ou como costumo dizer, meu Pai Literário. Entre suas muitas histórias e sacadas da sua bolsa mágica, um dia ele me levou para &#8230; <a class="more-link" href="http://alpharrabio.com.br/blog/2012/02/07/alpharrabio-20-anos-o-alpha-pelos-alphas-vi/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Quase um aleph</strong><br />
        Perkins Moreira</p>
<p>Em 1989 eu conheci um cara, que se tornou um grande amigo, ou como costumo dizer, meu Pai Literário. Entre suas muitas histórias e sacadas da sua bolsa mágica, um dia ele me levou para conhecer o Alpha, e foi quase um aleph, uma primeira letra de uma instrução viciante e interminável chamada leitura. Não que este alpha houvesse plantado isso em mim; aqueles que têm essa marca sempre acham o caminh&#8230;o de uma biblioteca.<br />
E lá, mais pelas pessoas do que pelos livros, muitos caminhos se mostraram nesta floresta vasta e rica de capas e folhas. E um dos caminhos me levou a flor mais linda que encontrei nessa trilha, que desde então, há quase 14 anos, venho cultivando e amando.<br />
Hoje sou um Alpha exilado pelos compromissos e pelo tempo que se contrai, mas pela minha luneta acompanho o percurso dessa tão bela embarcação que, não à toa, tem a proa uma legítima descendente de tão bravos navegantes e de tão grandes poetas.<br />
À Capitã e oficiais, contra-mestres, marinheiros e grumetes, parabéns e boa viagem. </p>
<p><a href="http://alpharrabio.com.br/blog/?pagename=album&amp;?pp_album=main&amp;pp_cat=fotos&amp;pp_image=Perkins160398_20anos.jpg" title="Perkins160398 20anos"><img src="http://alpharrabio.com.br/blog/wp-content/photos/Perkins160398_20anos.jpg" class="centered" alt="Perkins160398 20anos" width="394" height="259" /></a><br />
(O alpha Perkins Moreira no Alpha, em 16.03.98, ladeado pelo &#8220;cara&#8221;, outro alpha, de barba. Foto Luzia Marinha, Acervo ABCs Núcleo Alpharrabio de Referência e Memória)</p>
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		<title>Os 20 anos do Alpha na mídia I</title>
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		<pubDate>Sun, 05 Feb 2012 22:14:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dalila</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Encontro Marcado ao redor de livros, por Marina Bastos, no Jornal ABCDMAIOR: &#8220;A Livraria e Editora Alpharrabio, em Santo André, completa 20 anos mantendo a mesma prioridade de quando era apenas um projeto: valorizar a troca de conhecimento e as &#8230; <a class="more-link" href="http://alpharrabio.com.br/blog/2012/02/05/os-20-anos-do-alpha-na-midia-i/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Encontro Marcado ao redor de livros</strong>, por Marina Bastos, no Jornal ABCDMAIOR:<br />
&#8220;A Livraria e Editora Alpharrabio, em Santo André, completa 20 anos mantendo a mesma prioridade de quando era apenas um projeto: valorizar a troca de conhecimento e as relações pessoais.&#8221; Leia na íntegra,<br />
 <a href="http://www.abcdmaior.com.br/noticia_exibir.php?noticia=37813">AQUI</a></p>
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		<title>Alpharrabio 20 anos &#8211; O Alpha pelos alphas V</title>
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		<pubDate>Sat, 04 Feb 2012 18:12:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dalila</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Desde que fui apresentada ao Alpharrabio na ocasião da minha primeira exposição individual, em novembro de 2009, senti nascer uma estranha, habitual e necessária aparição naquele lugar. O espaço constitui uma oportunidade para o amadurecimento e todo tipo de comunhão; &#8230; <a class="more-link" href="http://alpharrabio.com.br/blog/2012/02/04/alpharrabio-20-anos-o-alpha-pelos-alphas-2/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Desde que fui apresentada ao Alpharrabio na ocasião da minha primeira exposição individual, em novembro de 2009, senti nascer uma estranha, habitual e necessária aparição naquele lugar. O espaço constitui uma oportunidade para o amadurecimento e todo tipo de comunhão; algo difícil para o qual talvez eu não estivesse pronta, mas que me convocou para longe, muito longe. Algo de novo e desconhecido se instalou em um acanhamento tímido; admiração e respeito ainda maiores pela vida humana.<br />
