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NOVEMBRO/2006
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8
de novembro (quarta) |
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CINECLUBE
Tema: EUTANÁSIA
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quarta,
8 de novembro de 2006 - 15h
Tema
mês de novembro EUTANÁSIA
MAR
ADENTRO
Ramón
Sampedro (Javier Bardem) é um homem
que luta para ter o direito de pôr
fim à sua própria vida. Na juventude
ele sofreu um acidente, que o deixou
tetraplégico e preso a uma cama por
28 anos. Lúcido e extremamente
inteligente, Ramón decide lutar na
justiça pelo direito de decidir sobre
sua própria vida, o que lhe gera
problemas com a igreja, a sociedade e
até mesmo seus familiares.
Vencedor
do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro.

Ficha
Técnica
Título
Original: Mar Adentro
Tempo de Duração: 125
minutos
Ano de Lançamento (Espanha): 2004
Direção: Alejandro
Amenábar
Roteiro: Alejandro Amenábar
e Mateo Gil
Atividade
do Cineclube Alpharrabio – Cinéfilos,
coordenados pelo prof. Edmundo
Epifanio, conversam sobre os mais
variados aspectos do cinema. O
grupo está em formação e aceita
participação de interessados.
Agora são quinzenais (primeiras
e terceiras quartas do mês)
http://cineclubeemsantoandre.blogspot.com/
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OBSERVATÓRIO
DO
POEMA
2006
– o
arco
,
a
lira
e
a
poesia
contemporânea
–
coordenação
: Tarso
de Melo
Em
2006 comemora-se – e
é, de
fato,
algo
a
ser
comemorado – o 50.º
aniversário
de
edição
do riquíssimo
livro
El
arco
y
la
lira
, do
poeta
mexicano Octavio
Paz
(1914-1998).
Aproveitando a
efeméride
, o
Observatório
do
poema
deste
ano
será dedicado a uma
tarefa
longa
,
prazerosa
e
exigente:
realizar
a
leitura
integral
dessa
obra
de
Paz
lado
a
lado
com
alguns
dos
principais
textos
sobre
poesia
contemporânea
brasileira.
O
propósito
da
empreitada
é
aprofundar
as
discussões
sobre
questões
atuais
–
que
são
o
objeto
do
Observatório
já
há 19
encontros
–
com
o
auxílio
propiciado pelas
reflexões
de
um
grande
poeta
sobre
seu
ofício
. O
famoso
livro
de Octavio
Paz
se defronta
com
uma
questão
gigantesca
sobre
a especificidade do poético:
há
um
modo
de
dizer
– a
poesia
–
que
não
pode
ser
reduzido a
qualquer
outro
?
Para
responder
a
tal
questão,
Paz
recorre a uma
erudição
impressionante
,
cruza
os
séculos
, investiga as
transformações do
fazer
poético,
mas
ainda
mais
impressionante
é a
leveza
com
que
suas
idéias
– e, se é
possível
separar
,
seu
texto
sedutor
– perpassam os
imensos
obstáculos
que
se colocam
diante
de
qualquer
tentativa
de
reduzir
a
questão
e
confundir
poesia
(
jogo
que
não
se conforma a
regras
) e
poema
(
esse
“caracol
onde
ressoa a
música
do
mundo”).
El
arco
y
la
lira
dá
conta
,
assim
, de
um
leque
imenso
de
dúvidas
. É
estimulante
o
modo
como
sua
investigação
amarra
passado
e
presente,
Oriente
e
Ocidente
, ao
descobrir
as profundas
continuidades
entre
a
poesia
das
épocas
e
lugares
mais
distantes; os cinqüenta
anos
que
se passaram
desde
seu
lançamento
não
abalam (e a
leitura
detida
que
faremos será
importante
para
sustentar
a afirmação)
em
nada
a
relevância
da
contribuição
de
Paz
para
a
compreensão
das diversas
formas
atuais
de
manifestação
da
poesia
.
Nosso
objetivo,
assim, será
seguir
o
pensamento
de
Paz
, apreendendo
criticamente o
alcance
de
suas
reflexões
,
para
alimentar
os
debates
sobre
a
produção
contemporânea
.
Para
tanto, o
livro
de
Paz
foi dividido
em
dez
partes,
cuja
leitura
será acompanhada, a
cada
mês, de
um
texto
sobre
poesia
contemporânea
(ensaios
de
caráter
geral,
resenhas,
depoimentos
de
poetas) e,
conseqüentemente, da
leitura
dos
livros
a
que
se referem
tais
textos
(ou, ao
menos, dos
poemas
referidos no
corpo
dos
ensaios
/
resenhas
).
Se
for
possível, ao
final,
descobrir
as
pontes
e os
abismos
entre
o
quadro
pintado
em
El
arco
y
la
lira
e a
poesia
que
se fez no
último
meio
século
e aquela
que
se faz
hoje, o
Observatório
terá
dado
um
passo
tamanho. Se for
possível,
então,
imaginar
–
com
muita
petulância
e
algum
acerto
–
três
ou
quatro
linhas
que
Octavio
Paz
gostaria de
somar
a uma
edição
de
seu
livro
no
ano
de 2006, terá
dado
um
salto.
Há
uma
edição
nacional
de O
arco
e
a
lira,
lançada
em
1982,
mas
ela
atualmente
é de
difícil
acesso: esgotou há
tempos
na
editora
e
raramente
aparece
nos
sebos
.
