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OUTUBRO/
2004
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29 de outubro de 2004
(sexta-feira) 18:30 h
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Conversa
de Livraria com o
Maestro
português Álvaro Cassuto

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ÁLVARO CASSUTO
Álvaro Cassuto é o maestro português com maior projecção e o
único a ter sido director artístico e maestro titular de
prestigiosas orquestras estrangeiras: da University of California,
Irvine (1974/79), da Rhode Island Philharmonic (1979/85), da National
Orchestra of New York (1981/86) e da Israel Raanana Symphony Orchestra
(2000/02).
Em Portugal foi maestro director da Orquestra Sinfónica da Radiodifusão
Portuguesa (1988/93), e fundador da Nova Filarmónica Portuguesa
(1988/93), assim como da Orquestra Sinfónica Portuguesa que dirigiu
de 1993 até 1999. Actualmente, é Director Artístico e Maestro
Titular da Orquestra do Algarve.
Nascido no Porto, muito cedo se afirmou como um dos compositores mais
válidos da vanguarda portuguesa dos anos 60. Estudou direcção de
orquestra com Pedro de Freitas Branco em Lisboa, Herbert von Karajan
em Berlim e com Franco Ferrara em Hilversum. Obteve o diploma de
Kapellmeister em Viena 1965 um ano depois de se licenciar em Direito
pela Universidade de Lisboa.
Em 1969, ganhou o Prémio Koussevitzky, o mais importante galardão
americano para jovens maestros, o que determinou a sua carreira
norte-americana.
Tem sido maestro convidado de muitas dezenas das melhores orquestras
europeias e norte-americanas entre as quais se contam a Royal
Philharmonic, a London Philharmonic Orchestra e a London Symphony
Orchestra, a Philadelphia Orchestra e dezenas de outras.
Dirigiu as estreias em Portugal, no Teatro Nacional de São Carlos, de
óperas com Erwartung de Schoenberg e II Prigionero de Dallapiccola,
além de muitas outras do repertório tradicional.
Álvaro Cassuto tem uma discografia variada e extensa. Com a Nova
Filarmonia Portuguesa gravou mais de 25 CD para as etiquetas EMI
Classics e Movieplay Portuguesa e para a etiqueta Marco Polo gravou a
integral das sinfonias de Joly Braga Santos com a Orquestra Sinfónica
Portuguesa, London Symphony Orchestra, Bournemouth Symphony Orchestra,
Northern Sinfonia e National Orchestra of Ireland, tendo este último
CD obtido o PRIX INTERNATIONAL DU DISQUE em Cannes, em 2004. Com a
Orquestra do Algarve também gravou CDs para a NAXOS, a “etiqueta
mais vendida no Mundo” segundo o New York Times.
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Nos
dias 30 e 31.10,
o maestro
Cassuto regerá
a Orquestra Sinfônica de
Santo André, no
Teatro Municipal
de Santo André,
com o seguinte
programa:
Luís
de Freitas Branco
(1890-1955) -
"Fandango
Ribatejano"
Freitas Branco é
figura exponencial
da música
portuguesa. Sobre
seu legado
escreveu Lopes
Graça: "No
campo da
criatividade,
devemos a ele a
renovação de
nossa música, ao
introduzir em
Portugal o
modernismo, tal
como era conhecido
o impressionismo
de Debussy ou as
primeiras
experiências
atonais de
Schoenberg. Nossa
música para
piano, assim como
a camerística e a
sinfônica,
alcançaram em
suas composições
um patamar
técnico e
estilístico que
não se supunha
possível no
século XIX."
Nascido em Lisboa,
Freitas Branco
teve da tutora -
uma senhora
irlandesa que
vivia com a
família - as
primeiras lições
de solfejo.
Estudou com
grandes mestres
portugueses e
também com dois
extraordinários
músicos
estrangeiros que
viviam na capital
portuguesa:
Désiré Pâques
(belga) e Luigi
Mancinelli
(italiano).
Estudou ainda em
Berlim (com o
célebre Engelbert
Humperdinck) e
Paris (com Gabriel
Grovlez). De volta
a Portugal, teve
uma vida
extremamente
prolífica, tanto
no campo da
composição como
no ensino e na
musicologia.
Entretanto,
Freitas Branco
opunha-se ao
regime
salazarista, sendo
por este
ferozmente
perseguido - em
1951, foi demitido
da Emissora
Nacional pelo
simples fato de
ter ousado vestir
uma gravata
vermelha.
