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Programação
cultural
Lançamentos
de Livros-Exposições
Música-Teatro- Conversas na Livraria
Leituras de Poesia
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OUTUBRO/2006
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04
de outubro (quarta) |
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CINECLUBE
Tema
de outubro: Filosofia
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quarta,
04 de outubro de 2006 - 15h
Tema
mês de outubro Filosofia
O
Sétimo Selo
Direção
: Ingmar
Bergman
Após
dez
anos
,
um
cavaleiro
(Max Von Sydow)
retorna
das
Cruzadas
e
encontra
o
país
devastado
pela
peste
negra
.
Sua
fé
em
Deus
é sensivelmente
abalada
e
enquanto
reflete
sobre
o
significado
da
vida
, a
Morte
(Bengt Ekerot) surge à
sua
frente
querendo levá-lo,
pois
chegou
sua
hora
. Objetivando
ganhar
tempo
, convida-a
para
um
jogo
de
xadrez
que
decidirá se
ele
parte
com
a
Morte
ou
não
.
Tudo
depende da
sua
vitória
no
jogo
e a
Morte
concorda
com
o
desafio
,
já
que
não
perde
nunca
.
Título
Original
: Det Sjunde Inseglet
Tempo
de
Duração
: 100
minutos
Ano
de
Lançamento
(Suécia): 1956
Atividade
do Cineclube Alpharrabio – Cinéfilos,
coordenados pelo prof. Edmundo
Epifanio, conversam sobre os mais
variados aspectos do cinema. O
grupo está em formação e aceita
participação de interessados.
Agora são quinzenais (primeiras
e terceiras quartas do mês)
http://cineclubeemsantoandre.blogspot.com/
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quinta,
05 de outubro, 18h |
Lançamento
dos Livros:
85
letras
e
um
disparo
de Sacolinha
Canibalismo
do
Enigma
(anti-romance)
de
Iberê
Rodrigues
85
letras
e
um
disparo
Sacolinha
15X21
cm, 104pp.
- R$
14.90.
Em
seu
primeiro
livro
Graduado
em
Marginalidade,
Sacolinha
prendeu a
atenção
dos
leitores
da
primeira
a
última
página;
notou-se
muito
que
as
pessoas
tiveram uma
grande
surpresa
no
fim
do
romance.
Com
isso,
o
autor
alcança
um
dos
objetivos
do
bom
artista,
que
é o de
conquistar
o
seu
público.
Em
85
Letras
e
um
Disparo
não
será
diferente,
pois
neste
livro,
tudo
pode
acontecer;
desde
de
um
escritor
que
viaja 240
km
de
trem
para
vender
seus
livros
em
bares,
até
uma
prostituta
que
tem
argumentos
suficientes
para
provar
que
não
é
prostituta.
Durante
a
leitura
desta
obra,
nota-se
que
Sacolinha tem
uma
escrita
meticulosa
e
cheia
de
surpresas,
por
isso
alertamos o
leitor
para
que
não
leve
um
choque
e
nem
caia na
risada
desesperadamente.
Mais
uma
vez
o
autor
nos
brinda
em
grande
estilo,
como
tem
que
ser
.
Nada
de
demagogia,
apenas
literatura
que
sem
dúvida
terá
lugar
de
destaque,
como
escreveu Moacyr
Scliar no
prefácio
desta obra.
Sacolinha,
nome
artístico
de Ademiro Alves
de Sousa, nasceu
em
São
Paulo no
dia
09 de
agosto
de 1983.
Sempre
foi
um
sujeito
inquieto. No
ano
de 2002, essa
inquietação
atingiu o
auge,
e foi neste
momento
que
Sacolinha se
apegou a
leitura
e
logo
em
seguida
adotou a
escrita
como
instrumento
de
desabafo
.
“Escrevo
para
se
extravasar”,
afirma
ele.
Em
dezembro
de
2002,
ele
criou o
Projeto
Cultural
Literatura
no Brasil,
com
o
intuito
de
divulgar
os
escritores
desconhecidos
e
levar
leitura
aos
que
não
têm
acesso
.
