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Título: Retratos
falhados
Autora: Dalila Teles Veras
Coleção:
Ponte Velha
Organização
da Coleção: Floriano Martins
Artista convidada
(desenhos): Constança Lucas
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Gênero: Poesia/Literatura
Portuguesa Contemporânea
ISBN: 978-85-7531-307-7
Formato: brochura, 14 X 21 cm
Nº de páginas: 120
Preço: R$ 25,00
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A Coleção Ponte
Velha foi criada por Carlos
Nejar (Brasil), poeta, ficcionista e crítico, membro da Academia Brasileira de
Letras e pelo poeta
António Osório (Portugal).
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RETRATOS FALHADOS de
DALILA TELES VERAS
A
Escrituras Editora, dentro da Coleção Ponte Velha,
organizada por Floriano Martins, publica Retratos Falhados, de Dalila
Teles Veras, com desenhos de Constança Lucas.
Todos
os textos deste volume são posteriores À janela dos dias,
livro publicado em 2002 que reúne os títulos anteriores
da autora, na área de poesia.
Retratos
falhados reúne três plaquetes (Vestígios, 2003;
Solilóquios, 2005; e Pecados, 2006) publicadas pela Alpharrabio
Edições (Santo André, SP). A elas junta-se um
conjunto inédito de poemas em prosa, que dá título
ao livro, e uma seleção de poemas, publicados
esparsamente em jornais e revistas, denominada Espelhos.
Na escolha
dos poemas, a autora teve a preocupação de estabelecer um
conjunto de textos que,
mesmo escritos
em momentos diferentes, com eventuais dissonâncias, pudessem
travar um diálogo entre si, formando uma peça que
represente boa parte da sua produção poética nos
últimos seis anos. Retratos falhados traz desenhos da artista
portuguesa Constança Lucas (Coimbra, 1960), há
várias décadas residente em São Paulo, onde
desenvolve seu trabalho como artista visual.
Como diz
Dalila Teles Veras, em entrevista a Floriano Martins: "No Brasil,
aportada ainda menina e tendo aqui completado minha escolaridade,
talvez a primeira percepção tenha sido a de que, em tese,
a língua era (quase) a mesma, mas a práxis cultural
não. Cresci ouvindo minha bisavó materna recitando Bocage
e Camões, e minha mãe valendo-se das trovas populares
para celebrar todas as ocasiões.
Bebi de
todas as tradições, portuguesas e brasileiras, desde o
lírico Augusto Gil e sua balada da neve, que aos 9, 10 anos,
declamava com paixão nas festas escolares no Funchal e,
já no Brasil,
os
românticos brasileiros, como Álvares de Azevedo, Casimiro
de Abreu, Fagundes Varela e Castro Alves, que li com
devoção na adolescência."
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19 de fevereiro
(quinta-feira) - 19h30

pau da missa
(DOCUMENTÁRIO)
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Lançamento do
Documentário Pau da Missa
Trata-se de um documentário de 34 minutos de duração captado formato
digital, sobre uma árvore centenária de eucalipto
localizada na Vila Histórica de Paranapiacaba aqui no ABC Paulista. Essa
árvore era utilizada como mural de avisos para os moradores numa
época em que não havia outros meios de
comunicação. Ela foi podada por falta de tratamento o que
causou grande comoção na vila ferroviária.
A idéia do documentário
surgiu de uma matéria de Jornal onde anunciava o corte da
árvore "Pau da Missa” e a mobilização dos
moradores para preservar tanto a árvore como sua história.

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Sinopse:
Pau da Missa é uma
árvore centenária que, por muitos anos, foi utilizada
como um "mural de avisos". A lembrança dos recados referentes a
missas de sétimo dia, batizados, casamentos... fazia da Vila de
Paranapiacaba um único lar. Hoje, sem essa função,
a árvore foi cortada, o que fez com que os moradores da pequena
Vila, localizada na Região do ABC Paulista, relatassem sobre a
importância da história e da preservação da
memória, fazendo uma reflexão sobre o imaginário
popular no mundo moderno.