Mais
fácil
de
encontrar
é a
edição
original
em
espanhol
, da Fondo de
Cultura
Económica (
que
publica as sucessivas
edições
da
obra
desde
a
primeira
,
em
1956, e tem uma
livraria
em
São
Paulo – tel.
3672.3397). A
coletânea
de
ensaios
lançada
no Brasil
em
1971
sob
o
título
Os
signos
em
rotação
–
que
provavelmente está
em
catálogo
e é
mais
fácil
de
encontrar
nos
sebos
– contém
seis
dos quinze
ensaios
de
Paz
que
enfrentaremos;
além
do
próprio
“Os
signos
em
rotação
”, traz
ainda
os
textos
“Verso
e
prosa”, “A
imagem”, “A
consagração
do
instante”, “Ambigüidade
do
romance” e “O
verbo
desencarnado”.
Por
fim,
vale
lembrar
que
o
Observatório
continua sendo
um
grupo
aberto
de
debate
sobre
as
mais
diversas
questões
que
interessam ao
leitor
de
poesia
.
Pela
própria
natureza
das
discussões,
não
é
absoluta
a continuidade
entre
os
debates
mensais,
nem
é
obrigatória
a
leitura
prévia
dos
textos
selecionados
(
por
mais
que
seja desejável e
recomendável,
para
o
melhor
aproveitamento
de
nosso
tempo,
que
sejam lidos!).
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Os
signos
em
rotação
-
Octavio
Paz
, “Os
signos
em
rotação
”
em
O
arco
e a
lira
(pp. 309/348)
-
Eduardo Sterzi, “O
mito
dissoluto
”
em
Jandira,
n. 1 (pp. 60/77)
[
ensaio
sobre
as “
metamorfoses
” do
mito
na
poesia
moderna
e
contemporânea
no Brasil]
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aqui (programação
completa)
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11
de novembro (sábado) - 16 h
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Idéias
de encontro
Pensamento
Atual
ANTONIO
CANDIDO

“Humanização
é o processo que confirma no homem
aqueles traços que reputamos
essenciais, como o exercício da
reflexão, a aquisição do saber, a
boa disposição para com o próximo,
o afinamento das emoções, a
capacidade de penetrar nos problemas
da vida, o senso da beleza, a percepção
da complexidade do mundo e dos seres,
o cultivo do humor. A literatura
desenvolve em nós a quota de
humanidade na medida em que nos torna
mais compreensivos e abertos para a
natureza, a sociedade, o semelhante”
Palestra
da profa. Vera
Lúcia Viera
sobre
o
pensamento
atual
de
Antonio Candido
Antonio
Candido (1918)
(Sociólogo,
ensaísta
e
crítico
literário
é
autor
,
entre
outros
de Teresina,
Brigada
Ligeira
,
Os
Parceiros
do
Rio
Bonito
e
Formação
da
Literatura
Brasileira
)
Convidada
:
Vera
Lucia Vieira (professora
de
História
e doutora
em
História
do Brasil
pela
PUC/SP)
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Idéias
de encontro
Pensamento
Atual
Como
o pensamento de Sócrates,
transmitido por seus discípulos,
pode nos ajudar a pensar melhor
sobre nossa realidade? O que as idéias
de Marx ou de Freud, depois de tudo
que já foi feito e desfeito com
elas, têm a contribuir para o nosso
tempo? Por que as meditações de
Montaigne ainda são fundamentais
para o nosso entendimento? Por que
as obras de Paulo Freire, Florestan
Fernandes, Celso Furtado e Antonio
Candido ainda justificam que as
busquemos por baixo das camadas e
mais camadas de livros que, em tão
pouco tempo, já as sucederam?
O
Alpharrabio, com o apoio da Faculdade
Editora Nacional (FAENAC) retoma o
ciclo IDÉIAS DE ENCONTRO,
agora dedicado a palestras sobre o PENSAMENTO
ATUAL de autores cujas idéias
tiveram repercussão mundial, ajudará
você a lidar com essas perguntas que
muitos têm feito, num momento em que,
cada vez mais, tudo o que parecia sólido
se desmancha no ar...
Filosofia,
política, educação, literatura,
enfim, a vida e tudo o que foi objeto
da reflexão desses pensadores mudou
depois deles. E nossos convidados,
todos eles acostumados à profunda
convivência com as obras desses
autores, apresentarão ao público e
debaterão as principais idéias que
eles defenderam, buscando revelar o
quanto há de atual, de vivo, de
(ainda) perturbador no que disseram.
Além
de ser uma grande oportunidade para
aprender sobre alguns dos principais
pensadores de todos os tempos, o ciclo
será um estímulo à reflexão mais
firme, mais profunda, com olhos mais
abertos, sobre nossas próprias questões.
Idéias
de encontro
Pensamento
atual
21
fevereiro
(terça - 18h)
Pensamento
Atual
: Montaigne
(1533-1592)
Convidado
: José Mindlin
11
março
(sábado - 16h)
Pensamento
Atual
: Karl
Marx (1818-1883)
Convidado
: Antonio Rago Filho
13
de
maio
(sábado
- 16h)
Pensamento
Atual
: Sócrates
(c470 a.C.
- 399a.C.)
Convidado
: Marcos Sidnei Eusébio
10
de
junho
(sábado
- 16h)
Pensamento
Atual
: Paulo
Freire (1921-1997)
Convidado
: Daniel
Pansarelli
12
de
agosto
(sábado
- 16h)
Pensamento
Atual
: Sigmund
Freud
(1856-1939)
Convidado
: Siegfried Wehr
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