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Programação cultural
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Leituras de Poesia

SETEMBRO/2007

15 anos

só neste fim-de-semana. veja abaixo:

 

Manhã de autógrafos:

 

15 de SETEMBRO DE 2007, sábado, às 11 horas

 

Lançamento do livro João Suzuki - Travessia do Sonho (alpharrabio edições, 2007), 

 

de José Armando Pereira da Silva

 

Local: PINACOTECA DO ESTADO

Praça da Luz, 2 – São Paulo - Capital

 

 

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Tarde de autógrafos:

 

16 de SETEMBRO, domigo, a partir das 14h

 

Lançamento do livro:  Um Silva de A a Z

(alpharrabio edições, 2007)

de Joaquim Celso Freire 

Local: Livraria da Vila: Rua Fradique Coutinho, 915

Vl. Madalena, São Paulo - Capital

 

 

MAIS INFORMAÇÕES:

 

João Suzuki – Travessia do Sonho, de José Armando Pereira da Silva, com a colaboração de Enock Sacramento, lançamento da Alpharrabio Edições (120 pag. ilustr.), é o primeiro registro da carreira de mais de cinquenta anos desse pintor e desenhista, ainda em atividade em Santo André, onde reside desde 1951.

Filho de imigrantes, nascido em 1935, no Núcleo Colonial Aliança de Mirandópolis, iniciou nos salões de arte da colônia japonesa, organizados pelo Grupo Seibi-kai nos anos 50 e 60. Suas obras foram inicialmente destacadas pelo foco humanístico, que viria a ser confrontado pela repressão política que o atingiu pessoalmente.

O artista mergulhou, então, num estranho imaginário, cujos protótipos desafiam o observador. Cada vez mais se afeiçoou ao suporte de madeira, sobre o qual se debruça com o carinho e a paciência de iluminurista, combinando as sugestões do material com imagens ou histórias guardadas na memória.

Menos que o impulso, que determinou nos seus primeiros trabalhos um gestual de traços firmes – o grafismo de um samurai –, sua aplicação foi se tornando calma, tentando harmonizar fragmentos de paisagens, retratos e signos, dos quais emana estranha beleza.

Integram essa publicação sumários em inglês e japonês, cronologia, além de documentos críticos sobre o pintor de Lourival Gomes Machado, José Geraldo Vieira, Marc Berkowitz, Pietro M. Bardi, Frederico Moraes, Aracy Amaral,  Arnaldo Pedrodo d´Horta, Walter Zanini, Paulo Klein, Ivo Zanini e outros

 


 

Recado do autor Joaquim Celso Freire, 

para o dia 16 de setembro:

 

Você já pensou no que fazer nesse domingo à tarde? Almoçar num lugar aconchegante... Ir ao cinema ali pros lados da Paulista...  Essas são algumas das possibilidades!  Outra alternativa, que não elimina as anteriores, é aceitar o meu convite pra um Chá da Tarde, na Livraria da Vila, rua Fradique Coutinho, Vila Madalena. Lá, a partir das 14 horas, estarei autografando o meu mais recente livro: “Um silva de A a Z”.  

Gostaria muito que você fosse!

 

“Um Silva de A a Z”

Nessa minha lida em fazer pela intenção da palavra escrita, “Um Silva de A a Z” é a primeira investida que faço nos terrenos da prosa: da prosa intermediada pela poesia, ou da poesia entrecortada pela prosa. A obra é um mistura de ficção, sonhos, idéias e experiências da labuta cotidiana. No fundo, trata-se da obviedade humana na intermitente peleja na arte de viver.

 

Programação

14h: recepção aos convidados

15h: leitura dramática, pelo ator Thiago Freire

15h15: “canções de amor demais” com o quarteto vocal Baba de Moça

Exposição com as fotos de Priscila Tessarini, que ilustram o livro.


Serviço

Um Silva de A a Z

Ficção: Literatura Brasileira - 160 páginas - Alpharrabio Edições

Tarde de autógrafos: 16 de setembro

Livraria da Vila: Rua Fradique Coutinho, 915 – Vl. Madalena, São Paulo.  um abraço, Celso Freire

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 22 de setembro (sábado)- 10:30h

Cineclube

 

Tema - Livros

 

Encontro Marcado com o cinema de 

Fernando Sabino e David Neves

 


POETAS

 


O Fazendeiro do ar apresenta Carlos Drummond de Andrade (1902-1987) mais carioca que itabirano, falando das raízes mineiras (da fixação sentimental pelas origens), admirando a vista da Pedra do Arpoador e brincando de esconder entre as pilastras do Ministério da Educação - onde foi chefe de gabinete do ministro Gustavo Capanema. O poeta aparece como prosaico passageiro do coletivo que o conduzia de sua casa, no Posto 6, ao centro da cidade para trabalhar como funcionário público.