Ficha técnica:
Roteiro: Sérgio Pires
Direção: Alex Moletta
Produção: Simone
Alessandra
Fotografia: Alex Moletta e Celso Luz
Trilha Sonora: Fernando Sardo
Realização:
Fatídicos Vídeo Filmes
Ano
– 2008 - NTSC – Cor - Formato: DVD - Duração: 34 minutos
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25 de fevereiro (quarta-feira) - 14h30
Cineclube - Fritz Lang
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METROPOLIS
Título
Original: Metropolis
Gênero:
Ficção Científica
Tempo de
Duração: 100 minutos
Ano de
Lançamento (Alemanha): 1927
Direção:
Fritz Lang
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Metrópolis,
ano 2026. Os poderosos ficam na superfície e lá há
o Jardim dos Prazeres, para os filhos dos mestres, enquanto os
operários, em regime de escravidão, trabalham bem abaixo
da superfície, na Cidade dos Operários. Esta poderosa
cidade é governada por Joh Fredersen (Alfred Abel), um
insensível capitalista cujo único filho, Freder (Gustav
Fröhlich), leva uma vida idílica, desfrutando dos
maravilhosos jardins. Mas um dia Freder conhece Maria (Brigitte Helm),
a líder espiritual dos operários, que cuida dos filhos
dos escravos. Ele conversa com seu pai, que diz que é assim que
as coisas devem ser quando Josaphat (Theodor Loos) é demitido
por Joh, por não ter mostrado plantas que estavam em poder dos
operários. Freder pede a ajuda dele e vê as
condições que existem no subsolo. Paralelamente Rotwang
(Rudolf Klein-Rogge), um inventor louco que está a
serviço de Joh, diz ao seu patrão que seu trabalho
está concluído, pois criou um robô à imagem
do homem, que nunca se cansa ou comete erro, e diz que agora não
haverá necessidade de trabalhadores humanos, sendo que em breve
terá um robô que ninguém conseguirá
diferenciar de um ser vivo. Além disto decifra as plantas, que
são de antigas catacumbas que ficam na parte mais profunda da
cidade. Curioso em saber o que interessa tanto aos operários,
Joh e Rotwang decidem espioná-los usando uma passagem secreta.
Ao assistir a uma reunião, onde Maria prega aos operários
lhes implorando que rejeitem o uso de violência para melhorar o
destino e pensar em termos de amor, dizendo ainda que o Salvador algum
dia virá na forma de um mediador. Mas mesmo este menor ato de
desafio é muito para Joh, que ouviu a fala na companhia de
Rotwang. Assim, Joh ordena que o robô tenha a aparência de
Maria e diz para Rotwang escondê-la na sua casa, para que o
robô se infiltre entre os operários para semear a
discórdia entre eles e destruir a confiança que sentem
por Maria. Mas Joh não podia imaginar uma coisa: Freder
está apaixonado por Maria.
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Atenção: O cineclube Alpharrabio coordenado pelo prof.
Edmundo Epífanio Dias não é uma sala de cinema,
trata-se de reuniões de apreciadores da 7ª arte nas quais
nossos convidados são estimulados a ver, debater e refletir
sobre o cinema.
entrada franca
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28
de fevereiro (sábado) 10h30
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Lançamento
do livro Sônia Guedes – Chá das Cinco, de
Adélia Nicolete, Coleção Aplauso/Perfil, Imprensa
Oficial, 2008)
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Grandes atrizes são antes de tudo reconhecidas por
seus colegas, com freqüência, pelos críticos
especializados e finalmente, pelo público. Mas poucas conseguem
a unanimidade de Sônia Guedes.
O público a conhece como a mãe de Regina
Duarte, do clássico seriado Malu
Mulher (Rede Globo) ou de participações nas
novelas: As
Pupilas do Senhor Reitor (SBT); O
Fantasma da Ópera (Manchete); Vidas
Cruzadas (Record); Barriga
de Aluguel; e Mulheres
Apaixonadas (Globo). Mas é o espectador de teatro que
há mais tempo tem o privilégio de acompanhar de perto a
trajetória desta paulista, de Paranapiacaba, cidadezinha
ferroviária da Serra do Mar.