No
ano
de 2003 iniciou
suas
participações
em
diversos
concursos
literários,
sendo premiado
em
muitos
deles. Iniciou a
escrita
do
seu
primeiro
romance
Graduado
em
Marginalidade
em
abril
de 2004,
terminando essa
produção
em
novembro
do
mesmo
ano.
Mas
só
foi lançá-lo
em
agosto
de 2005,
iniciando
aí
a
sua
entrada
no
mundo
dos
autores
publicados. Participa
de diversas
revistas
e
antologias
e escreve
mensalmente
para
vários
sites
de
literatura
.
De
dezembro
de 2004 à
fevereiro
de 2006, foi
presidente
do
Centro
de
Pesquisas
e
Desenvolvimento
Sócio-Cultual
Negro
Sim
.
Produziu o vídeo-documentário
do
Projeto Cultural
Literatura
no Brasil,
hoje
com
o
nome
de
Associação.
Atualmente
trabalha
como
Coordenador
Literário
na
Secretaria
de
Cultura
de Suzano - SP
e é graduando
em
Letras
na
Universidades
de Mogi das
Cruzes
- SP.
Agitador
cultural, faz
palestras
sobre
literatura,
questão
racial
e desenvolve
freqüentemente
eventos
literários.
Canibalismo
do
Enigma
(anti-romance)
Iberê
Rodrigues
Artista
plástico
surrealista
dos
mais
respeitados,
Iberê, desta
vez
através
da vivificação
da
palavra,
consegue
transferir
para
seu
livro
(denominado
por
ele
como
anti-romance),
todos
os
ingredientes
classicamente
pintados
por
Miró e Dali.
Conhecido
em
todo
o
mundo
como
movimento
pictórico
entre
guerras,
o
Surrealismo
determinou
liberar
na
arte
as
vozes
de
nosso
silêncio
maior,
o
clamor
de
nosso
eu
subliminar,
de
nosso
inconsciente
diabólico;
um
movimento
literário
promovido
por
o André Breton
e nascido da
análise
dos
sonhos
e da
livre
associação,
ambos
preconizados
por
Freud.
Em
seu
marcante
livro,
Iberê Rodrigues
faz
experiências
com
o
automatismo
- uma
maneira
subliminar
de criar-se a
obra
de
arte
sem
o
controle
Vigilante
e policianesco
do
consciente.
Assim,
Canibalismo
do
Enigma
nos
apresenta
como
um
grande
despertar
do
imaginário,
um
fluido
e serpiginante
painel
que
busca
deliberadamente,
em
suas
páginas,
a
união
do
sério
e do
bizarro;
do
coerente
e do
Irracional.
Um
deliberar
expressivo
que
nos
clama
pela
atenção
à
verdades
maiores,
ocultas,
significantes
e inalcançáveis
através
da
lógica.
Esse
é a
base
literária
de Canibalismo
do
Enigma.
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OBSERVATÓRIO
DO
POEMA
2006
– o
arco
,
a
lira
e
a
poesia
contemporânea
–
coordenação
: Tarso
de Melo
Em
2006 comemora-se – e
é, de
fato,
algo
a
ser
comemorado – o 50.º
aniversário
de
edição
do riquíssimo
livro
El
arco
y
la
lira
, do
poeta
mexicano Octavio
Paz
(1914-1998).
Aproveitando a
efeméride
, o
Observatório
do
poema
deste
ano
será dedicado a uma
tarefa
longa
,
prazerosa
e
exigente:
realizar
a
leitura
integral
dessa
obra
de
Paz
lado
a
lado
com
alguns
dos
principais
textos
sobre
poesia
contemporânea
brasileira.