Fui contaminada pelo &#8220;virus Alpha&#8221; e, certamente, esta surpresa de valor inestimável contribuiu para que eu me tornasse uma pessoa mais suportável. E mais, gosto tanto desse espaço que o silêncio prolongado com sensação de abandono que acontece no período de recesso é como um soco no estômago e o início de suas atividades é como dormir em nossa cama pela primeira vez após longas férias. Que delícia!<br />
Parar no Alpharrabio tomar um livro nas mãos para fazê-lo respirar, ouvir uma poesia na voz de Dalila, ganhar um longo abraço de Maninha e tomar o café delicioso feito pela Eliane é impagável e todo mundo fica feliz.</p>
<p>Alpharrabio, parabéns pelos vinte anos de identidade ímpar!<br />
Sueli de Moraes (Suca)</p>
<p><a href="http://alpharrabio.com.br/blog/?pagename=album&amp;?pp_album=main&amp;pp_cat=fotos&amp;pp_image=Suca051109_02.jpg" title="Suca051109 02"><img src="http://alpharrabio.com.br/blog/wp-content/photos/Suca051109_02.jpg" class="centered" alt="Suca051109 02" width="394" height="289" /></a></p>
<p>Criadora e criatura, 05.11.2009. (Foto: Luzia Maninha, Acervo ABCs Núcleo Alpharrabio de Referência e Memória)</p>
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		<title>Alpharrabio 20 anos &#8211; O Alpha pelos alphas IV</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Feb 2012 23:25:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dalila</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colaborações]]></category>
		<category><![CDATA[Programação Alpharrabio]]></category>

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		<description><![CDATA[Alpha &#8211; 20 anos de um nascer cultural Constança Lucas Alpha anotação antiga, alma antiga, privilegia os instantes dos fazeres e afazeres com especial delicadeza cultural. O fato de eu ser portuguesa fez-me conhecer a poeta lusitana Dalila Teles Veras, &#8230; <a class="more-link" href="http://alpharrabio.com.br/blog/2012/02/01/alpharrabio-20-anos-o-alpha-pelos-alphas-iv/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Alpha &#8211; 20 anos de um nascer cultural</strong><br />
                               Constança Lucas</p>
<p>Alpha anotação antiga, alma antiga, privilegia os instantes dos fazeres e afazeres com especial delicadeza cultural.<br />
 O fato de eu ser portuguesa fez-me conhecer a poeta lusitana Dalila Teles Veras, nos anos oitenta do século passado, através da revista Peregrinação, na qual eram publicadas criações dos portugueses espalhados pelo mundo afora. Não havia internet e as missivas eram intensas usando os correios.<br />
 O Alpha surgiu vários anos depois, resultado do ativismo cultural da poeta Dalila e da Luzia Maninha, duas mulheres incansáveis na luta pela democratização cultural, só dando acesso se acessa. Muitas têm sido as atividades do Alpha: edições, boletins, exposições, saraus, venda de livros, site, blog, encontros vários&#8230;<br />
Tenho participado com intensidade de muitas atividades culturais no Alpha especialmente com os meus desenhos. Gostei muito de fazer lá algumas exposições, com desenhos, pinturas, arte postal&#8230; sempre fui muito bem acolhida.<br />
É um imenso prazer participar com os meus desenhos nos livros editados pela Alpharrabio Edições, o último livro em que participei é especialmente delicioso, pelos afetos envolvidos, pelos conteúdos gastronômicos tão especiais, pelo cuidado gráfico, pela amizade.<br />
O Alpha fica em Santo André, eu em São Paulo, as duas cidades não ficam longe uma da outra, mas os excessos de São Paulo fazem-nos programar e medir todos os passos.<br />
Assim grande parte do nosso convívio é virtual o que não diminui em nada a amizade, o interesse e a partilha.<br />
O tempo é um nascer do sol, sempre fascina pelas múltiplas possibilidades e descobertas, os vinte anos do Alpha passam assim como um olhar para o sol e em troca recebemos um sorriso.<br />