Poesia, música e amor flagra Vinicius de Moraes (1913-1980) em sua fase baiana, ao lado de Toquinho, Maria Creuza, Aloysio de Oliveira, a mulher Gesse e do inseparável copo de uísque, sob o disque-disque dos coqueirais de sua idílica Itapoã. Fala de suas características poéticas (O pronome da primeira pessoa vem sendo, pouco a pouco, substituído pela terceira) e assume as influências de Rimbaud, Baudelaire, Verlaine e Manuel Bandeira. O filme mostra Vinicius acompanhando-se sozinho ao violão em sambas de sua lavra, como Quando tu passas por mim.

 
O habitante de Pasárgada – instantâneo do Cinema Novo sob as lentes de Joaquim Pedro - apresenta um Manuel Bandeira (1886-1968) solitário, de hábitos frugais: sopra a boca do fogão em busca de um café fresco, de pijama, escreve à máquina; compra jornais e leite nas redondezas, caminha pela Avenida Rio Branco; e recita seus próprios versos, que saltam de sua imensa generosidade como os pães da torradeira no apartamento na Lapa.


O curso do poeta, com João Cabral de Melo Neto (1920-1999), propõe uma metáfora da obra do autor de Morte e vida Severina com as águas do Capibaribe (a cidade é passada pelo rio / como uma rua é passada por um cachorro / uma fruta por uma espada), incorporando a produção do poeta à paisagem do Recife e demais localidades de Pernambuco. Cabral tece loas às cabras e pedras do sertão de Pernambuco, bem como às usinas e canaviais da Zona da Mata. Dirigido por Renato Newman, o filme mostra o poeta no auditório da Cinemateca do MAM, no Rio.

 

Informações:

O DVD “Encontro Marcado com o cinema de Fernando Sabino e David Neves” reúne 10 curtas, realizados em 35 mm, com dez minutos de duração cada, retratando alguns dos maiores escritores brasileiros de qualquer tempo.

São instantâneos pessoais de rara intimidade flagrados em momentos tão preciosos quanto banais, por sua ambiência doméstica – com Carlos Drummond de Andrade, Jorge Amado, Vinicius de Moraes, João Cabral de Melo Neto, Guimarães Rosa, Érico Verissimo, José Américo de Almeida, Afonso Arinos, Pedro Nava, além do curta de Joaquim Pedro de Andrade com Manuel Bandeira.” 

Julio Moura 

 http://www.biscoitofino.com.br/bf/cat_produto_cada.php?id=256

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26 de setembro (quarta) - 15h

Cineclube

 

Tema - Hitchcock

 

Filme Festim Diabólico
(Rope - EUA - 1948)
Direção :Alfred Hitchcock

 

Festim Diabólico

Brandon Shaw e Phillip Morgan são dois jovens que dividem um apartamento em Nova York.  No colégio, tinham estudado com o Prof. Rupert Cadell as teorias de Nietzsche, segundo as quais, um homem superior não tinha que, necessariamente, obedecer às convenções estabelecidas por pessoas inferiores.

Considerando-se intelectualmente superior ao seu amigo David Kentley, Brandon convence seu colega a assassiná-lo, cometendo o que ele chama de o crime perfeito.  Assim, usando uma corda, eles enforcam David e colocam o cadáver dentro de uma velha arca que se encontra em plena sala de jantar.  Consumado o crime, Phillip dá sinais de preocupação e arrependimento, enquanto Brandon permanece frio.  Para ele, o poder de matar pode ser tão gratificante quanto o de criar.

A Sra. Wilson, que trabalha como empregada para os dois rapazes, chega para terminar de preparar o jantar que eles haviam programado para aquela noite.  Ao entrar no apartamento, ela nota que, durante sua ausência, eles haviam mudado a arrumação da sala, colocando, inclusive, pratos sobre a velha arca, agora forrada com uma toalha de mesa.

Na hora combinada, começam a chegar os convidados.  O primeiro a chegar é Kenneth Lawrence, ex-noivo de Janet Walker, atual namorada de David.  Logo depois, chegam os demais convidados, a começar pela própria Janet, seguida do Prof. Rupert, do Sr. Henry Kentley e da Sra. Atwater, estes últimos pai e tia de David.

Os presentes começam a se preocupar com a demora de David.  Seu pai faz algumas ligações telefônicas, mas não consegue localizá-lo.  Quando Kenneth comenta com Janet que Brandon lhe havia dito que agora iria ter maiores chances com ela, esta se irrita e pede que Brandon se explique melhor, achando que ele aprontou alguma para evitar a presença de seu namorado naquele evento.  Rupert, que ouvira a discussão, se aproxima e diz que também está fortemente preocupado com o não aparecimento de David.