O
propósito
da
empreitada
é
aprofundar
as
discussões
sobre
questões
atuais
–
que
são
o
objeto
do
Observatório
já
há 19
encontros
–
com
o
auxílio
propiciado pelas
reflexões
de
um
grande
poeta
sobre
seu
ofício
. O
famoso
livro
de Octavio
Paz
se defronta
com
uma
questão
gigantesca
sobre
a especificidade do poético:
há
um
modo
de
dizer
– a
poesia
–
que
não
pode
ser
reduzido a
qualquer
outro
?
Para
responder
a
tal
questão,
Paz
recorre a uma
erudição
impressionante
,
cruza
os
séculos
, investiga as
transformações do
fazer
poético,
mas
ainda
mais
impressionante
é a
leveza
com
que
suas
idéias
– e, se é
possível
separar
,
seu
texto
sedutor
– perpassam os
imensos
obstáculos
que
se colocam
diante
de
qualquer
tentativa
de
reduzir
a
questão
e
confundir
poesia
(
jogo
que
não
se conforma a
regras
) e
poema
(
esse
“caracol
onde
ressoa a
música
do
mundo”).
El
arco
y
la
lira
dá
conta
,
assim
, de
um
leque
imenso
de
dúvidas
. É
estimulante
o
modo
como
sua
investigação
amarra
passado
e
presente,
Oriente
e
Ocidente
, ao
descobrir
as profundas
continuidades
entre
a
poesia
das
épocas
e
lugares
mais
distantes; os cinqüenta
anos
que
se passaram
desde
seu
lançamento
não
abalam (e a
leitura
detida
que
faremos será
importante
para
sustentar
a afirmação)
em
nada
a
relevância
da
contribuição
de
Paz
para
a
compreensão
das diversas
formas
atuais
de
manifestação
da
poesia
.
Nosso
objetivo,
assim, será
seguir
o
pensamento
de
Paz
, apreendendo
criticamente o
alcance
de
suas
reflexões
,
para
alimentar
os
debates
sobre
a
produção
contemporânea
.
Para
tanto, o
livro
de
Paz
foi dividido
em
dez
partes,
cuja
leitura
será acompanhada, a
cada
mês, de
um
texto
sobre
poesia
contemporânea
(ensaios
de
caráter
geral,
resenhas,
depoimentos
de
poetas) e,
conseqüentemente, da
leitura
dos
livros
a
que
se referem
tais
textos
(ou, ao
menos, dos
poemas
referidos no
corpo
dos
ensaios
/
resenhas
).
Se
for
possível, ao
final,
descobrir
as
pontes
e os
abismos
entre
o
quadro
pintado
em
El
arco
y
la
lira
e a
poesia
que
se fez no
último
meio
século
e aquela
que
se faz
hoje, o
Observatório
terá
dado
um
passo
tamanho. Se for
possível,
então,
imaginar
–
com
muita
petulância
e
algum
acerto
–
três
ou
quatro
linhas
que
Octavio
Paz
gostaria de
somar
a uma
edição
de
seu
livro
no
ano
de 2006, terá
dado
um
salto.
Há
uma
edição
nacional
de O
arco
e
a
lira,
lançada
em
1982,
mas
ela
atualmente
é de
difícil
acesso: esgotou há
tempos
na
editora
e
raramente
aparece
nos
sebos
.
Mais
fácil
de
encontrar
é a
edição
original
em
espanhol
, da Fondo de
Cultura
Económica (
que
publica as sucessivas
edições
da
obra
desde
a
primeira
,
em
1956, e tem uma
livraria
em
São
Paulo – tel.
3672.3397). A
coletânea
de
ensaios
lançada
no Brasil
em
1971
sob
o
título
Os
signos
em
rotação
–
que
provavelmente está
em
catálogo
e é
mais
fácil
de
encontrar
nos
sebos
– contém
seis
dos quinze
ensaios
de
Paz
que
enfrentaremos;
além
do
próprio
“Os
signos
em
rotação
”, traz
ainda
os
textos
“Verso
e
prosa”, “A
imagem”, “A
consagração
do
instante”, “Ambigüidade
do
romance” e “O
verbo
desencarnado”.