Nascida Sônia Oliveira Guedes de Souza, filha
única, durante muitos anos, de um pintor de casas. Ao se mudar
para Santo André com 21 anos, anunciou para a família que
ia se tornar atriz e morar numa pensão. Começou na
Sociedade de Cultura Artística de São Paulo, acumulando
uma série de prêmios: três Apetesp, de Melhor Atriz (Caixa
de Sombras; Cerimônia do Adeus; Pérola, Estrela do Lar);
Governador do Estado, de Atriz de Teatro Amador (Caixa
de Sombras); de Cantora – sua atividade menos
conhecida; Mambembe (Pérola,
Estrela do Lar – no Rio), e ainda da APCA (Caixa
de Sombras).
É uma bela e inspiradora história,
contada com muita sensibilidade pela escritora e jornalista Adélia
Nicolete (autora de Luís
Alberto de Abreu – Até a Última Sílaba).
Mais um grande lançamento da Coleção
Aplauso, da Imprensa
Oficial do Estado, em seu trabalho de resgate e
preservação da memória cultural brasileira.
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| Março 2008 |
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2
de março (segunda) 19h
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Reunião
do Fórum Permanente de Debates Culturais do Grande ABC,
O Fórum é composto por um grupo de pessoas interessadas
em criar um processo participativo e crítico das
políticas públicas da cultura e da ação
cultural na região do Grande ABC, bem como integrar
ações regionais. Esse grupo vem se reunindo nas
dependências da Livraria Alpharrabio, desde novembro de 2007.
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07 de Março (sábado ) - 10h30
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Apresentação
dos livros:
José de Souza Martins -
Coleção "Artistas da USP",
Editora
da Universidade de São Paulo, São Paulo, 2008;
José
de Souza Martins
Sociologia da Fotografia e da Imagem
(Editora Contexto, 2008)
José
de Souza Martins
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José de Souza
Martins, José de Souza
Martins,
na
Coleção "Artistas da USP",
Edusp,
formato 21x20 cm., 184 pp.
Concebido a partir das evidências visuais do que nega
amplamente a consciência otimista de uma sociedade que se
crê condenada ao progresso sem fim, este é um livro do
contra. Como convém a um livro de fotografias, linguagem dos
opostos. Do contra porque se apóia na visibilidade do
destrutivo, nas expressões das contradições que
minam cotidianamente o progresso, no desfazer que se dá no
próprio movimento da feitura, no desproduzir que resulta
inevitavelmente da produção, na pobreza visual das
ruínas da opulência. Este é um livro sobre a imagem
fotográfica das expressões silenciosas da menos-valia.
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Sociologia da Fotografia e da Imagem (Contexto, 2008), brochura,
formato 16x23cm, 208 pp.
Neste
livro, o autor mostra como a Sociologia e, também, a
Antropologia podem encontrar em fotografias e imagens indícios
de relações sociais, de mentalidades, de formas de
consciência social, de maneiras de ver o mundo, de nele viver e
de compreendê-lo.
Trecho
do livro
Das
formas de expressão visual da realidade social, a fotografia
é aquela que ainda procura o seu lugar na sociabilidade
contemporânea. Talvez porque tenha sido, por muito tempo, a mais
popular de todas, ao alcance de um leque amplo de usuários e
instrumentalizada por uma variedade significativa de imaginários.
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| Na ocasião, abertura da
exposição fotográfica Carandiru – A
presença do ausente – José de Souza Martins
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9
de março (segunda-feira) 18h30 às
21h
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Lançamento do livro
ALTERNATIVA
POLÍTICA NO CONTEXTO FEDERATIVO
Integração
Regional no Grande ABC Paulista
de
Regina
Célia dos Reis
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A
partir da década de 80, as transformações
ocorridas no cenário político e econômico
internacional, associadas às mudanças do processo
produtivo, exerceram um impacto negativo principalmente para a economia
das regiões mais industrializadas do país. Além
disso, o processo de descentralização política
acentuou ainda mais os problemas de organização dos
estados e municípios brasileiros.
Neste
contexto, vislumbrou-se uma tendência à
formação de novos arranjos institucionais de
integração horizontal envolvendo a
participação do poder público e demais setores da
sociedade civil, com objetivo de promover a recuperação
do tecido econômico e social destas regiões. A
articulação política regional desenvolvida no
Grande ABC Paulista indica a constituição de uma nova
dimensão da política no plano da integração
regional. Os resultados que se apresentam
confirmam
a hipótese de que esta experiência pode ser considerada
referência, uma alternativa política com vistas à
formação de um novo pacto federativo no Brasil.