O fandango -
dança rápida em
ritmo ternário,
comum justamente
nas regiões da
Espanha mais
próximas a
Portugal - tem
origem popular,
mas atraiu o
interesse da
aristocracia ainda
no século XVIII.
Para alguns
musicólogos, o
fandango constitui
herança da
ocupação moura;
para outros, tem
origem no Caribe
ou mesmo na
América Latina.
Há exemplos
notáveis de
compositores que
se inspiraram
nesse ritmo
tipicamente
ibérico:
Rimsky-Korsakov
termina seu
"Capricho
Espanhol"
justamente com um
fandango; Mozart
incorpora a dança
ao final do
terceiro ato de
"Bodas do
Fígaro".
Até mesmo
Beethoven chegou a
esboçar um
fandango num de
seus cadernos de
rascunho.
O "Fandango
Ribatejano"
nunca foi
executado em
Portugal. A
partitura
encontra-se
guardada na
Emissora Nacional,
porém as partes
de cada
instrumento só
foram
confeccionadas
este mês. Graças
à generosidade do
maestro, caberá a
Santo André a
honra da primeira
audição desta
obra.
Antonin
Dvorák
(1841-1904) -
Concerto em Si
Menor, op. 104,
para violoncelo e
orquestra (1895)
Dvorák nasceu num
vilarejo da Boêmia,
filho de um açougueiro
que era também músico
amador. Aprendeu
com o pai os
rudimentos do
violino, e aos
dezesseis anos foi
para Praga com o
objetivo de
estudar órgão e
composição. Na
capital tcheca
teve a felicidade
de conhecer e
receber o estímulo
de Brahms e Liszt,
e graças ao
enorme sucesso de
suas "Danças
Eslavas",
logo
estabeleceu-se
como um dos
maiores
compositores de
seu país. Em 1892
mudou-se para os
Estados Unidos,
onde permaneceria
três anos como
diretor do
Conservatório de
Nova York. O
concerto para
violoncelo, que
ouviremos hoje,
foi concebido
exatamente nesse
período.
Foi o
violoncelista
tcheco Hans Wihan,
amigo de Dvorák,
quem o convenceu a
escrever o
concerto para
violoncelo.
Entretanto, as
relações entre
os dois não
tardaram a
estremecer-se,
pois Wihan quis
interferir em vários
pontos da composição.
A coisa azedou de
tal modo que a
honra de estrear o
concerto coube a
outro
violoncelista.
Tal como Schubert,
Dvorák foi um
grande melodista.
E tal como seu
amigo Brahms, era
um zeloso
observador das
formas musicais
tradicionais. São
exatamente essas
características
que marcam o
concerto para
violoncelo op. 104
de Dvorák. Com três
movimentos
contrastantes, o
concerto se abre
com um Allegro de
grandes proporções.
O primeiro tema,
exposto pela
clarineta,
contrasta
fortemente com o
segundo,
apresentado
inicialmente pela
trompa - uma
melodia de
contornos nobres,
exatamente como um
"lied"
de Schubert. No lírico
segundo movimento,
Dvorák tem um
lampejo genial, e
a uma certa altura
deixa o violoncelo
solista
acompanhar-se
unicamente por três
trombones, numa
orquestração
verdadeiramente
revolucionária. O
concerto se
encerra com um
rondó vigoroso,
em cuja coda
ouve-se uma sutil
reminiscência do
tema inicial do
primeiro
movimento.
P. I. Tchaikovsky
(1840-1893) -
Sinfonia No. 5, em
Mi Menor, op. 64
(1888)
A quinta sinfonia
de Tchaikovsky é
fruto de uma
importante fase
criadora de sua
vida, em que se
inicia uma curiosa
relação com a viúva
milionária
Nadejda Von Meck.
Esta senhora
admirava
sinceramente a
obra do
compositor, e
embora o proibisse
de manter com ela
qualquer contato
pessoal, passou a
contribuir para
seu bem-estar com
vultosas quantias.
Graças a essa
tranqüilidade
financeira
Tchaikovsky pôde
ter a paz de espírito
necessária à
composição da
obra que ouviremos
hoje.
No ano em que compôs
a quinta sinfonia,
Tchaikovsky
acabara de
retornar de sua
primeira e
triunfal turnê
pela Europa
Ocidental. Tendo
regido suas próprias
obras na Alemanha,
Checoslováquia,
França e
Inglaterra, e
tendo conhecido
pessoalmente
grandes
compositores como
Brahms e Grieg,
ela já havia
recobrado
integralmente a
autoconfiança.
A princípio
Tchaikovsky pensou
em escrever uma
sinfonia programática,
isto é, uma obra
que descrevesse
fielmente os
acontecimentos de
um roteiro
previamente
estabelecido.