Por
fim,
vale
lembrar
que
o
Observatório
continua sendo
um
grupo
aberto
de
debate
sobre
as
mais
diversas
questões
que
interessam ao
leitor
de
poesia
.
Pela
própria
natureza
das
discussões,
não
é
absoluta
a continuidade
entre
os
debates
mensais,
nem
é
obrigatória
a
leitura
prévia
dos
textos
selecionados
(
por
mais
que
seja desejável e
recomendável,
para
o
melhor
aproveitamento
de
nosso
tempo,
que
sejam lidos!).
|
|
O
verbo
desencarnado
-
Octavio
Paz
, “O
verbo
desencarnado”
em
O
arco
e a
lira
(pp. 283/305)
-
Octavio
Paz
, “Whitman,
poeta
da América”
em
O
arco
e a
lira
(pp. 364/368)
-
Flora
Süssekind, “A
poesia
andando”
em
A
voz
e a
série
(pp. 171/178)
[estudo
das
relações
entre
a
poesia
contemporânea
brasileira
e
seu
tempo
,
com
especial
destaque
para
o
livro
As
Banhistas
de Carlito Azevedo]
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18
de outubro (quarta)
- 15h |
|
CINECLUBE
Tema
de outubro: Filosofia
|
 |
quarta,
18 de outubro de 2006 - 15h
Tema
mês de outubro Filosofia
O
Sentido
da
Vida
Direção
: Monty Python
Tempo
: 107
minutos
Ano
de
Lançamento
: 2004
O
impagável
,
cínico
,
sarcástico
e hilariante
grupo
inglês
de
humor
, Monty Python
desempenha
uma
série
de
registros
dos
assuntos
mais
importantes
da
vida
. Nascimento,
religião
,
trabalho
,
casamento
,
morte
,
nada
escapa
da
crítica
mordaz
e
ferina
do
grupo
. É uma
emocionante
mistura
de
sátiras
surreais
sobre
o
ciclo
da
vida
.
Atividade
do Cineclube Alpharrabio – Cinéfilos,
coordenados pelo prof. Edmundo
Epifanio, conversam sobre os mais
variados aspectos do cinema. O
grupo está em formação e aceita
participação de interessados.
Agora são quinzenais (primeiras
e terceiras quartas do mês)
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20
de outubro (sexta)
- 18 às 21h |
|
LANÇAMENTO
|
|
Lançamento
do Livro
O
INVESTIDOR JUDEU
de
Marcelo José Veiga da Silva
|
sexta,
20 de outubro de 2006 - 18 às 21h
O
INVESTIDOR JUDEU
A
imagem
é conduzida ao
cérebro
e
este
reproduz e decodifica. É desta
forma
que
vem o
objetivo
desta
narrativa,
decodificar
a
evolução
do
personagem
com
a historia do
país,
sempre
na
visão
do
mesmo
.
Seu
inicio
mais
parece uma
autobiografia, de
pensamentos
da
infância. E percebemos
sim,
que
mesmo
sendo uma
autobiografia,
nos
leva
a
trafegar
pelos
caminhos
da
luta
com
a
vida
e
tudo
acontece
com
rapidez,
que
quando
menos
esperamos, estamos vivendo a
luta
do
personagem
e desejando
saber
que
irá
acontecer
.
Procuramos
sempre saber como foi a vida dos
imigrantes, que fizeram uma longa
viagem ao rumo de novas terras e
oportunidades. Isto já foi contado de
tantas formas, mas principalmente dos
imigrantes Italianos, pelo atrativo
que tem esta raça. Um povo sem pátria,
não tem o mesmo atrativo e nem mesmo
procuramos saber o porquê deste fato.
Marcos
Benjó é um destes imigrantes, mas
com uma diferença, é do povo Judeu.
Descobre este país da forma pura,
mesquinha e preconceituosa. Afinal
somos um país Católico e aprendemos
deste da tenra idade, a desconfiar
desta raça. Em sua narrativa, nos
leva a entender a história
e a evolução dos tempos que
acontece com sua família e o país.