REGINA
CÉLIA DOS REIS - Doutora
em Ciência Política pela Pontifícia Universidade
Católica de São Paulo (PUC/SP). Possui mestrado e
graduação em Ciências Sociais pela PUC/SP. Tem
experiência na área de ciência política, com
ênfase em teoria política contemporânea, pesquisando
e atuando em assuntos relacionados aos temas: política regional,
planejamento governamentais, relações
intergovernamentais, políticas públicas e análise
institucional.
Atualmente
é Coordenadora de Planejamento e Gestão do
Consórcio Intermunicipal Grande ABC.
Conteúdo:
· O
Consórcio
Intermunicipal Grande ABC no contexto
do federalismo
brasileiro
· A
Câmara
Regional: novos atores em cena
· O
desenvolvimento
econômico regional
· Os
limites e
potencialidades da experiência regional do Grande ABC
Área:
Ciência política
Editora: Blucher
ISBN 978-85-61209-49-0
Ano de
publicação: 2008
Formato médio:
17x24 cm
192 páginas
R$
48,00
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13 de março (sexta-feira)
18h e
14 de março (sábado) 10h30
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Diversas atividades (lançamentos,
leituras, palestras), em comemoração ao Dia Nacional da
Poesia, coordenadas pelos poetas Zhô Bertholini e Jurema Barreto
de Souza.
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Dia Nacional da Poesia: multiplicidade
poética
“queremos
a poesia para afastar este ócio duro de roer que a dita cuja
modernidade nos impõe. para remexer os quadris nesta
estagnação onde somos meros espectadores de um sistema
altamente passivo. queremos a poesia para circular idéias e
descurtir o tédio que assola as discussões sobre o
que vale a pena ou não. muito, muito mais que literatura,
queremos a poesia como elemento essencial, não somente
para sermos encadernados e distribuídos no varejo, mas sim para
absorver a liberdade que ela nos proporciona. sim, simplesmente por
estarmos soltos nesta órbita de criatividade é que
acreditamos no que queremos. no mais, a vida continua entre passos e
espaços...” Jurema Barreto de Souza e Zhô
Bertholini, editores da Revista literária a Cigarra
Dia 13 de
março: 18 às 21horas
Lançamento
do” Zine Zero – 3, os cigarristas, multiplicidade
poética.(a cigarra edições)
Leituras
poéticas dos
editores: Zhô Betholini,
Jurema Barreto de Souza, dos
editados: Danilo Bueno, Ana Elisa
Ribeiro, Hélio Neri, Angélica Freitas, Amarildo Anzolin,
Vanessa de L’ange e Fabiano Calixto.
E dos presentes que
quiserem correr o
risco de libertar dos livros a palavra.
Projeção de trechos da entrevista do
poeta Ferreira Gullar no programa Umas
Palavras de Bia Corrêa do Lago
participação especial:
Projeto In Cantaria de São Caetano do Sul
Dia
14 de março: 10h30 às 13 horas
12 às
12h30
Apresentação
do Trio
Conversa Mole
Choros
e Valsas
Edu
Moreno – flauta
Carlinhos
7 cordas – violão
Lúcio
Costa – Bandolim
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18 de março (quarta-feira) - 14h30
Cineclube - Fritz Lang
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O Tigre de Bengala
O arquiteto Harald
Berger é chamado para ir à Índia por Chandra,
Marajá de Eschnapur e se apaixona pela bela dançarina
Seetha. No entanto, ela já está prometida ao
Marajá. Essa traição aumenta a ira do vingativo
Chandra, que está lutando sozinho contra seu irmão
maquinador, em busca de poder. Os amantes são, então,
forçados a fugir para o deserto. Depois de mais de duas
décadas de exílio em Hollywood, o mestre Fritz Lang
retorna de maneira triunfal para a Alemanha, realizando este exuberante
filme, escrito quarenta anos antes. Filmado em Eastmancolor e seguindo
a tradição dos seriados aventureiros, "O Tigre de
Bengala" está entre as mais belas e exóticas aventuras
germânicas de todos os tempos. Nas suas inúmeras viagens
pela Índia, Lang sempre pensava em filmar a vida do famoso Taj
Mahal. O projeto não foi à diante, mas depois de um
convite do produtor Artur Brauner ele decide, enfim, realizar um sonho
antigo.