Desistiu da idéia,
mas manteve um
tema principal
como unificador
dos quatro
movimentos. Para
isso, escolheu uma
melodia do
primeiro ato da ópera
"Uma Vida
pelo Czar" de
Mikhail Glinka. Em
seu caderno de
rascunhos,
Tchaikovsky
escreveu que essa
melodia tinha para
ele o significado
de “completa
resignação
diante do
destino”.
É com esse tema,
exposto de modo
sombrio, que se
abre a primeiro
movimento. Vamos
ouvi-lo ainda da várias
outras maneiras,
ao longo de toda a
obra. O segundo
movimento, com seu
famoso solo de
trompa, é uma das
páginas mais
conhecidas de
Tchaikovsky. No
lugar do scherzo
que normalmente
constitui o
terceiro tempo,
está uma valsa
leve e expansiva,
adornada por uma
seção central em
que as cordas da
orquestra exibem
seu spiccato. A
sinfonia se
encerra de forma
vigorosa e
brilhante, num
quarto movimento
que inclui várias
aparições do
tema central.
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30
de outubro - (sábado) 17 h
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A Poesia Erótica de Ovídio
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IDÉIAS
DE ENCONTRO
ciclo
de discussões filosóficas sobre temas contemporâneos, discute este
mês
“A
Poesia Erótica de Ovídio”,
com
o Prof. Marcelo Vieira Fernandes
Marcelo
Vieira Fernandes é professor de Língua e Literatura Latina no
Departamento de Letras Clássicas da FFLCH-USP.
Dedica-se,
atualmente, ao estudo e tradução de poetas didáticos gregos e
latinos do séc. III a.C. ao séc. I d.C. Publicou, dentre outros
trabalhos, tradução poética de algumas elegias dos Amores,
de Ovídio (São Paulo, Humanitas, 2000).
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01
de outubro
- (sexta-feira) 18:30 h
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L
A N Ç A M E N T O
A B E C Ê S 9/10
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O
QUÊ: conversa-lançamento
do Abecês
9/10
QUANDO:
sexta-feira, 1/10, a partir
das 18h30
ONDE:
Livraria Alpharrabio
Rua
Eduardo Monteiro, 151, Jd.
Bela Vista
Santo
André/SP – (11) 4438.4358
QUANTO:
distribuição gratuita |
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BISCOITO
FINO?
sai do forno a nova fase do Abecês
Boa
notícia para aqueles que, desde
2002, sentiam falta do Abecês e cobravam pela sua nova edição. E também é boa a
notícia para quem sequer sabia
de sua existência até aqui e
para quem, sabendo, nem havia
reparado no seu sumiço... O Abecês
está de volta, de cara nova, em
edição dupla (9/10), agora
mais encorpado, distribuindo por
suas 48 páginas um grande número
de depoimentos de leitores e
escritores, resenhas de lançamentos
recentes, ensaios de fôlego e
muito, muito mais (veja abaixo o
sumário da edição).
Por
isso, a livraria Alpharrabio
convida a todos para uma conversa-lançamento
do Abecês
em sua nova fase, nesta
sexta-feira, a partir das 18h30,
quando será feita a distribuição
da nova fornada em meio a uma
(leve, breve) conversa sobre a
publicação.
O
Abecês
é uma publicação da Alpharrabio
Edições, em parceria com a Bartira
Gráfica. Após oito números
em formato grande, com 8 (até a
quarta edição) e 16 páginas (da
quinta à oitava), o Abecês
triplica o número de páginas,
lança novas seções e inaugura
uma nova fase. O objetivo
editorial, em linhas gerais,
continua o mesmo: aproximar o
leitor dos livros e dos escritores
por meio de textos ao mesmo tempo
inteligentes e claros.