Sempre o prisma de sua visão pessoal.
Esta
narrativa não tem como obrigação
fazer com que o leitor, entenda a
historia política do país, mas fazer
sim perguntas que nunca são
respondidas e quando as são, vem
sempre do lado oficial. Buscando
entender que por mais que não
participamos e não temos interesse em
participar da política, sofremos as
conseqüências.
Com
esta
leitura
,
nos
leva
a
vivenciar
fatos
conhecidos,
ou
até
mesmo
desconhecidos
de
nossa
nação,
junto
com
a
vida
da
família
de
imigrantes
Judeus. E descobrimos o
quanto
todos
os
imigrantes
lutaram
para
formar
sua
ligação
com
a
nova
terra
que
adotaram.
Descobrir
no
livro
“O
Investidor
Judeu” uma
nova
maneira
de
narrar
a historia,
junto
com
a historia
pessoal
do
personagem
e
assim
descobrimos
alguns
porquês
da
política
e da
história
desta
nação
,
isso
de
forma
clara
e
simples
na
visão
do
personagem
Marcos
Benjó.
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topo
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21
de outubro (sábado) - 16 h
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|
Idéias
de encontro
Pensamento
Atual
CELSO
FURTADO

"Quero
registrar hoje, aqui, uma idéia que
há tempo venho acariciando:
escrever uma História da Civilização
Brasileira”.
(1937)
Celso
Furtado, palestra
da profa.
Rosa
Maria Viera
sobre
o
pensamento
atual
de
Celso
Furtado
Celso
Furtado (1920
– 2004)
(Economista,
ministro
do
governo
João Goulart, e
autor,
entre
outros
,
Formação
Econômica
do Brasil, A
pré-revolução
brasileira,
O
mito
do
desenvolvimento
econômico,
Cultura
e
desenvolvimento
em
época
de
crise
e O
capitalismo
global
Convidada
:
Rosa
Maria Vieira
(Mestre
em
História
Econômica
e
Doutora
em
História
Social.
Pesquisadora na
área
de
pensamento
econômico
brasileiro. Professora na FGV-SP (na
área
de
sociologia
)
e na
Faculdade
de
Economia
da PUC-SP, umas das coordenadora do HIMEPE,
Núcleo
de
História
Econômica,
Memória
e
Pensamento
Econômico,
da FEA da PUC-SP.
|
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Idéias
de encontro
Pensamento
Atual
Como
o pensamento de Sócrates,
transmitido por seus discípulos,
pode nos ajudar a pensar melhor
sobre nossa realidade? O que as idéias
de Marx ou de Freud, depois de tudo
que já foi feito e desfeito com
elas, têm a contribuir para o nosso
tempo? Por que as meditações de
Montaigne ainda são fundamentais
para o nosso entendimento? Por que
as obras de Paulo Freire, Florestan
Fernandes, Celso Furtado e Antonio
Candido ainda justificam que as
busquemos por baixo das camadas e
mais camadas de livros que, em tão
pouco tempo, já as sucederam?
O
Alpharrabio, com o apoio da Faculdade
Editora Nacional (FAENAC) retoma o
ciclo IDÉIAS DE ENCONTRO,
agora dedicado a palestras sobre o PENSAMENTO
ATUAL de autores cujas idéias
tiveram repercussão mundial, ajudará
você a lidar com essas perguntas que
muitos têm feito, num momento em que,
cada vez mais, tudo o que parecia sólido
se desmancha no ar...
Filosofia,
política, educação, literatura,
enfim, a vida e tudo o que foi objeto
da reflexão desses pensadores mudou
depois deles. E nossos convidados,
todos eles acostumados à profunda
convivência com as obras desses
autores, apresentarão ao público e
debaterão as principais idéias que
eles defenderam, buscando revelar o
quanto há de atual, de vivo, de
(ainda) perturbador no que disseram.