As preocupações do professor aumentam quando a Sra. Wilson comenta a forma como os rapazes lhe pediram para que se ausentasse durante toda a tarde, bem como, sobre as alterações encontradas na arrumação da sala.  Rupert sente que algo está errado e tenta descobrir se seus comentários em aula sobre as idéias de Nietzsche estariam sendo mal interpretadas e colocadas em prática.

O jantar termina com os convidados ainda preocupados em relação a David.  Depois que todos saem, inclusive a Sra. Wilson, Brandon e Phillip passam a discutir, este último em pânico por recear que Rupert, pelas perguntas feitas durante o jantar, tenha saído desconfiado de alguma coisa.

O interfone toca.  É Rupert, que alegando ter esquecido uma cigarreira, volta para apanhá-la.  Na realidade, ele se acha convencido de que os dois rapazes estão de alguma forma ligados ao desaparecimento de David.  Assim, com habilidade, procura jogar um contra o outro, até que Phillip, não suportando a pressão, admite o crime.  A Polícia é chamada.


Atividade do Cineclube Alpharrabio – Cinéfilos, coordenados pelo prof. Edmundo Epifanio, conversam sobre os mais variados aspectos do cinema. O grupo está em formação e aceita participação de interessados.

  http://cineclubeemsantoandre.blogspot.com/

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 29 de setembro - 10:30h

 

IDÉIAS DE ENCONTRO

Temas Contemporâneos 

 

Apoio: FAENAC

 

Tema: O Marx que não era marxista

Convidado:  José de Souza Martins

 

 

 

Filme Fest

O Marx que não era marxista

 

A vulgarização das idéias políticas de Marx acoberta aspectos fundamentais da obra desse cientista social alemão do século 19. Por inferência gratuita, acoberta aspectos de sua biografia essenciais para compreendê-lo, à luz de sua própria teoria, como homem de sua época. Sujeito e expressão das contradições da sociedade em que viveu e a partir da qual procurou compreender o mundo contemporâneo, sua obra é mais rica e mais complexa do que os vulgarizadores difundem. Além de ideólogo e autor de idéias políticas que convulsionaram o mundo por mais de um século, Marx foi também um cientista social rigoroso e inovador. O fracasso do socialismo de Estado, duvidosamente proposto e praticado em seu nome, não alcança nem compromete sua obra de cientista e muito menos sua significativa contribuição teórica e metodológica para decifrar os enigmas e as contradições da sociedade atual. Esse é o Marx que chegou a ensaiar uma crítica do que em seu nome e à sua revelia foi chamado de marxismo. É em nome dessas constatações que vem se constituindo um movimento intelectual de retorno a Marx, o Marx do método dialético e do pensamento social crítico.

 

 

 

José de Souza Martins fez o Curso de graduação em Ciências Sociais ( Bacharelado e licenciatura ) pela Faculdade de Filosofia , Ciências e Letras da Universidade de São Paulo (1961-1964), mestrado em Sociologia   (1966) e doutorado em Sociologia (1970) por essa mesma Universidade . Em 1992, tornou-se livre docente de Sociologia da FFLCH-USP. Em 1998, foi aprovado com distinção e louvor no concurso para titular de Sociologia dessa Universidade , cargo em que se aposentou. Professor-visitante da University of Florida (1983). Fellow de Trinity Hall e Professor da Cátedra Simón Bolivar, da Universidade de Cambridge (1993-1994). Professor-visitante da Universidade de Lisboa (2000). Foi membro do conselho da Fondazione Internazionale Lélio Basso per il Diritto e la Liberazione dei Popoli, em Roma, e é membro do conselho científico da Fondazione Scalabrini (Itália). É membro do Conselho Editorial do The Journal of Peasant Studies (Inglaterra). Membro da Junta de Curadores do Fundo Voluntário da ONU contra as Formas Contemporâneas de Escravidão . É membro do Conselho Superior da Fapesp – Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo.