 Bem hajam estas duas lindas mulheres Dalila e Maninha que apesar de todos os empecilhos fazem acreditar e acontecer sonhos, provam que ter esperança dá frutos muito importantes.</p>
<p><a href="http://alpharrabio.com.br/blog/?pagename=album&amp;?pp_album=main&amp;pp_cat=lambe-lambe-digital&amp;pp_image=Constanca20Anos_1.jpg" title="Constanca20Anos 1"><img src="http://alpharrabio.com.br/blog/wp-content/photos/Constanca20Anos_1.jpg" class="centered" alt="Constanca20Anos 1" width="354" height="229" /></a></p>
<p><em>Constança Lucas na comemoração do 3o. aniversário do Alpha, 21 de fevereiro de 1995, lançamento da edição especial do Boletim Alpharrabio (100 exemplares com originais de 10 artistas, ela incluída, que haviam participado da Parede D´Arte)   Foto: Luzia Maninha, Acervo ABCs Núcleo Alpharrabio de Referência e Memória  /em></p>
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		<title>Alpharrabio 20 anos &#8211; O Alpha pelos alphas III</title>
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		<pubDate>Sun, 29 Jan 2012 23:44:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dalila</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Um alpha desterrado Daniel Brazil Moro há mais de 40 anos na mastodôntica cidade de São Paulo. Por várias circunstâncias, sempre tive um especial apreço pela região do ABC. Colegial da rede pública, fiz meu primeiro passeio a Paranapiacaba em &#8230; <a class="more-link" href="http://alpharrabio.com.br/blog/2012/01/29/alpharrabio-20-anos-o-alpha-pelos-alphas/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Um alpha desterrado</strong><br />
               Daniel Brazil</p>
<p>Moro há mais de 40 anos na mastodôntica cidade de São Paulo. Por várias circunstâncias, sempre tive um especial apreço pela região do ABC. Colegial da rede pública, fiz meu primeiro passeio a Paranapiacaba em meados dos anos 70. A turma foi de trem, num domingo, para o que hoje é conhecido como “estudo do meio”. Com uma pequena máquina, gastei três rolos de filme p&#038;b fotografando aquele cenário encantador e &#8211; para mim &#8211; inusitado.<br />
Foi o início de um namoro que não acabou até hoje. Após idas e vindas, fui trabalhar na Secretaria de Cultura de Santo André, na primeira gestão do Celso Daniel. E por artimanhas do destino, acabei participando da festa de inauguração do Alpharrabio!<br />
Poderia ser só mais um coquetel. No entanto, senti que se criava ali um lugar especial, diferente de qualquer sebo ou livraria que eu conhecesse na capital. Voltei a circular em São Paulo, rodei o Brasil, escrevi centenas de roteiros, trabalhei em duas redes nacionais de TV, mas sempre passava pelo ABC.<br />
Até que, em 2007, retornei pra valer. Agora escrevendo um programa semanal de TV, o ABCD Maior em Revista. E tive o prazer de conviver por mais de um ano com Dalila, Maninha e boa parte do mundo cultural e artístico do ABC, em prazerosas gravações semanais que ocorriam no generoso espaço do&#8230; Alpharrabio, claro!<br />
Provavelmente sou o mais ômega dos alphas, o mais distante. Mas gosto de dizer para os paulistanos que a livraria mais bacana da cidade fica em Santo André. Alguns reagem com perplexidade. Outros sorriem, sábios. Estes conhecem. </p>
<p><a href="http://alpharrabio.com.br/blog/?pagename=album&amp;?pp_album=main&amp;pp_cat=fotos&amp;pp_image=08___Daniel130811_1.jpg" title="08   Daniel130811 1"><img src="http://alpharrabio.com.br/blog/wp-content/photos/08___Daniel130811_1.jpg" class="centered" alt="08   Daniel130811 1" width="394" height="267" /></a><br />
O alpha Daniel Brazil (de camisa azul) no Alpha (fila dos autógrafos  no lançamento do livro <em>Uma arqueologia da memória</em>, de José de Souza Martins) em 12.8.2011. (Foto: Luzia Maninha, Acervo ABCs Núcleo Alpharrabio de Referência e Memória)  </p>
<p>PS: Aquelas fotos de aprendiz, dos anos 70, hoje fazem parte do acervo do Museu de Santo André. Alpha-ômega, Uruboros, o eterno retorno&#8230;</p>
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