Além
de ser uma grande oportunidade para
aprender sobre alguns dos principais
pensadores de todos os tempos, o ciclo
será um estímulo à reflexão mais
firme, mais profunda, com olhos mais
abertos, sobre nossas próprias questões.
Idéias
de encontro
Pensamento
atual
21
fevereiro
(terça - 18h)
Pensamento
Atual
: Montaigne
(1533-1592)
Convidado
: José Mindlin
11
março
(sábado - 16h)
Pensamento
Atual
: Karl
Marx (1818-1883)
Convidado
: Antonio Rago Filho
13
de
maio
(sábado
- 16h)
Pensamento
Atual
: Sócrates
(c470 a.C.
- 399a.C.)
Convidado
: Marcos Sidnei Eusébio
10
de
junho
(sábado
- 16h)
Pensamento
Atual
: Paulo
Freire (1921-1997)
Convidado
: Daniel
Pansarelli
12
de
agosto
(sábado
- 16h)
Pensamento
Atual
: Sigmund
Freud
(1856-1939)
Convidado
: Siegfried Wehr
16
de
setembro
(sábado
- 16h)
Pensamento
Atual
: Florestan
Fernandes
(1920-1995)
Convidado
: João
Carlos de Morais
21
de
outubro
(sábado
- 16h)
Celso
Furtado (1920-2004)
Convidada : Rosa
Maria Vieira
11
de
novembro
(sábado - 16h)
Pensamento
Atual
: Antonio
Candido
(1918)
Convidado
: Vera
Vieira
|
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Volta
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27
de outubro (sexta)
- 18h |
|
LANÇAMENTO
|
|
Do
livro
Andanças
com Salvador Bahia
(
edição
conjunta
de Na
Virada
do
Milênio
,
Andanças
na
contramão
e
Viagem
Interrompida).
de
Antonio Possidonio sampaio
Alpharrabio
Edições
14x21,
128 pp.
desenho:
Guedo Gallet
|
|
Salvador
Bahia surgiu na
ficção
de Antonio Possidonio Sampaio
em
1979 e,
desde
então
, tem
cruzado
as diversas
obras
do
autor
,
como
o
elo
que
, ao
unir
autor
e
personagem
, confunde os
limites
entre
ficção
e
realidade
sobre
os
quais
nosso
“escritor-repóter” constrói
sua
obra
.
Neste
volume
estão reunidos
três
momentos
desse
rico
relacionamento Na
Virada
do
Milênio
(
inédito
),
Andanças
na
contramão
(1996) e
Viagem
interrompida (2005). Neles,
autor
e
personagem
se misturam:
um
escreve
com
a
mão
do
outro
,
que
,
por
sua
vez
,
fala
com
a
voz
daquele.
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sábado
- 28
de outubro - 16h
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PROVA
DOS NOVE
Ciclo
Alpharrabio Documentários
Apoio:
FAENAC
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Justiça:
o
filme
[
direção
: Maria
Augusta
Ramos
– 2004, 100 min.]
Convidada
: Eliana Borges Cardoso
(Advogada,
mestre
em
direito
pela
USP, professora de
prática
trabalhista. Foi diretora da
Faculdade
de
Direito
de
São
Bernardo do
Campo
(2001-2005)
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O
cotidiano
de
um
Tribunal
de
Justiça
do
Rio
de
Janeiro
,
incluindo as
pessoas
que
ali
trabalham diariamente,
como
promotores
,
defensores
públicos
e juízes, e
ainda
pessoas
que
estão
apenas
de
passagem
,
como
os
réus
.
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Prova
dos nove
ciclo
Alpharrabio de documentários
A
livraria Alpharrabio, com o apoio da
Faenac promove a partir do mês de março,
estendendo-se por todo o ano de 2006, um
ciclo de exibição e debates sobre alguns
dos melhores documentários nacionais. A
proposta é dar ao público uma dupla
oportunidade: assistir a produções que são
tão bem realizadas quanto difíceis de
encontrar nos grandes circuitos e, a
seguir, conversar sobre elas com outros
interessados e convidados especiais, que
contribuirão para os bate-papos com suas
visões particulares sobre o documentário.