 

Recebeu os seguintes prêmios e distinções :   Prêmio " Visconde de Cairu" - 1977 ( Menção Honrosa ), Instituto Roberto Símonsen, São Paulo, pelo livro Conde Matarazzo - Empresário e Empresa [ Editora Hucitec, São Paulo, 1976);  Prêmio "Érico Vannucci Mendes" - 1993, CNPq - Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico e Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência pelo conjunto de sua obra ; Prêmio Jabuti 1993 de Ciências Humanas, da Câmara Brasileira do Livro pelo livro Subúrbio [ Editora Hucitec/ Prefeitura de São Caetano do Sul , São Paulo/ São Caetano do Sul , 1992]; Prêmio Jabuti 1994 de Ciências Humanas, da Câmara Brasileira do Livro pelo livro A Chegada do Estranho [ Editora Hucitec, S. Paulo, 1993], como Melhor Livro da Categoria de Ciências Humanas, de 1994; Cidadão Emérito de São Caetano do Sul . Decreto Legislativo no. 244, da Câmara Municipal de São Caetano do Sul (SP), aprovado em sessão de 2 de abril de 1996; Prêmio Jabuti 1999 de Ciências Humanas, da Câmara Brasileira do Livro , como co-autor de História da Vida Privada no Brasil ( Contrastes da intimidade contemporânea ), , Volume 4, Organizado por Fernando A. Novais e Lilian Moritz Schwarcz (eds.), Companhia das Letras , São Paulo, 1998; Prêmio a Pesquisador /2002, Fundo Bunka de Pesquisa-Banco Sumitomo Mitsui/ Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa, São Paulo, 3 de outubro de 2002; Prêmio Florestan Fernandes 2007, da Sociedade Brasileira de Sociologia , Recife , 28 de maio de 2007

 

Seus trabalhos e sua docência cobrem os campos da Teoria Sociológica, da Sociologia da Vida Cotidiana ( disciplina que introduziu no Brasil), Sociologia Visual , Sociologia da Fronteira , Sociologia dos Movimentos Sociais , Sociologia Rural , Sociologia Urbana . É fotógrafo e seu primeiro livro de fotografia será publicado no próximo ano pela Edusp, na Coleção Artistas da USP”.

 

im Diabólico

OBS.: Este ciclo é realizado em parceria com a FAENAC (Faculdade Editora Nacional) que fornece certificado de participação.pe - EUA - 1948)Direção :Alfred Hitchcock  

 

 

IDÉIAS DE ENCONTRO

 

temas contemporâneos  

Não faz muito tempo, constava da grade curricular das escolas públicas uma disciplina chamadaEstudo dos Problemas Brasileiros”. Como se dizia à época, esta seria uma disciplina sem fim, tantos eram os problemas de que deveria tratar. E se hoje esta disciplina se chamasse “Estudo dos Problemas Contemporâneos” e seu campo de observação não se limitasse ao Brasil, mas ao complexo mundo atual, com todas as suas riquezas e misérias, alegrias e tristezas, esperanças e perplexidades? Seria uma disciplina e tanto !

 

É justamente esta a proposta do Alpharrabio, com o apoio da Faculdade Editora Nacional (FAENAC), para a temporada 2007 do ciclo IDÉIAS DE ENCONTRO, que agora será dedicado a palestras sobre TEMAS CONTEMPORÂNEOS . A proposta de debater os temas (que, invariavelmente, são problemas) de nosso tempo visa estimular, como nas edições anteriores do ciclo, a reflexão mais apurada sobre questões que, em geral, são submetidas a análises superficiais, sem a devida consideração por seus diversos aspectos e repercussões na vida de todos. O intuito dos especialistas convidados, por sua vez, que se dedicam a pesquisas profundas sobre os temas em seus trabalhos universitários, é aproximar da sociedade a discussão séria desses temas que interessam a todos.

 

Os mais importantes temas contemporâneos são, enfim, temas que interessam a todos e a todo tempo, como se percebe na programação deste primeiro semestre, em que serão debatidas questões relativas à organização da sociedade, à educação, à  religião e ao mundo do trabalho. Ou estão certos os que imaginam poder construir sua vida sem se preocupar com o que ocorre da porta para fora de suas casas? Eis outro tema contemporâneo!

 

PROGRAMAÇÃO  

25 de agosto (sábado – 10:30h)

 

Tema: Relações Brasil-Europa: o re-encantamento do trabalho 

           e a gestão dos bens comuns  

Convidado: Luiz Roberto Alves

 

 

29 de setembro (sábado – 10:30h)

 

Tema: O Marx que não era marxista

ConvidadoJosé de Souza Martins

   

20 de outubro (sábado – 10:30h)

Tema:

Convidado:

 

 

10 de novembro (sábado – 10:30h)

Tema:

Convidado:

 

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O Alpharrabio (a livraria e o café)
 funciona no seguinte horário:

segunda/sexta, das 13 às 19h

sábado, das 9h30 às 13h

ATENÇÃO

Nosso endereço:
 Rua Eduardo Monteiro, 151 - Jd. Bela Vista
Santo André - SP - Brasil

Fone: (11) 4438.4358 - e-mail: alpharrabio@alpharrabio.com.br

www.alpharrabio.com.br

 

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