O Tigre de Bengala
Fritz Lang - Direção /
Roteiro
Richard Angst - Fotografia
Michel Michelet - Música
Claudia Herberg, Günther Brosda - Figurino
Helmut Nentwig, Willy Schatz - Direção de Arte
País de produção:
Alemanha, França e Itália
101min, 1959
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Atenção: O cineclube Alpharrabio coordenado pelo prof.
Edmundo Epífanio Dias não é uma sala de cinema,
trata-se de reuniões de apreciadores da 7ª arte nas quais
nossos convidados são estimulados a ver, debater e refletir
sobre o cinema.
entrada franca
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19 de março (quinta-feira) - 18h30
às 21h
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Encontro com o
escritor Pernambucano Juareiz Correya
Lançamento:
Arraes e Ascenso
Um livro
sobre Miguel
Arraes, ex-governador de Pernambuco, e um livro póstumo do poeta
pernambucano Ascenso Ferreira, são lançados pelo editor e
poeta pernambucano Juareiz Correya, que também manterá
uma conversa com o público presente à livraria.
Publicado no
ano do segundo
aniversário da morte do ex-governador pela
Fundação João Mangabeira / PSB (Brasília,
2007), o livro ARRAES NA BOCA DO POVO (Cordéis & Repentes),
organizado por Juareiz Correya, reúne trabalhos de sete poetas
de cordel e de oito poetas-repentistas que contam em versos a
trajetória política, numa quase-biografia poética,
de Miguel Arraes de Alencar, considerado "o eterno governador de
Pernambuco". O livro reproduz integralmente cordéis de autoria
de José Soares, Severino Carlos, Leonardo Rodrigues dos Santos,
João José da Silva, F.J. da Silva (Andorinha),
José Bento da Silva e José Francisco Borges (J. Borges);
e os versos de repentes de Lourival Batista, Jó Patriota,
Ivanildo Vila Nova, João Furiba, Diniz Vitorino,
Sebastião Dias, Rogério Menezes Sobrinho, Antonio Marinho
do Nascimento.
O livro
OUTROS POEMAS &
INÉDITOS, de Ascenso Ferreira, também organizado por
Juareiz Correya (Panamerica Nordestal Editora, Recife, 2006),
lançado em homenagem ao 110º aniversário de
nascimento do poeta, é uma publicação
póstuma do autor de Catimbó, Cana Caiana
e Xenhenhém, clássicos do Modernismo Brasileiro.
Reúne 21 poemas apenas publicados e dispersos em jornais e
revistas da época em que o poeta produzia a sua
originalíssima poesia. Os poemas são ilustrados por 11
artistas plásticos pernambucanos contemporâneos e
até por Pablo Neruda. Historietas, vários escritos
(prefácios, cartas, depoimento) e opiniões sobre Ascenso
Ferreira de autoria de Manuel Bandeira, Sérgio Milliet,
Mário de Andrade, Luís da Câmara Cascudo, Roger
Bastide, Paulo Cavalcanti, José Castello, Maria de Lourdes
Medeiros (a companheira) e Maria Luiza Medeiros Gonçalves
Ferreira (a filha), entre outros, completam a segunda parte do livro
– "A Prosa do Poeta".
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21 de março
(sábado - 10h30)
(lançamento)
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Lançamento
do livro Cultura e Literatura - diálogos,
de Valmir de Souza
"Esta
coletânea de textos, com tempos e pesos diferentes, é
animadora numa perspectiva de práxis político-cultural:
parte das teorias para as práticas e dessas mesmas
práticas avança para metalinguagens críticas e
reflexivas, jamais tautológicas" Nilson Moulin, na orelha do
livro
Valmir
de Souza,
Doutor em Letras e Professor de Literatura Brasileira, Teoria
Literaria, História da Cultura e Arte Brasileira. Defendeu a
tese Murilo Mendes: da história satírica à
memória contemplativa (2006, USP). Pesquisador nas
áreas de cultura, Literatura e História, temas sobre os
quais publicou inúmeros artigos. Atuou como pesquisador e
coordenador na Área de Políticas Culturais do Instituto
Pólis. Ex-Diretor de Cultura de Santo André, SP
(1999-2000). Realiza pesquisa nas áreas de Cultura, Literatura e
História.