A
exibição dos nove documentários,
seguida da conversa entre o público e o
convidado, será sempre aos sábados,
às 16h, no auditório da livraria
Alpharrabio, localizado na Rua Eduardo
Monteiro, 151, em Santo André/SP (tel.
4438.4358). |
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PROVA
DOS NOVE
(documentários)
PROGRAMAÇÃO
(sábado – 16h)
25
de março: Boca de Lixo
[direção:
Eduardo Coutinho – 1993, 54 min.]
Convidado:
Cláudio Oliveira (é cineasta,
crítico e editor de audiovisual da
revista eletrônica de cinema
Cineimperfeito.com.br)
29
de abril: Nelson Freire
[direção:
João Moreira Salles – 2003, 102 min.]
Convidado:
Flávio Florence (Regente da
Orquestra Sinfônica de Santo André,
Venceu por duas vezes o Concurso Jovens
Regentes da Orquestra Sinfônica do Estado
de São Paulo, é autor de diversas
transcrições musicais, revisões e
orquestrações, já executadas por várias
orquestras, no Brasil e no exterior).
27
de maio: Janela da Alma
[direção:
João Jardim, Walter Carvalho – 2002, 73
min.]
Convidada:
Nanci Barbosa (é
professora do curso de graduação
Bacharelado em Audiovisual do SENAC,
integrante da Cátedra Prefeito Celso Daniel
de Gestão de Cidades da Universidade
Metodista de São Paulo, e do curso de Gestão
e Políticas de Cultura e Gestão de Políticas
Participativas para a cidade, também da Cátedra)
24
de junho: Raízes do Brasil: Sérgio
Buarque de Hollanda
[direção:
Nelson Pereira dos Santos – 2004, 140
min.]
Convidado:Cláudio
Bastidas (Mestre e
doutor em psicologia pela PUC/SP, autor de
Outra Beleza: estudo da Beleza para
Psicanálise e Perversão:
psicanálise, futebol e subjetividade
brasileira).
29
de julho: O Prisioneiro da Grade de Ferro
[direção:
Paulo Sacramento – 2003, 123 min.]
Convidado:
Humberto Pereira da Silva (Doutor
em filosofia da educação pela USP, é
professor de filosofia e de sociologia no
ensino superior. Desenvolve também
as atividades de crítico de cinema e de
colunista de cultura em órgãos como
Revista de Cinema, Trópico e Digestivo
Cultural)
26
de agosto: A pessoa é para o que nasce
[direção:
Roberto Berliner – 2004, 84 min.]
Convidado:
Luís Alberto de Abreu (dramaturgo,
autor de mais de 3 dezenas de peças
teatrais,entre as quais Bella Ciao, O
livro de Jó e a tetralogia A comédia
popular brasileira. Roteirista de cinema
– Kenôma e Narradores de Javé – e TV
– Hoje é Dia de Maria.
30
de setembro: ônibus 174
[direção:
José Padilha – 2002, 128 min.]
Convidado:
Sidnei Barreto (Doutorando em
Linguística pela USP, professor da FAENAC).
28
de outubro: Justiça: o filme
[direção:
Maria Augusta Ramos – 2004, 100 min.]
Convidada:
Eliana Borges Cardoso (Advogada,
mestre em direito pela USP, professora de
prática trabalhista. Foi diretora da
Faculdade de Direito de São Bernardo do
Campo (2001-2005)
25
de novembro: Passaporte Húngaro
[direção:
Sandra Kogut – 2003, 71 min.]
Convidado:
Aleksandar Jovanovic (Doutor
em Semiótica e Lingüística Geral,
tradutor e jornalista, atua na área de
Linguagem e Educação. |
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O Alpharrabio (a livraria e o café)
funciona no seguinte horário:
segunda/sexta,
das 13 às 19h
sábado,
das 9h30 às 13h
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Visite
a Livraria e o Café
Alpharrabio
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