NESTA
EDIÇÃO:
capa:
Guedo Gallett
O
que estou lendo:
James Joyce, por Nora Augusta
Correa
Eu,
leitor, confesso:
Márcia Borges
O
que estou escrevendo:
Gilberto Tadeu de Lima
Leituras
dos clássicos:
Memórias
de Adriano, por Jenniffer
Garcia Pereira
O
que procurar nos sebos:
Italo Calvino, por Kleber
Mantovani
“Anzol
da memória”,
Milton Andrade por Luiz Henrique
Gurgel
Alpharrabio
12 anos: uma história em curso,
resenha de Tarso de Melo
Cofre,
de Deise Assumpção,
resenha de Djair Lázaro Pinheiro
de Almeida
Entretempo,
de Rosana Chrispim,
resenha de José Marinho do
Nascimento
Maiores
e menores,
de Caio Porfirio Carneiro,
resenha de Valdecirio Teles Veras
Vitrines
da cidade,
de Silvia H. Passareli,
resenha de Antonio Possidonio
Sampaio
Entremundos,
de Alexandre Takara,
resenha de Antonio Possidonio
Sampaio
“Andreense, de fato e de direito”, Dalila Teles Veras por Rosana
Chrispim
“Espaços
e tempos de vida”,
João Suzuki por José Armando
Pereira da Silva
“Antígona
– o crime santo, a piedade ímpia”,
ensaio de Gilda N. Maciel de
Barros
“Leni
Riefenstahl e Elia Kazan: nas
fronteiras entre estética e
comprometimento”,
ensaio de Humberto Pereira da
Silva
“Observatório
do poema: leituras de
texto/contexto contemporâneo”,
Tarso de Melo
“Cátedra
Celso Daniel de Gestão de
Cidades”
“Capítulos
de Filosofia Contemporânea”,
Luiz Paulo Rouanet
“Ressonância
magnética”,
poema de Dalila Teles Veras
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09
de outubro - (sábado) 17 h
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observatório
do
poema
leituras
de texto/contexto contemporâneo
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Convidamos
a
todos
para
o
“
observatório
do
poema”
um
grupo permanente de leitura e debate de poesia contemporânea, que se
reúne na Livraria Alpharrabio. Em clima informal, os participantes
conversarão sobre alguns poemas selecionados e apresentados
previamente pelo coordenador, o poeta Tarso de Melo, buscando
enriquecer a leitura dos poemas pela experiência conjunta de crítica.
Clique
aqui
e participe, conheça, os detalhes
do projeto
.
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21 de outubro de 2004
(quinta-feira) 18 h
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Lançamento
do livro
Leila
- Anjos do Armagedon, de
Eliézer Carvalho
(coleção
Novos Talentos da
Literatura Brasileira, Ed.
Novo Século).
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"Um
jogo de poder milenar se
transforma num prelúdio
aterrador. A agonia e a
perdição se revelam num
ritmo eletrizante, onde o
mal, com a ambição de
tornar-se Deus, usa as
trevas para mergulhar a
humanidade na agonia
definitiva.
Sofisticada trama cujos
antagonistas têm tudo
para vencer. "
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Leila
- Anjos do Armagedon
de
Eliézer Carvalho
(coleção
Novos Talentos da
Literatura Brasileira, Ed.
Novo Século).
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Eliézer
carvalho
, nascido na
abc
paulista
,
Santo
André,
filho
caçula
de uma
família
operária
, muda-se
com
seis
anos
de
idade
para
o
Rio
de
Janeiro
,
onde
conclui o
ensino
fundamental
e
mais
tarde
o
ensino
médio
no tradicional
colégio
Pedro II.
Com
19
anos
de
idade
,
retorna
a
São
Paulo e faz
faculdade
de
letras
e
filosofia
.
Depois
de várias
tentativas
em
cargos
administrativos
,
tenta
a
sala
de
aula
,
onde
desde
1990, decide
seguir
carreira
por
aptidão
.
Hoje
,
professor
do
Colégio
Singular
,
Santo
André, publica,
depois
de
alguns
contos
,
seu
primeiro
romance
de
ficção
.
Admirador
da
literatura
de
terror
e
suspense
, aborda nesse
primeiro
livro
uma
mescla
de várias
tendências
modernas, tendo
como
mestres
de
cabeceira
Bram Stocker (drácula)
e Stephen King (o iluminado).
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PARTICIPE
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Seminários
Integrados da Cátedra
Prefeito Celso
Daniel de Gestão
de Cidades 2004 -
2005
Fundamentos
para a construção
de indicadores de
qualidade das gestões
de cidades nas
dimensões da ética
pública, da ação
cultural e dos
serviços
prestados ao público.
Inscrições:
27 de setembro a
15 de outubro
Participe
dos grupos temáticos
de discussão
sobre as gestões
urbanas, em Ética
Pública, Ação
Cultural e Serviços
prestados ao Público.
As discussões serão
realizadas em três
etapas (outubro de
2004 a novembro de
2005), por via
virtual e
presencial,
segundo decisão
dos grupos.
Inscrição
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O Alpharrabio (a livraria e o café)
funciona no seguinte horário:
segunda a
sexta-feira, das 12 às 19h.
sábado, das
10 às 19h.
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Visite
a Livraria e o Café
Alpharrabio
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Cultural
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