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25 de março (quarta-feira) - 14h30
Cineclube - Fritz Lang
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Sepulcro Indiano
Na grande
tradição da série de histórias de suspense,
este filme retoma o ponto final de "O Tigre de Bengala". Depois de
descoberto o romance, o arquiteto alemão Harald Berger e a bela
dançarina Seetha fogem pelo deserto indiano. Nesta segunda
parte, o caos toma conta de Eschnapur. Além da caça ao
casal, há um plano entre os sacerdotes em depor o marajá.
A fotografia exuberante reina neste filme, realizada pelo veterano
fotógrafo Richard Angst, responsável pelos filmes de
montanha de Arnold Franck e Leni Riefenstahl. A geração
dos Cahiers du Cinema consideram este filme um dos pontos alto da
carreira de Lang.
Sepulcro Indiano
Fritz Lang - Direção /
Roteiro
Louis de Masure, Eberhard Meischner - Produção
Werner Jorg Luddecke, Thea von Harbou - Roteiro
Richard Angst - Fotografia
Gerhard Becker, Michel Michelet - Trilha Sonora
Walter Wischniewsky - Edição
Helmut Nentwig, Willy Schatz - Direção de Arte
Gunter Brosda, Claudia Herberg - Figurino
Billy DanielRobby Gay - Coreografia
País de produção:
Alemanha, França, Itália e Estados Unidos
120min, 1959
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Atenção: O cineclube Alpharrabio coordenado pelo prof.
Edmundo Epífanio Dias não é uma sala de cinema,
trata-se de reuniões de apreciadores da 7ª arte nas quais
nossos convidados são estimulados a ver, debater e refletir
sobre o cinema.
entrada franca
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28 de março (sábado) 10h30
IDÉIAS
DE ENCONTRO
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Idéias
de Encontro é um ciclo de discussões filosóficas
que existe desde agosto de 2003
(Coordenadora
de 2009 - Profa. Juliana Rodrigues)
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DIREITO E SOCIEDADE CONTEMPORÂNEA
Um bate-papo entre três jovens estudiosos
de Filosofia do Direito, autores de obras que militam na corrente crítica da teoria
jurídica, sobre questões atuais da relação
entre Direito e sociedade.
Celso Naoto Kashiura Jr.
Professor do curso de Direito das Faculdades Integradas Padre Albino
Mestre e doutorando pela Faculdade de Direito da
USP
Autor de Crítica da igualdade
jurídica: contribuição ao pensamento
jurídico marxista (SP: Quartier Latin, 2009)
Silvio
Luiz de Almeida
Professor da Universidade São Judas Tadeu
Mestre pelo Mackenzie e doutorando pela
Faculdade de Direito da USP
Autor de O direito no jovem Lukács: a
filosofia do direito em História
e consciência de classe (SP: Alfa-Ômega, 2006)
Tarso de
Melo
Professor da Faculdade de Direito de São
Bernardo do Campo
Mestre e doutorando pela Faculdade de Direito da
USP
Autor de Direito e ideologia: um estudo a
partir da função social da propriedade rural (SP:
Expressão Popular, 2009)
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Lançamento
do livro
Direito e Ideologia: um estudo a partir da função social
da propriedade rural
de Tarso de Melo

Editora
Expressão Popular, SP, 2009
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Entrada Franca
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30
de março (segunda) 19h
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Reunião
do Fórum Permanente de Debates Culturais do Grande ABC,
O Fórum é composto por um grupo de pessoas interessadas
em criar um processo participativo e crítico das
políticas públicas da cultura e da ação
cultural na região do Grande ABC, bem como integrar
ações regionais. Esse grupo vem se reunindo nas
dependências da Livraria Alpharrabio, desde novembro de 2007.
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